<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747</id><updated>2012-01-24T11:04:37.805-02:00</updated><title type='text'>Defesa do Consumidor Bahia - O Blog</title><subtitle type='html'>Especialista na área consumerista esclarece sobre seus direitos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>90</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1930708513753872783</id><published>2012-01-24T11:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T11:04:37.812-02:00</updated><title type='text'>Escola que negativa aluno por inadimplência contraria os direitos do consumidor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 25px;"&gt;SÃO PAULO - Instituições de ensino que negativam o nome dos estudantes ou responsáveis por falta de pagamento contrariam os direitos dos consumidores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;De acordo com o Procon-SP&amp;nbsp;(Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), a educação é considerada essencial, sendo direito de todos e dever do Estado. Segundo a Fundação, essa prestação de serviço, para que abranja o maior número de pessoas possíveis, também é exercida por intituições privadas de ensino, por isso, é considerado um serviço público delegado aos particulares.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por se tratar de um serviço essencial, caso o consumidor atrase o pagamento de alguma mensalidade, não é admitida a negativação do nome do aluno ou de seus responsáveis junto aos cadastros de proteção ao crédito, configurando prática abusiva. Os serviços educacionais são vistos pela lei como prestação de serviço social e não como financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições de ensino também não têm o direito de divulgar o nome do estudante ou contratante inadimplente, devendo exigir o pagamento da dívida judicialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o Procon-SP explica que a escola não poderá impor sanções como a suspensão de provas, retenção de documentos escolares ou aplicação de penalidade pedagógica por motivo de inadimplemento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Fundação, a instituição pode cobrar multa dos inadimplentes, porém, independente do estipulado no contrato, a porcentagem não pode ultrapassar 2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também deve ser mantido o direito à renovação das matrículas, observando o calendário, o regimento da escola ou cláusula contratual, porém, o aluno poderá ser desligado da instituição ao final do período letivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o aluno seja negativado de forma indevida, o consumidor deverá entrar em contato com órgãos de defesa do consumidor para formalizar a reclamação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: InfoMoney.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1930708513753872783?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1930708513753872783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/escola-que-negativa-aluno-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1930708513753872783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1930708513753872783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/escola-que-negativa-aluno-por.html' title='Escola que negativa aluno por inadimplência contraria os direitos do consumidor'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3258430773468343220</id><published>2012-01-24T11:03:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T11:03:04.787-02:00</updated><title type='text'>Compra coletiva: Sites não podem oferecer serviço odontológico</title><content type='html'>&lt;div id="titulo_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; text-align: left; width: 600px;"&gt;&lt;h3 style="color: #006699; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; font-weight: normal;"&gt;por Jomar Martins&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os sites de compras coletivas Clickon, Groupon e Cuppon não podem veicular anúncios de tratamentos odontológicos ou publicidade de odontologia, com informações de preço, formas de pagamento ou serviço gratuito. A determinação é do juiz Hildo Nicolau Peron, da 2ª Vara da Justiça Federal de Florianópolis, e confirma o mérito da liminar concedida em março de 2011 ao Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina (CRO-SC). Para o juiz, os anúncios contrariam a lei que regulamenta o exercício da Odontologia e o Código de Ética da profissão. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/sentenca-justica-federal-sc-proibe.pdf" style="color: #cc0000; font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;sentença&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;, proferida no dia 5 de janeiro, também obriga as empresas a divulgarem a síntese da decisão em seus sites e em edição dominical de jornal impresso. Cabe recurso.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina alegou, em juízo, que recebeu várias denúncias de irregularidades praticadas por sites de compra coletiva, tanto por parte de odontólogos associados como da população em geral. Disse que cirurgiões-dentistas têm utilizado os sites de compras coletivas para veicular publicidade de procedimentos odontológicos, em desacordo com a Lei 5.081/66, o Código de Ética profissional e o Código de Defesa do Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a inicial, os descontos anunciados chegavam a 90%, o que seria irreal, pois ‘‘ou significa que não será feito um tratamento adequado a uma situação bucal específica, por meio de procedimento padrão, com custo padrão e resultados aleatórios; ou significa que o preço anunciado não pode ser cumprido toda vez que a variedade humana se mostrar presente’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Conselho, a oferta destes serviços, feita de forma descontrolada e sem nenhum tipo de indicação, pode ocasionar sérios riscos à saúde, visto que o tratamento odontológico não é um produto/serviço padronizado. Afinal, cada tratamento possui indicações e limitações clínicas para determinado paciente, não podendo ser vendido ou adquirido de forma conjunta e aleatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cuppon informou ao juiz o cumprimento da decisão liminar. Já o Clube Urbano de Serviços Digitais (Groupon) e a Valônia Serviços de Intermediação e Participações S/A (Clickon) requereram a improcedência da ação. O Groupon ainda suscitou ilegitimidade passiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao examinar a questão formal da ilegitimidade, o juiz federal Hildo Nicolau Peron disse que o Groupon é o fornecedor intermediário entre o consumidor (paciente) e o fornecedor final (clínica odontológica). Por isso, se submete aos ditames do CDC, por integrar a relação de consumo, conforme previsto no artigo 3º do Código: ‘‘Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgador também citou parecer do Ministério Público Federal. ‘‘Os sites de compras coletivas colimam circular bens e serviços ofertados pelos fornecedores primários, e mesmo não adquirindo os produtos e serviços, como comumente fazem os comerciantes, intermedeiam as vendas com participação indireta nos lucros percebidos pelos fornecedores primários, cobrando comissão. Assim sendo, a relação entre o site e o consumidor será sempre de consumo, sendo aquele um comerciante para fins de aplicação do CDC.’’ Com isso, o argumento de ilegitimidade passiva da empresa foi afastado pelo juiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na análise de mérito, o juiz da 2ª Vara da Justiça Federal de Florianópolis confirmou os termos da liminar concedida, utilizando seus fundamentos como razões de decidir. Em síntese, o juiz considerou ilegais os anúncios feitos por profissionais e empresas de serviços odontológicos nos sites de compra coletiva. ‘"Por esta razão, justifica-se compelir que esses espaços não sejam utilizados para o desenvolvimento dessas ilicitudes, sem prejuízo dos competentes processos administrativos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/sentenca-justica-federal-sc-proibe.pdf" style="color: #cc0000; text-decoration: none;"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler a íntegra da sentença.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Conjur - Consultor Jurídico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3258430773468343220?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3258430773468343220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/compra-coletiva-sites-nao-podem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3258430773468343220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3258430773468343220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/compra-coletiva-sites-nao-podem.html' title='Compra coletiva: Sites não podem oferecer serviço odontológico'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1010089818109296309</id><published>2012-01-24T11:01:00.002-02:00</published><updated>2012-01-24T11:01:29.956-02:00</updated><title type='text'>Dentista terá que indenizar paciente por extração mal feita</title><content type='html'>&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A cirurgiã dentista Suzane Enk Carneiro foi condenada a indenizar em R$ 25.389,36, por danos morais e materiais, a família de um menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relato de Paulo Roberto Pinto e Kátia Soares Pinto, pais do menino, eles o levaram para fazer a cirurgia devido à recomendação médica. Ao tentarem contato com o profissional, indicado pela médica, souberam que ele estava de férias, mas havia deixado em seu lugar a ré, Suzane Enk Carneiro. No procedimento, realizado para extração do dente siso do menor, constatou-se negligência, pois, juntamente com o siso, outro dente do paciente foi arrancado e posteriormente reimplantado, o que causou a perda de massa óssea e a dilaceração da gengiva, por excesso de pontos. Além disso, houve comprometimento das articulações dos joelhos e cotovelos.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em sua defesa, Suzane alegou que as complicações passadas pelo menino foram decorrentes do uso incorreto das medicações prescritas por ela, bem como a falta de cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão é do desembargador Plínio Pinto Coelho Filho, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que ficou convencido, em razão das provas periciais e testemunhais, que o trabalho feito pela cirurgiã dentista foi o causador do problema. “Restou comprovado, portanto, que os procedimentos adotados pela ré se afastaram da melhor prática odontológica e que os equívocos metodológicos constatados foram causa suficiente a impor ao demandante os sofrimentos que aduz. Assim, sabemos, que embora o médico e por extensão, os dentistas, não se comprometam a curar o paciente, devem empregar no tratamento as melhores técnicas disponíveis, agindo com o zelo e a dedicação que tão relevante mister exige”, citou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 0055751-23.2007.8.19.0001&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJRJ - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1010089818109296309?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1010089818109296309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/dentista-tera-que-indenizar-paciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1010089818109296309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1010089818109296309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/dentista-tera-que-indenizar-paciente.html' title='Dentista terá que indenizar paciente por extração mal feita'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-8535561329353216292</id><published>2012-01-24T11:00:00.002-02:00</published><updated>2012-01-24T11:00:32.294-02:00</updated><title type='text'>Coice de cavalo obriga pousada a indenizar hóspede por danos morais</title><content type='html'>&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A Pousada dos Pirineus Ltda, situada na cidade de Pirenópolis - GO, foi condenada a indenizar uma hóspede ferida por um coice em passeio a cavalo. A decisão de 1ª Instância do juiz da 7ª Vara Cível de Brasília foi mantida, em grau de recurso, pela 1ª Turma Cível do TJDFT, que majorou a indenização por danos morais de R$ 5 mil para R$ 10 mil. Não cabe mais recurso.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A autora relatou nos autos que na ocasião dos fatos, maio de 2008, estava hospedada na pousada com o marido e, durante a estadia, resolveram pagar por um passeio a cavalo. Apesar de ambos não possuírem nenhuma habilidade de montaria, segundo ela, não lhes foi oferecido qualquer treinamento, item de segurança ou instrutor para auxiliá-los. O passeio terminou com a mulher ferida "gravemente" em decorrência de um coice do equino que montava. Na Justiça, ela ajuizou pedido de indenização por danos morais pelos danos estéticos sofridos na perna, que a impedem de ficar a vontade para usar vestidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contestação, a administração da pousada informou que na época do acidente pagou pelos prejuízos sofridos pelo casal, cuja quitação consta do acordo assinado com o esposo dela e por esse motivo o direito à indenização por danos morais teria sido extinto. Contestou, também, a gravidade das sequelas estéticas do acidente, já que o próprio médico que acompanhou o tratamento da autora atestou na ocasião não haver necessidade de cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto na 1ª Instância quanto na 2ª, os magistrados afirmaram que o acordo firmado com o marido da autora não desobriga a pousada de indenizá-la pelos danos estéticos sofridos."Não poderia o cônjuge ter dado, em nome da autora, plena quitação à indenização dos danos estéticos por ela sofridos, pois este ato de transigir possui natureza personalíssima, exigindo, para tanto, que outrem só possa realizá-lo em nome de terceiro se possuir instrumento de mandato com poderes especiais, conforme inteligência dos artigos 653 e 661 do Código Civil", afirmou, na sentença, o juiz da 7ª Vara Cível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desembargadores da Turma confirmaram o entendimento. O relator do recurso reforçou: "Transação extrajudicial realizada pelo cônjuge não tem o condão de afastar a legitimidade de sua esposa, verdadeira titular do direito de personalidade, que foi agredido, para propor ação indenizatória".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à majoração do valor indenizatório, o relator acrescentou: "Considerando especialmente o caráter preventivo da indenização, que tem o fito de a conduta danosa não voltar a se repetir, e o caráter punitivo, visando o ressarcimento pelo dano sofrido, verifico que o valor ora fixado mostra-se inadequado à hipótese vertente". O desembargador considerou por bem aumentar o valor da condenação para R$ 10 mil, no que foi acompanhado à unanimidade pelo colegiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 20090111766149&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 23/01/2012&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-8535561329353216292?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/8535561329353216292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/coice-de-cavalo-obriga-pousada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8535561329353216292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8535561329353216292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/coice-de-cavalo-obriga-pousada.html' title='Coice de cavalo obriga pousada a indenizar hóspede por danos morais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1701814986331645094</id><published>2012-01-24T10:59:00.002-02:00</published><updated>2012-01-24T10:59:32.907-02:00</updated><title type='text'>Gol é condenada a indenizar passageiro que teve que desembarcar em cidade diversa da contratada</title><content type='html'>&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Por decisão da juíza do 1º Juizado Especial Cível de Brasília, a Goll Linhas Aéreas terá que indenizar em R$ 4 mil, a título de danos morais, um cliente que teve que completar sua vigem de ônibus, porque o pouso ocorreu em cidade diversa da que foi contratada. Esse episódio demonstra, segundo a juíza, deficiência na prestação do serviço, já que a companhia aérea deveria ter reacomodado o passageiro em vôo próprio ou de terceiro, que oferecesse serviço equivalente para o mesmo destino, na primeira oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em sua defesa, a empresa sustentou que o pouso da aeronave em outro aeroporto foi ocasionado por problemas meteorológicos. Tais problemas, segundo a Gol, são qualificados como motivo de força maior ou caso fortuito, o que excluiria sua responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao apreciar o caso, a juíza assegurou que ficou incontroversa no processo a presença de contrato válido de transporte aéreo entre as partes, que não foi cumprido. "O autor não desembarcou no destino programado, sendo transportado de ônibus de Goiânia para Brasília", assegurou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a julgadora, o contrato de transporte é regido pelo Código Civil, devendo tal regramento ser interpretado à luz do CDC. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (CDC), em seu art. 14, e a Constituição Brasileira, no art. 37, dizem que a responsabilidade civil do transportador aéreo é objetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso concreto, entendeu a juíza que a Gol não comprovou a imprevisibilidade e a inevitabilidade necessárias à configuração de força maior ou caso fortuito. "O pouso em aeroporto diverso, em virtude de condições meteorológicas desfavoráveis, não afasta o dever de indenizar, se não há provas de eventual intensidade acima da normalidade e nem da duração da referida situação desfavorável", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a magistrada, as informações trazidas pelo autor são verdadeiras, pois a Gol não impugnou a afirmação de que outros aviões da empresa e de outras companhias decolavam com destino a cidade do autor, enquanto este aguardava um ônibus. "Conforme filmagens do processo, às 10h20, outro vôo da requerida partiria do aeroporto de Goiânia com destino a Brasília. Mesmo assim a empresa, somente cinco horas depois do pouso que ocorreu em Goiânia às 6h da manhã, é que providenciou transporte rodoviário. As filmagens denotam o descaso com o consumidor que não recebia informações adequadas e que era obrigado a permanecer fora do aeroporto esperando por um ônibus", concluiu a julgadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da decisão, cabe recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 2011.01.1.116863-6&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 23/01/2012&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1701814986331645094?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1701814986331645094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/gol-e-condenada-indenizar-passageiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1701814986331645094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1701814986331645094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/gol-e-condenada-indenizar-passageiro.html' title='Gol é condenada a indenizar passageiro que teve que desembarcar em cidade diversa da contratada'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3871681156693638998</id><published>2012-01-24T10:58:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T10:58:30.012-02:00</updated><title type='text'>Veja dicas para evitar dívidas no carnê, sem reduzir seu padrão de consumo</title><content type='html'>&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;SÃO PAULO – Embora muitos pensem que o carnê é a única forma de adquirir determinados produtos, educadores financeiros normalmente pontuam que está é a forma mais cara de comprar um bem. A alternativa recomendada é fazer alguns meses de poupança para adquirir o produto à vista e mais barato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando no poder de consumo das famílias, o educador financeiro Mauro Calil faz algumas sugestões para que se consiga consumir mais por menos.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Faça estoque de promoções&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Calil sugere aproveitar as promoções ou liquidações de produtos que têm prazo de validade longo ou que são consumidos em grandes quantidade. Produtos “como sal, macarrão, feijão, molho de tomate e mesmo fraldas devem ser comprados em maior quantidade, quando a promoção valer a pena”, diz Calil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dica é a mesma para os congelados. “Se você está acostumado a pagar R$ 15/kg no contrafilé e surge uma promoção da peça por R$11,90, repare que a economia é de 20%”, diz o educador, afirmando que seria o mesmo que obter tal rentabilidade em uma aplicação financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lembre-se de fazer isso desde que não entre no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Compre coletivamente&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– “Famílias e vizinhos unidos levam vantagem ao ir a atacadistas”, observa Calil. Como as famílias normalmente usam produtos da mesma marca, é possível se organizar para comprar em atacadistas, economizando até 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dica são os sites de compras coletivas, que podem render economias superiores a 50% em diversos tipos de produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Planeje grandes gastos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– “Trocar de carro, comprar uma nova e cara TV ou mesmo reformar a casa são passos que podem causar muito estrago no orçamento”, lembra Calil, sugerindo que se poupe primeiro e gaste depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, vale fazer um planejamento, seguindo os seguintes passos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="white-space: pre;"&gt;- &lt;/span&gt;Verifique o custo daquilo que você quer;&lt;br /&gt;&lt;span style="white-space: pre;"&gt;- &lt;/span&gt;Divida tal custo em parcelas que caibam no seu bolso;&lt;br /&gt;&lt;span style="white-space: pre;"&gt;- &lt;/span&gt;“Pague” aquela parcela a uma caderneta de poupança ou outra aplicação conservadora até que junte o necessário;&lt;br /&gt;&lt;span style="white-space: pre;"&gt;- &lt;/span&gt;Compre;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fazendo isto, você receberá juros, ao invés de pagá-los.Terá tudo o que quiser e ainda terá sobras financeiras”, explica o educador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Use o consórcio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– Embora se planejar e poupar seja mais indicado do que entrar no financiamento, uma opção mais interessante e mais econômica para aqueles que não conseguem evitar o carnê são os consórcios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao fazer um consórcio, você não paga juros, mas sim taxa de administração. Na prática a diferença pode alcançar valores de 70% a seu favor. No caso de automóveis e eletrodomésticos, por exemplo, as vantagens se somam, pois a espera pela contemplação é uma vantagem financeira”, finaliza Calil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: InfoMoney. Na base de dados do site www.sosconsumidor.com.br - 23/01/2012&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3871681156693638998?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3871681156693638998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/veja-dicas-para-evitar-dividas-no-carne.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3871681156693638998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3871681156693638998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/veja-dicas-para-evitar-dividas-no-carne.html' title='Veja dicas para evitar dívidas no carnê, sem reduzir seu padrão de consumo'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-859240741886652739</id><published>2012-01-18T11:15:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T11:15:57.698-02:00</updated><title type='text'>Brasileiros que estavam em navio naufragado podem pedir reparação por danos morais e materiais</title><content type='html'>&lt;div class="dotted" id="topo-materia" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="cabeca date" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Agência Brasil | 15h58m | 17.01.2012&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ferramentas-materia" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="botoes"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;                            &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zcfij5q4SrE/TxbF2Zx-ZYI/AAAAAAAAAWo/-5ryRScZUKo/s1600/ITALY-SHIPPING-TOURISM-DISASTER.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-zcfij5q4SrE/TxbF2Zx-ZYI/AAAAAAAAAWo/-5ryRScZUKo/s320/ITALY-SHIPPING-TOURISM-DISASTER.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os 57 brasileiros que estavam a bordo do navio Costa Concordia, que  naufragou sexta-feira (13) na costa italiana e foram resgatados com  vida,&amp;nbsp; têm direito a indenização por danos morais e materiais, disse  hoje o advogado Leonardo Amarante, especialista em Responsabilidade  Civil e Direito do Consumidor. Até agora, foram resgatados 11 corpos. O  navio transportava 4,2 mil pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Amarante explicou que a frustração pelas férias canceladas, o  desespero e o sofrimento experimentados durante o naufrágio seriam  justificativas para a ação por danos morais. Ele alertou que os que  entrarem com ações de indenização precisam ter muito cuidado com  possíveis situações de insolvência no Brasil, pois não se sabe se a  empresa proprietária do navio tem patrimônio no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O advogado destacou que, embora não tenha havido vítimas entre os  brasileiros, o caso de um ferimento, mesmo de menor gravidade, mas que  tenha gerado despesa médica, pode justificar pedido de ressarcimento.  Eles devem também ser&amp;nbsp; indenizados pelo que pagaram no pacote turístico e  pelas despesas feitas com a viagem à Itália onde pegaram o navio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No cruzeiro, havia passageiros de mais de dez países e cada país tem  um tratamento específico em relação à questão da reparação de danos,  observou o advogado. “Na Áustria, por exemplo, não há indenização por  dano moral, em um caso desses. Na Itália e no Brasil, sim. Mas é difícil  estimar o montante das indenizações, por causa do conflito de&amp;nbsp;  jurisdições.” No caso dos que perderam parentes no naufrágio, a situação  muda, porque a indenização é calculada com base na renda da vítima. Aí,  a reparação moral também existe e “a indenização passa a ser bem  maior”, explicou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Advogado das famílias das 55 vítimas do naufrágio do Bateau Mouche 4,  no Réveillon de 1988, no Rio de Janeiro, Amarante disse que a diferença  entre aquele caso e o naufrágio na Itália é que, por trás da empresa  Costa Cruzeiros, há um grupo de seguradoras que acabam facilitando o  pagamento das indenizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No caso do Bateau Mouche, não havia&amp;nbsp;  esse tipo de seguro e também&amp;nbsp; havia responsabilidade da União. Isso  causa um atraso tremendo no processo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O governo federal, por meio da Capitania dos Portos, foi considerado  culpado no processo, mas 24 anos depois, apenas 30% das indenizações  foram pagas aos parentes das vítimas, acrescentou. Segundo o laudo da  perícia, o Bateau Mouche 4 levava 142 passageiros, mais que o dobro da  lotação autorizada de 62 pessoas. Amarante tinha 28 anos à época, em que  iniciou as ações indenizatórias referentes ao naufrágio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dois sócios majoritários da empresa Bateau Mouche Rio Turismo foram  condenados pelo acidente e o terceiro, por sonegação fiscal decorrente  das investigações. Os três fugiram do Brasil. Amarante continua tentando  levar a leilão imóveis e participações societárias dos culpados pelo  acidente, que estão bloqueados, para ressarcir as famílias, porque  considera injusto que a União arque sozinha&amp;nbsp; com todo o ônus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-859240741886652739?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/859240741886652739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/brasileiros-que-estavam-em-navio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/859240741886652739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/859240741886652739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/brasileiros-que-estavam-em-navio.html' title='Brasileiros que estavam em navio naufragado podem pedir reparação por danos morais e materiais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zcfij5q4SrE/TxbF2Zx-ZYI/AAAAAAAAAWo/-5ryRScZUKo/s72-c/ITALY-SHIPPING-TOURISM-DISASTER.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-563699298004004341</id><published>2012-01-18T11:11:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T11:11:06.480-02:00</updated><title type='text'>Material escolar: sindicato é investigado por recomendar aumento nos preços</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="newsview-tools" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt; &lt;div class="icon" id="divFontSize"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a class="size-normal active" href="" title="Tamanho padrão de texto "&gt; &lt;/a&gt;&lt;a class="size-xlarge" href="" title="Tamanho muito grande de texto"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="icon"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="icon"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a class="email" href="http://www.infomoney.com.br/direitos-do-consumidor/noticia/2315602-material+escolar+sindicato+investigado+por+recomendar+aumento+nos+precos#anchorNavigation" id="divRecommend" title="Enviar para um amigo"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="icon last"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a class="comment" href="http://www.infomoney.com.br/direitos-do-consumidor/noticia/2315602-material+escolar+sindicato+investigado+por+recomendar+aumento+nos+precos#anchorNavigation" id="divComment" title="Comentar esta notícia"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="comments"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="newsview-info" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="newsview-date" id="ctl00_cphContent_ctl03_lblDate"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="newsview-autors"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="newsview-colabs" id="ctl00_cphContent_ctl03_lblCollaborated"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-top: 7px; text-align: justify;"&gt;  &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a class="addthis_button_facebook_like at300b" href="http://www.infomoney.com.br/direitos-do-consumidor/noticia/2315602-material+escolar+sindicato+investigado+por+recomendar+aumento+nos+precos#" title="Send to Facebook_like"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="addthis_button_tweet at300b" href="http://www.infomoney.com.br/direitos-do-consumidor/noticia/2315602-material+escolar+sindicato+investigado+por+recomendar+aumento+nos+precos#" title="Tweet"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="ads vleft vleft vleft vleft vleft" id="ctl00_cphContent_ctl03_ctl02_pnlAdvertising" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt; &lt;div class="Position2" id="ctl00_cphContent_ctl03_ctl02_pnlScript"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;        &lt;/span&gt;            &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ctl00_cphContent_ctl03_pnlNewsHotWords"&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;SÃO PAULO - O Simpa-SP (Sindicato do Comércio  Varejista de Material de Escritório, Escolar e Papelaria do Estado de  São Paulo e Região)  e o presidente do sindicato, Antônio Martins  Nogueira, estão sendo investigados por recomendar data, valores e  percentuais  de aumento dos preços de material escolar ao consumidor. A determinadação partiu da SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, por meio do DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O Simpa-SP também terá de publicar em cinco jornais de grande circulação, por dois dias seguidos, a nota da secretaria que informa  os afiliados da proibição de recomendar aumento nos valores dos  produtos. O DPDC alertou os Procons de todo o País para que redobrem a  atenção e o monitoramento de papelarias e lojas de revenda de materiais  escolares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo o Ministério da Justiça, a medida preventiva foi tomada após  conhecimento de notícias  veiculadas pela imprensa em 21 de dezembro de 2011, dizendo que o  Simpa-SP estaria recomendando  que o varejistas repassem para os preços  dos produtos que compõem a lista de material escolar o índice da  inflação no período, que deve ficar entre 4,5% e 6,5%, de acordo com o  IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Recomendação&lt;/strong&gt;Nas  matérias veiculadas pela imprensa, o Simpa-SP sugeria que os  consumidores antecipassem a compra de material escolar, para evitar o  repasse de 7%, referente à inflação anual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda nas matérias  publicadas, o presidente do sindicado afirmou que o aumento ainda não  havia ocorrido, mas que nas próximas  compras deveria haver reajuste de  até 10% no valor das mercadorias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo o secretário de Direito  Econômico, Vinicius Marques de Carvalho, essa prática do sindicato é  ilegal e os consumidores são os que mais sofrem com isso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Os  sindicatos e as associações de classe desempenham papel fundamental em  nossa sociedade. Suas atividades podem beneficiar seus integrantes e  também contribuir para o aumento da eficiência do mercado. No entanto,  práticas como esta não apenas ferem a ordem econômica como também tentam  indexar artificialmente um setor da economia do país", explicou  Carvalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Punição&lt;/strong&gt;Combinação e alinhamento de  preços é uma prática anticoncorrencial prevista na lei 8884/94. Caso a  medida preventiva seja descumprida, o sindicato deverá pagar multa de R$  10 mil por dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="newsview-date" id="ctl00_cphContent_ctl03_lblDate"&gt;17 de janeiro de 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="newsview-autors"&gt;Por: Welington Vital de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.infomoney.com.br/direitos-do-consumidor/noticia/2315602-material+escolar+sindicato+investigado+por+recomendar+aumento+nos+precos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-563699298004004341?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/563699298004004341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/material-escolar-sindicato-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/563699298004004341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/563699298004004341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/material-escolar-sindicato-e.html' title='Material escolar: sindicato é investigado por recomendar aumento nos preços'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2125887059224649717</id><published>2012-01-18T11:07:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T11:07:35.449-02:00</updated><title type='text'>Defesa do Consumidor divulga ranking dos setores e empresas que mais receberam reclamações em 2011</title><content type='html'>&lt;div id="dadosConteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="pDataDestaque floatLeft" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 11px; width: 400px;"&gt;         &lt;span class="textoNegrito"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pOpcoesDestaque floatRight" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                                               &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="textoConteudo" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;em class="first-child last-child"&gt;Publicação do Ministério da Justiça traz balanço de 1,6 milhão de reclamações&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="textoNegrito" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;17/01/12&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Boletim do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (SINDEC)  do Ministério da Justiça consolida e analisa informações sobre as  demandas apresentadas no último ano aos órgãos públicos de defesa do  consumidor integrados ao Sistema. Mais de 1,6 milhões de atendimentos  foram realizados através de serviços mantidos por órgãos de defesa do  consumidor (Procons) em 23 estados e no Distrito Federal. São 346 locais  espalhados por 212 cidades brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Boletim informa as principais áreas da economia que levaram os  consumidores a procurarem as instituições e os principais problemas  enfrentados. Os setores da economia que mais geraram demandas são:  &lt;b&gt;cartão de crédito (9,21%), telefonia celular (7,99%), banco comercial  (7,26%), telefonia fixa (5,56%) e aparelho celular (5,44%).&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste universo, o principal problema que leva o consumidor brasileiro a  procurar o Procon são as cobranças, cerca de 35,46%, e as reclamações  são por conta da falta de informação sobre valores, cobranças duplicadas  e outros problemas. Em segundo lugar, com 19,99%, há problemas com  ofertas, depois tem 11,62% com contratações (alterações unilaterais,  descumprimento de ofertas e enganos em peças publicitárias) e 11,19% com  qualidade (vício, defeitos e garantias de produtos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong class="first-child last-child"&gt;Objetivos - &lt;/strong&gt;“Além de  dar transparência ao trabalho de atendimento ao consumidor realizado  pelos Procons, o boletim também tem como objetivo incentivar o mercado a  aprimorar a qualidade de seu atendimento e o respeito ao consumidor”,  afirma a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor,  Juliana Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação permite ao consumidor verificar os principais problemas de  consumo e serve como orientação na escolha de produtos e serviços; dá  transparência do atendimento ao consumidor realizado pelos Procons  integrados ao SINDEC; incentiva o mercado a melhorar a do atendimento e  oferecer respeito ao consumidor; e, ainda, garante o permanente controle  social sobre o mercado de consumo, com vistas a seu aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong class="first-child last-child"&gt;Boletim -&lt;/strong&gt; O Boletim  SINDEC é elaborado pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor -  DPDC, da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça  (www.mj.gov.br). O DPDC é um organismo de coordenação da política do  Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC). As atribuições do  Departamento, além da visibilidade aos dados recolhidos pelo SINDEC,  abrangem o incentivo e apoio à formação de órgãos e entidades de defesa  do consumidor pela população e pelos órgãos públicos estaduais e  municipais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                                                  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pAutorNoticia" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;Secom&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2125887059224649717?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2125887059224649717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/defesa-do-consumidor-divulga-ranking.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2125887059224649717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2125887059224649717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/defesa-do-consumidor-divulga-ranking.html' title='Defesa do Consumidor divulga ranking dos setores e empresas que mais receberam reclamações em 2011'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-11115346929442317</id><published>2012-01-18T11:01:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T11:01:01.732-02:00</updated><title type='text'>Procon encontra diferença de 250% nos preços de material escolar em Curitiba</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hvX0zmrRJs8/TxbCQx10KrI/AAAAAAAAAWg/RKa4XxV-1Ss/s1600/MATERIALESCOLAR3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/-hvX0zmrRJs8/TxbCQx10KrI/AAAAAAAAAWg/RKa4XxV-1Ss/s320/MATERIALESCOLAR3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="itemBody" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O Procon registrou diferença de até 250% nos  preços de material escolar vendido em 12 estabelecimentos de Curitiba. A  pesquisa, feita entre terça e sexta-feira (10 a 13) da semana passada,  verificou o valor cobrado de 199 itens. O levantamento está disponível  no site www.procon.pr.gov.br, no link pesquisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior diferença entre as lojas foi registrada na tesoura escolar 4”  Extracort da Tramontina, encontrada com valores entre R$ 2,00 e R$ 7,00.  O Procon-PR lembra que os preços podem sofrer alteração e que a  divulgação dos dados pode acirrar a concorrência. A pesquisa também está  disponível na sede do órgão, na Rua Presidente Faria, 431, no centro de  Curitiba. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O levantamento do Procon é um instrumento útil para que o consumidor  faça sua própria pesquisa antes de adquirir os itens pedidos pelos  estabelecimentos de ensino”, afirma a vice-coordenadora do órgão, Maria  Izabel Verni. “A nossa meta com as pesquisas é sempre orientar o  consumidor.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros itens que apresentaram diferenças significativas de preços foram a  caixa de giz de cera com 12 cores da marca Acrilex, que varia de R$  0,99 a R$ 3,20 (variação de 223,23%) e o caderno de aritmética da linha  Arca de Noé, Tilibra, brochura 40 folhas, encontrado a partir de R$ 0,79  a R$ 2,45, o que representa diferença de 210,13%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIBERDADE – A orientação da vice-coordenadora do Procon é que pais e  alunos façam um balanço do que restou do ano anterior para verificar a  possibilidade de reaproveitamento. Segundo Izabel, a escola não pode  forçar os pais a adquirirem o material ou o uniforme que ela venda ou só  na livraria por ela indicada, pois o Código de Defesa do Consumidor  garante a liberdade de escolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei garante os direitos do consumidor também na compra de material  escolar, mesmo quando o produto é importado. Materiais como colas,  tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas e produtos semelhantes precisam  conter nas embalagens as informações básicas, em língua portuguesa, a  respeito do fabricante, importador, composição, peso, prazo de validade e  se apresentam algum perigo ao consumidor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazo para reclamar defeitos em produtos não duráveis é de 30 dias  após a aquisição e para os produtos duráveis é de 90 dias. A nota fiscal  deve ser sempre exigida, pois é documento indispensável para o caso da  ocorrência de problemas com as mercadorias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="itemBody" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=67344&amp;amp;tit=Procon-encontra-diferenca-de-250-nos-precos-de-material-escolar-em-Curitiba&amp;amp;ordem=12 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-11115346929442317?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/11115346929442317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/procon-encontra-diferenca-de-250-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/11115346929442317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/11115346929442317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2012/01/procon-encontra-diferenca-de-250-nos.html' title='Procon encontra diferença de 250% nos preços de material escolar em Curitiba'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hvX0zmrRJs8/TxbCQx10KrI/AAAAAAAAAWg/RKa4XxV-1Ss/s72-c/MATERIALESCOLAR3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-426775815913187801</id><published>2011-10-20T10:56:00.004-02:00</published><updated>2011-10-20T10:56:51.330-02:00</updated><title type='text'>O impacto da queda dos juros no crédito ao consumidor</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold; line-height: 13px;"&gt;Banco Central reduziu a Selic de 12% para 11,50% ao ano nesta quarta-feira&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="noindex" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #6f6f6f; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 13px;"&gt;&lt;span style="color: #1d6c88; font-weight: bold;"&gt;Copom&lt;/span&gt;&amp;nbsp;| 19/10/2011 20:03&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 13px;"&gt;&lt;a class="autor-nome" href="http://exame.abril.com.br/jornalistas/luis-artur-nogueira" style="color: #1d6c88; display: inline-block; font-size: 11px; margin-right: 3px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;Luís Artur Nogueira&lt;/a&gt;, de&amp;nbsp;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/" style="color: #1d6c88; text-decoration: none;" target="blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: none; vertical-align: middle;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; line-height: 13px;"&gt;&lt;div class="mat-corpo" style="margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="info-img-articles" style="float: left; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 20px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="article_image" style="clear: right; float: right; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;img alt="Loja de eletrônicos" height="150" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/31202/size_590_loja-eletronicos.jpg?1307476025" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; max-width: 590px;" title="Loja de eletrônicos" width="200" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="color: #6f6f6f; font-size: 10px; line-height: 13px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: right;"&gt;Alexandre Battibugli/EXAME.com&lt;/div&gt;&lt;div class="embedded" style="font-size: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gray" style="color: #6f6f6f; line-height: 19px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Loja de eletrônicos: juros ao consumidor terão queda pequena nos próximos dias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;São Paulo –- A&amp;nbsp;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/economia/noticias/sem-surpresas-copom-reduz-os-juros-em-meio-ponto-percentual" style="color: #1d6c88; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;queda&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de meio ponto percentual na taxa Selic terá um impacto pequeno no crediário. Um levantamento feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que, na média, a taxa mensal cobrada na ponta do consumo passará de 6,69% para 6,65%.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;"Este fato ocorre uma vez que existe um deslocamento muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores que, na média da pessoa física, atingem 117,51% ao ano, provocando uma variação de mais de 800,00% entre as duas pontas”, explica a direção da Anefac.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; line-height: 13px;"&gt;&lt;div class="mat-corpo" style="margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="clear" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os juros mensais do cartão de crédito (Pessoa Física), por exemplo, caem de 10,69% ao mês para 10,65% ao mês. Essa é a modalidade que tem as taxas mais abusivas do mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;No caso do empréstimo pessoal em bancos, os juros mensais serão reduzidos de 4,47% para 4,43%. As taxas dos financiamentos de veículos, que são as menores da pesquisa da Anefac, passam de 4,47% para 4,43% ao mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="font-style: inherit; font-weight: bold;"&gt;Antes e depois: veja como ficam os juros ao consumidor após a queda da Selic&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; border-collapse: collapse; font-size: 13px; width: 590px;"&gt;&lt;thead&gt;&lt;tr&gt;&lt;th scope="col" style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Linha de crédito&lt;/th&gt;&lt;th style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Mensal (Selic em 12%)&lt;/th&gt;&lt;th style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Anual (Selic em 12%)&lt;/th&gt;&lt;th style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Mensal (Selic em 11,5%)&lt;/th&gt;&lt;th style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Anual (Selic em 11,5%)&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/thead&gt;&lt;caption style="font-style: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;Fonte: Anefac&lt;/em&gt;&lt;/caption&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;th scope="col" style="background-color: #5993a8; border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: white; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left;"&gt;Juros do comércio&lt;/th&gt;&lt;td style="border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; vertical-align: top;"&gt;5,54%&lt;/td&gt;&lt;td style="border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; vertical-align: top;"&gt;90,99%&lt;/td&gt;&lt;td style="border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; vertical-align: top;"&gt;5,50%&lt;/td&gt;&lt;td style="border-bottom-color: rgb(217, 217, 217); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(217, 217, 217); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(217, 217, 217); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(217, 217, 217); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; vertical-align: top;"&gt;90,12%&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;th scope="col" style="background-color: #5993a8; 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border-top-width: 1px; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://exame.abril.com.br/v2010/images/seta-azul.gif); background-origin: initial; background-position: 0px 4px; background-repeat: no-repeat no-repeat; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 17px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/economia/infograficos/noticias/a-evolucao-da-taxa-de-juros-no-governo-dilma" style="color: #1d6c88; font-size: 12px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Infográfico: A evolução da taxa de juros no governo Dilma&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-426775815913187801?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/426775815913187801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/o-impacto-da-queda-dos-juros-no-credito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/426775815913187801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/426775815913187801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/o-impacto-da-queda-dos-juros-no-credito.html' title='O impacto da queda dos juros no crédito ao consumidor'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7978770481573888933</id><published>2011-10-20T10:32:00.001-02:00</published><updated>2011-10-20T10:32:21.460-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #441500; line-height: 18px;"&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-806569915349804823" style="line-height: 1.5; position: relative; width: 518px;"&gt;&lt;div id="noticias_ler_total" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: normal;"&gt;&lt;div id="titulo_noticia_ler"&gt;&lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de reduzir a taxa básica de juros do país, a Selic, em 0,5 p.p. (ponto percentual), para 11,50% ao ano, fez com que o Brasil completasse 21 meses na liderança do ranking dos países com maiores juros reais do planeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O país ocupa a primeira posição do ranking desde janeiro de 2010, quando ultrapassou o segundo colocado à época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="" name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a alta, os juros reais foram a 5,5% ao ano. Na segunda posição aparece a Hungria, com taxa real de 2,3%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ranking é elaborado por Jason Vieira, analista internacional da Cruzeiro do Sul Corretora, com 40 das maiores economias do planeta. Da taxa básica, foi descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na análise de Vieira, no Brasil, a queda dos juros reais desde a medição anterior ocorre pela elevação nas projeções de inflação futura. "É o resultado das mais recentes altas de preços ocorridas recentemente, principalmente em alimentos e habitação."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em diversos países, o índice de alimentação e energia também pesou na atual medida, com a crescente elevação das projeções de inflação, inclusive em economias desenvolvidas, independente do cenário de atividade econômica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo levantamento da Cruzeiro do Sul, para que o Brasil deixasse a primeira colocação no ranking, seria necessário um corte de 4,00 p.p. na taxa Selic. Assim, o país chegaria a um juro real de 2,2%, ocupando a segunda posição, atrás da Hungria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto o Brasil reforça sua liderança na lista, mais da metade dos países citados registram juro real negativo. Tanto que a taxa média geral dos 40 países analisados ficou em -0,8%. Os últimos lugares do ranking são ocupados por Hong Kong (-4,9%), Cingapura (-5,4%) e Venezuela (-7,4%).&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; Editoria de Arte/Folhapress &amp;nbsp;&lt;img alt="" border="0" height="280" src="http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/11292682.gif" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.496094) 1px 1px 5px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.496094) 1px 1px 5px; padding-bottom: 8px; padding-left: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Folha Online - 19/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7978770481573888933?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7978770481573888933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/decisao-do-copom-comite-de-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7978770481573888933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7978770481573888933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/decisao-do-copom-comite-de-politica.html' title=''/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7862024628779080753</id><published>2011-10-20T09:23:00.004-02:00</published><updated>2011-10-20T09:34:38.303-02:00</updated><title type='text'>CUIDADO COM O NOVO GOLPE DAS CONSTRUTORAS!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Por Henrique Guimaraes, Advogado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Especialista em Direito Civil e do Consumidor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Diante do problema epidêmico do atraso na entrega de obras, que vem prejudicando sobremaneira consumidores de todo o Brasil, estes já começaram a acordar e tomar providencias legais para fazer valer os seus direitos contra os abusos das construtoras. Prova disso é o aumento de cerca de 400% no número de ações dessa natureza somente na cidade de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ocorre que para tentar barrar essa enxurrada de demandas judiciais, as construtoras estão praticando um novo golpe contra os seus clientes, sendo o motivo desse artigo chamar à atenção de todos os consumidores na mesma situação para que não venham a se tornar novas vítimas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Algumas construtoras de renome nacional e com obras atrasadas têm adotado o seguinte expediente para ludibriar os seus clientes. Convidam para um atendimento pessoal, apresentam desculpas ("&lt;i&gt;esfarrapadas"&lt;/i&gt;) pelo atraso e oferecem algum beneficio minúsculo para o consumidor, que fica surpreso com a "bondade" da empresa e aceita de imediato, caindo na armadilha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Eis que para aceitar o minúsculo benefício referido, a construtora apresenta um documento que ele deverá assinar para ter tal direito. Aí está a armadilha!!&lt;b&gt;Nesse documento consta uma aceitação ou concordância com o novo prazo de entrega, isentando a construtora de qualquer responsabilidade!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Outras construtoras agem de forma ainda mais perversa. Após a vistoria final para a entrega do apartamento, só entregam as chaves se o consumidor assinar um documento semelhante, dando plena quitação e renunciando ao direito de reclamar em juízo por qualquer questão referente ao imóvel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O cliente que assinar tais documentos (armadilhas) terá maiores dificuldades se desejar acionar judicialmente a construtora pleiteando os seus direitos legais pelo atraso da obra, já que concordou com o atraso e a isentou de responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Esclareça-se que nenhum consumidor está obrigado a assinar nenhum dos documentos apontados acima e nenhuma construtora poderá forçar as assinaturas, ou condicionar as chaves a tal procedimento. Isso é abusivo, ilegal e deve ser energicamente coibido. Quem for vítima de um abuso como esse pode procurar a Delegacia de Defesa do Consumidor ou o Ministério Público do Consumidor ou o Procon, ou um advogado da sua confiança para adotar as medidas cabíveis contra esses abusos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Portanto consumidor, mais do que nunca fique atento para não cair nesse novo golpe chulo e ardiloso!! Consumidor consciente é consumidor BEM INFORMADO. Saiba mais em &lt;a href="http://www.obrasatradas.com.br/"&gt;www.ObrasAtradas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.bahiaja.com.br/colunista_texto.php?idArtigoColunista=1828"&gt;http://www.bahiaja.com.br/colunista_texto.php?idArtigoColunista=1828&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #330033; line-height: 18px;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #330033; line-height: 18px;"&gt;enrique  Guimaraes, advogado (OAB-BA) Especialista em Direito Civil e do  Consumidor, com atuação destacada nos ramos do Direito Imobiliário,  Bancário, Empresarial, Financeiro, Família e de Saúde (planos), autor de  diversos artigos, colunista do blog BahiaJá, além de consultor  recorrente dos meios de comunicação locais como a Rede Bahia, Record  Bahia, Band Bahia, Tv Aratú, rádios, jornais e sites de notícias&lt;/span&gt;. Salvador - Bahia - &lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1618731975"&gt;www.henriqueguimaraes.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.henriqueguimaraes.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7862024628779080753?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7862024628779080753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cuidado-com-o-novo-golpe-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7862024628779080753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7862024628779080753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cuidado-com-o-novo-golpe-das.html' title='CUIDADO COM O NOVO GOLPE DAS CONSTRUTORAS!!'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3524259969651375822</id><published>2011-10-20T09:23:00.001-02:00</published><updated>2011-10-20T09:38:44.459-02:00</updated><title type='text'>CLÁUSULA DE 180 DIAS DAS CONSTRUTORAS É ILEGAL</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;Por Henrique Guimarães – Advogado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;Especialista em Direito Civil e do Consumidor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Graças às políticas de facilitação do crédito, especialmente as voltadas para a aquisição da casa própria, milhões de brasileiros, nos últimos anos, tem firmado contratos de promessas de compra e venda com construtoras por todo o Brasil. Boa parte desses ajustes dizem respeito à aquisição de imóveis “na planta”, onde o consumidor adquire uma expectativa de direitos, qual seja a de vir a ser dono de uma ou mais unidades imobiliárias a serem construídas naquele empreendimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Esses contratos, que são de adesão, prevêem um plano de pagamento do imóvel, pelo consumidor, com datas certas e pré-determinadas, sob pena de sanções contratuais, como multa, juros e até a rescisão do contrato com perda de parte do que tenha sido pago. Do outro lado, prevê a obrigação da incorporadora/construtora construir o imóvel e entregá-lo em prazo igualmente pré-determinado. Não obstante essa pré-determinação, porém, as construtoras colocam nos contratos as chamadas cláusulas de tolerância, que inicialmente eram de 90 dias, passaram para 120 e hoje a maioria já trabalha com 180 dias. Cabe a pergunta, é legal esta cláusula, à luz do direito do consumidor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A resposta é não! O direito do consumidor tem entre os seus princípios o do equilíbrio das relações de consumo, da equidade, a se refletir na bilateralidade dos contratos de consumo. Ou seja, isso quer dizer que a relação de consumo tem que ser equilibrada, na sua balança de prestações e contra-prestações, não podendo pender com a desigualdade de benefícios para uma das partes. Neste sentido o art. 51, IV do CDC:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Art. 51 -São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos ou serviços que:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;I – impossibilitem, exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza dos produtos e serviços ou implique em renúncia ou disposição de direitos. (...);&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;III – transfiram a responsabilidade a terceiros;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;IV – estabeleçam prestações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a &lt;u&gt;equidade&lt;/u&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify; text-indent: -3cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Vale também a lição de Felipe Peixoto Braga Netto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;“Serão inválidas as disposições que ponham em desequilíbrio a equivalência entre as partes. Se o contrato situa o consumidor em situação inferior, com nítidas desvantagens, tal contrato poderá ter a sua validade judicialmente questionada, ou, em sendo possível, ter apenas a cláusula que fere o equilíbrio afastada”. (Felipe Peixoto Braga Netto, in Manual de Direito do Consumidor, Salvador: Edições Juspodivm, 2009)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Por outro lado o Superior Tribunal de Justiça &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;recentemente reconheceu a:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;“imposição de um novo paradigma de boa-fé objetiva, equidade contratual e proibição da vantagem excessiva nos contratos de consumo (art. 51, IV)” (STJ, REsp.437.607, rel. Min. Hélio Quáglia Barbosa, 4ª T., j. 15/05/07, DJ 04/06/07).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Qualquer cláusula em contrato de consumo igualmente não pode ofender os princípios constitucionais da razoabilidade e proporcionalidade:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;“NÃO PODE A ESTIPULAÇÃO CONTRATUAL OFENDER O PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE, E SE O FAZ, COMETE A ABUSIVIDADE VEDADA PELO ART. 51, IV,&amp;nbsp; DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. ANOTE-SE QUE A REGRA&amp;nbsp; PROTETIVA, EXPRESSAMENTE, REFERE-SE A UMA DESVANTAGEM EXAGERADA DO CONSUMIDOR, E AINDA, COM OBRIGAÇÕES INCOMPATÍVEIS COM A BOA-FÉ E A EQUIDADE” (STJ, RESP 158,728, REL. MIN. CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO, 3ª T., J. 16/03/99, P.DJ 17/05/99)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Assim, a maioria das entidades de proteção dos consumidores entende que na medida em que o contrato confere à construtora o direito de atrasar o cumprimento de sua obrigação (entregar a unidade imobiliária), o mesmo direito deve ser conferido ao adquirente, de modo a ter um “prazo de carência” para o cumprimento de suas obrigações – realização dos pagamentos. Assim, se o contrato concede esse direito à construtora, e não o defere ao adquirente, pode-se concluir que houve desrespeito à exigência do CDC no que se refere ao equilíbrio contratual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A jurisprudência já vem re conhecendo essa realidade:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;“PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL – ATRASO NA ENTREGA DA OBRA – INDENIZAÇÃO POR LUCROS CESSANTES – TEORIA DA IMPREVISÃO – INAPLICABILIDADE PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE TOLERÂNCIA – CLÁUSULA ABUSIVA – CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;3. A cláusula que faculta à construtora o adiamento da entrega da obra por doze meses após o prazo previsto, sem qualquer justificativa para tanto, é abusiva e nula de pleno direito, por configurar nítido desequilíbrio contratual, rechaçado pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;4. Recurso do autor provido parcialmente. Recurso da ré improvido. Decisão unânime.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;(TJ/DF – 5ª T. Cív., Ap.Cív. nº48245/1998, Rel. Des. Adelith de Carvalho Lopes, julg.08.03.1999)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“EMENTA – COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL A PRESTAÇÃO PRAZO DE ENTREGA DO IMÓVEL COMPROMISSADO. INADIMPLÊNCIA DA COMPROMISSÁRIA VENDEDORA. PRAZO DE TOLERÊNCIA PRVISTO NO CONTRATO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Considera-se inadimplente a construtora e compromissária vendedora quando não faz entrega do bem compromissado no prazo previsto no contrato, autorizando o acolhimento do pedido de rescisão feito pelo compromissário comprador, com devolução de todas as parcelas pagas, devidamente corrigidas, mais juros de mora e outras penalidades previstas em contrato.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;O prazo de tolerância previsto em contrato somente é justificativa para a prorrogação do prazo contratual de entrega do imóvel compromissado quando ocorrer caso fortuito ou força maior devidamente comprovado nos autos.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="margin: 0cm 0cm 0pt 3cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;(TJ/MJ – 7ª C. Cív., Ap. Cív. Nº361743-8, Rel. Des. José Afonso da Costa Côrtes, julg. 06.06.2002).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A exceção que admitiria a utilização da cláusula de tolerância, mesmo assim em patamar mais razoável (90 dias), seria na ocorrência de um caso fortuito ou de força maior. A doutrina e a jurisprudência convergem no entendimento de que o fortuito e a força maior são apenas as situações &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;imprevisíveis e inevitáveis&lt;/b&gt;. Vejamos se é possível encaixar esses conceitos nos principais argumentos das construtoras para justificar os atrasos: a) problemas com o terreno da construção, b) chuvas, c) greve dos trabalhadores da construção civil e d) falta de materiais de construção e de mão-de-obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quanto a ocorrência de problemas com o terreno da construção, é evidente que trata-se de uma falha da construtora no estudo e avaliação prévia do terreno pelos seus engenheiros. É um caso evidente de vício (erro, falha) na prestação do serviço. Não se pode transferir a responsabilidade por um erro seu aos consumidores que confiaram na qualidade e responsabilidade da empresa. Como já mostrado acima, o CDC possui normas que proíbem tais práticas (art. 51, I, II, e III). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 0cm 137.4pt 183.2pt 229.0pt 274.8pt 320.6pt 366.4pt 412.2pt 458.0pt 503.8pt 549.6pt 595.4pt 641.2pt 687.0pt 732.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 0cm 137.4pt 183.2pt 229.0pt 274.8pt 320.6pt 366.4pt 412.2pt 458.0pt 503.8pt 549.6pt 595.4pt 641.2pt 687.0pt 732.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Aliás, o STJ já tem jurisprudência refutando esse argumento&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 115%;"&gt; REsp331496/MGRECURSOESPECIAL2001/0086594-7&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; tab-stops: 3.0cm 137.4pt 183.2pt 229.0pt 274.8pt 320.6pt 366.4pt 412.2pt 458.0pt 503.8pt 549.6pt 595.4pt 641.2pt 687.0pt 732.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; tab-stops: 3.0cm 137.4pt 183.2pt 229.0pt 274.8pt 320.6pt 366.4pt 412.2pt 458.0pt 503.8pt 549.6pt 595.4pt 641.2pt 687.0pt 732.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;RESPONSABILIDADE CIVIL, CONSTRUTORA, DESCUMPRIMENTO, PRAZO, ENTREGA, IMOVEL, INDEPENDENCIA, ALEGAÇÃO, ATRASO, MOTIVO, CORREÇÃO, DEFEITO, TERRENO, COMPROVAÇÃO, PROVA PERICIAL, EXISTENCIA, PRESUNÇÃO, EMPRESA, CONHECIMENTO, FATO, MOMENTO, CELEBRAÇÃO, CONTRATO, NÃO CARACTERIZAÇÃO, CASO FORTUITO, FORÇA MAIOR.TERMO FINAL, UTILIZAÇÃO, VALOR, ALUGUEL, BASE DE CALCULO, INDENIZAÇÃO, DATA, ENTREGA DAS CHAVES, JUIZO, CARACTERIZAÇÃO, DATA, DISPONIBILIDADE, POSSE, IMOVEL, AUTOR. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify; text-indent: -3cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O risco da atividade econômica é do empresário, assim como o lucro, com base no princípio capitalista insculpido na Constituição Federal de 1988. Pela Teoria do Risco, “aquele que lucra com uma situação deve responder pelo risco ou pelas desvantagens dela resultantes” (&lt;i&gt;ubi emolumentum, ibi onus; ubi commoda, ibi incommoda&lt;/i&gt;). O que desejam as construtoras em tais casos é &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;gozar do bônus e transferir o ônus&lt;/b&gt;, numa postura violadora da boa-fé objetiva e em nítido descompasso com as noções modernas de empresarialidade responsável ou cidadã, que exige que todas as suas ações sejam pautadas pela ética, sem exceção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quanto à alegação de chuvas como força maior, também só pode ser aceita em casos excepcionais. Usemos como exemplo a capital baiana. É sabido que todo ano Salvador passa por um forte período de chuvas de outono. Logo, evidentemente, não se pode classificar como algo imprevisível, a justificar a utilização da cláusula de tolerância, salvo se o índice pluviométrico registrado for muito fora de padrão para o período, algo não registrado “há décadas”, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-pagination: none; tab-stops: 126.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Em relação a ocorrência de greves dos trabalhadores da construção civil, devido à regularidade da sua ocorrência (todo ano tem) também não se enquadraria como &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;imprevisível&lt;/i&gt;. Menos ainda inevitável, já que o seu advento depende de negociações com sindicatos que podem ser antecipadas, melhor negociadas, gerenciadas, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Sobre a falta de materiais de construção e de mão de obra no mercado, a alegação chega a ser desrespeitosa para com os consumidores. Ora, como se pode alegar falta de mão-de-obra e materiais de construção para concluir no prazo um empreendimento em curso, se a mesma empresa continua a lançar no mercado novos e novos empreendimentos??? É abusar da inteligência do consumidor, argumento pífio!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A conta é simples, se determinada obra levaria 4 anos para ser concluída com 100 trabalhadores, com 200 esse prazo cairia pela metade. É exatamente o que as construtoras não querem fazer, desembolsar para cumprir os prazos dos contratos elaborados por elas próprias, deixando ao sabor de todo tipo de transtornos e prejuízos os consumidores brasileiros, diante do olhar complacente e inoperante das autoridades e legisladores do nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O que realmente está por trás dos epidêmicos atrasos nas construções particulares de todo o Brasil são o acintoso desrespeito e despreocupação das construtoras com as famílias que adquirem imóveis e se planejam em cima do cronograma contratualmente firmado para a entrega do empreendimento. É quando o sonho da casa própria vira pesadelo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Só para registro, foi publicado o lucro &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;trimestral&lt;/b&gt; de uma das construtoras que atuam nacionalmente, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;PDG&lt;/b&gt;, que alcançou, no início de 2011,&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; a cifra de R$239,00 milhões de reais! &lt;/b&gt;Crescimento de&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; 33% &lt;/b&gt;em relação ao primeiro trimestre de 2010&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;. &lt;/b&gt;O dado é emblemático e reflete a realidade desse mercado e a perversidade que vem se praticando, impunemente, contra os consumidores nacionais. De um lado polpudos lucros nunca antes alcançados pelo setor da construção civil, do outro, um rastro de desrespeito e prejuízos amargados pelos clientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A boa notícia é o crescimento do número de ações contra as construtoras em razão dos atrasos, que só em São Paulo aumentou cerca de 60% nos últimos três anos, o que indica que o consumidor está tomando consciência dos seus direitos e está mais dispostos a exercitá-los. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Vale lembrar que o consumidor com obra atrasada tem uma série de direitos a pleitear em seu favor, portanto fique esperto, consumidor consciente é consumidor bem informado! &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Saiba mais em &lt;a href="http://www.obrasatrasadas.com.br/"&gt;www.ObrasAtrasadas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeader" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-hyphenate: none; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif;"&gt;BIBLIOGRAFIA / LEITURA RECOMENDADA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-hyphenate: none; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ALMEIDA, João Batista de. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A Proteção Jurídica do Consumidor&lt;/i&gt;. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2002.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-hyphenate: none; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;BENJAMIN. Antônio Herman.V. / MARQUES, Cláudia Lima / BESSA, Leonardo Roscoe. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Manual de Direito do Consumidor&lt;/i&gt;. São Paulo: Revista dos tribunais, 2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;GRINOVER, Ada Pellegrini. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Código Brasileiro de Defesa do Consumidor&lt;/i&gt;: Forense Universitária, 2004.&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif; line-height: 150%;"&gt;MARQUES, Claudia Lima em seu livro, &lt;span class="tituloproduto"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Contratos no Código de Defesa do Consumidor&lt;/i&gt;. 5ª Edição, Editora: Revista dos Tribunais, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="CabealhoChar"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;NETTO, Felipe Peixoto Braga.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;Manual de Direito do Consumidor, Salvador: Edições Juspodivm, 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-hyphenate: none; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="style11"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;NUNES, Luiz Antonio Rizzato. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Comentários ao Código de Defesa do Consumidor&lt;/i&gt;: direito material. São Paulo: Saraiva, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-hyphenate: none; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="style11"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;NUNES, Luiz Antonio Rizzato. Curso de Direito do Consumidor. São Paulo: Saraiva, 2008,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="style11"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bahiaja.com.br/colunista_texto.php?idArtigoColunista=1729%20"&gt;http://www.bahiaja.com.br/colunista_texto.php?idArtigoColunista=1729 &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #330033; line-height: 18px;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #330033; line-height: 18px;"&gt;enrique  Guimaraes, advogado (OAB-BA) Especialista em Direito Civil e do  Consumidor, com atuação destacada nos ramos do Direito Imobiliário,  Bancário, Empresarial, Financeiro, Família e de Saúde (planos), autor de  diversos artigos, colunista do blog BahiaJá, além de consultor  recorrente dos meios de comunicação locais como a Rede Bahia, Record  Bahia, Band Bahia, Tv Aratú, rádios, jornais e sites de notícias&lt;/span&gt;. Salvador - Bahia - &lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1618731975"&gt;www.henriqueguimaraes.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3524259969651375822?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3524259969651375822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/clausula-de-180-dias-das-construtoras-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3524259969651375822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3524259969651375822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/clausula-de-180-dias-das-construtoras-e.html' title='CLÁUSULA DE 180 DIAS DAS CONSTRUTORAS É ILEGAL'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3002045345005957683</id><published>2011-10-20T09:12:00.000-02:00</published><updated>2011-10-20T09:12:28.370-02:00</updated><title type='text'>BA: Comerciantes lançam cartão de crédito de bairro, o Cajazeiras Card</title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="autor" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Dayanne Sousa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Um grupo de comerciantes do bairro de Cajazeiras, em Salvador, cansou de ouvir o povo dizer que faltava dinheiro para comprar. E decidiu resolver o problema financiando os clientes. Nasceu dessa forma o primeiro cartão de crédito comunitário: o "Cajazeiras Card".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Com o slogan "É de Cajazeiras, é nosso", o plástico milagroso já foi requisitado por mais de mil pessoas neste bairro que - pelo tamanho e espírito de grandeza de seus moradores - ganhou o apelido de "a segunda maior cidade da Bahia".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A ideia surgiu com a Associação de Micro e Pequenas Empresas de Cajazeiras (Amicro), que tem entre seus associados uma pizzaria, uma bomboniere e uma loja de materiais de construção. Esta última, aliás, já comemora o aumento no volume de vendas desde que o cartão surgiu, há três meses, conta o presidente da Amicro, Sérvio Túlio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Quem costuma receber uma oferta crédito diferente a cada semana, por correio, talvez estranhe a ideia, mas o "Cajazeiras Card" se popularizou por não exigir comprovação de renda. Qualquer morador consegue um limite para compras de R$ 250. Numa região empobrecida, valor suficiente para comprar o cimento e tocar uma reforma em casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://img.terra.com.br/i/2011/09/22/2034207-2922-cp2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Modelo do "Cajazeiras Card" (Foto: Divulgação)&lt;/i&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Cajazeiras tem cerca de 600 mil habitantes. Uma população maior que a da cidade baiana de Feira de Santana (556 mil), da mineira Juiz de Fora (516 mil) e quase igual a da paulista Ribeirão Preto (604 mil). Como muitos não têm empregos formais, usar o sistema bancário é difícil. "Algumas donas de casa que pediram o Cajazeiras Card têm mais de 40 anos e nunca tiveram uma conta no banco", conta Túlio. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Com tudo isso, o empresário duvida que a população vá deixar de pagar as contas. A Associação pretende até dar aulas de educação financeira e evitar o superendividamento. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Um dos primeiros detentores do "Cajazeiras Card", o auxiliar administrativo Antonio Jorge Guerreiro, vê a dedicação do povo para manter o orçamento em dia. "Cada pessoa tem o seu controle". Ele conta que já tinha um outro cartão, mas fez questão de adquirir o do bairro. "Esse é um bairro muito carente e que necessita, as pessoas estão motivadas". &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Economia de bairro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A forte identificação do cartão com o bairro se transformou no seu maior atrativo. "Nos inspiramos nesses cartões de fidelidade dos shoppings", conta Túlio. A lógica clara é a de que a população passa a optar por gastar nos pequenos empreendimentos em vez de fazer todas as compras num grande supermercado. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O projeto estimula os microempresários a se cadastrarem. Alguns lojistas que não tinham como pagar o aluguel das tradicionais maquininhas de cartão podem adotar o novo sistema e cobrar usando um computador conectado a internet. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Apesar da criatividade do formato escolhido pelos soteropolitanos de Cajazeiras, a ideia de estimular o comércio local como uma forma de desenvolver uma região não é nova. O governo brasileiro já criou moedas próprias em 53 comunidades diferentes com o intuito de centralizar os gastos de moradores no comércio local. A mais recente das chamadas moedas sociais é o CDD, que desde meados de setembro circula na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;h4&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Terra Magazine - Sexta, 23 de setembro de 2011, 09h55  &lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3002045345005957683?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3002045345005957683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/ba-comerciantes-lancam-cartao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3002045345005957683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3002045345005957683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/ba-comerciantes-lancam-cartao-de.html' title='BA: Comerciantes lançam cartão de crédito de bairro, o Cajazeiras Card'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7452281323628039369</id><published>2011-10-20T09:08:00.004-02:00</published><updated>2011-10-20T09:09:00.434-02:00</updated><title type='text'>Saiba o que fazer antes de comprar uma promoção</title><content type='html'>&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;div class="creditos aligns" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;                &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;INFOMONEY&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="float: right;"&gt;    18/10/2011 10h57                &lt;br /&gt;                &lt;span class="atalho"&gt;                    &lt;a href="" title="Diminuir Letra"&gt;&lt;span id="ksht5"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" title="Aumentar Letra"&gt;&lt;span id="ksht4"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                &lt;/span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                &lt;br /&gt;    &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;div id="texto" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Os sites de compras coletivas se tornaram um dos canais preferidos dos consumidores que navegam na internet em busca de produtos com descontos. A ferramenta, no entanto, ajudou a disseminar as compras por impulso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Segundo o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), atraso na entrega de produtos e até mesmo cláusulas contratuais abusivas são alguns dos problemas enfrentados pelos consumidores, por isso, antes de comprar qualquer produto ou serviço é necessário tomar alguns cuidados.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;De olho nos detalhes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar dores de cabeça com a compra de produtos ou contratação de serviços em sites de compras coletivas, o Idec separou algumas dicas importantes para o consumidor:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Antes de se cadastrar em um site, leia seus termos de uso e sua política de privacidade. Antes de efetuar a compra, leia também as perguntas frequentes, pois elas podem esclarecer eventuais dúvidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Antes de optar por um produto ou serviço, navegue pelo site. Dessa forma será mais fácil entender a dinâmica da empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Assim que escolher a oferta, verifique se ela traz informações essenciais, como preço integral, preço com desconto, percentual do desconto, quanto tempo falta para a promoção expirar, o número mínimo de compradores exigidos e quantas pessoas já compraram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Evite compras por impulso. Para isso, é necessário ler as características do produto ou serviço, além das condições de compra, sendo possível avaliar se elas atendem suas necessidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Outro fator importante é se atentar para algumas restrições, como agendamento prévio, horários e dias específicos, quantidade de acompanhantes, capacidade do local e estoque do produto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Verifique se as informações de identificação do fornecedor estão disponíveis. Em seguida, acesse o site da empresa e procure os termos de uso, CNPJ, telefone e endereço físico. Além disso, certifique-se que o produto vendido na promoção é o mesmo apresentado pelo fornecedor e compare o preço da oferta com o praticado pelo fornecedor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Fique atento ao prazo de utilização do cupom de desconto. Ele pode variar de semanas a anos. Avalie se conseguirá utilizar o produto ou serviço no prazo estipulado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Em caso de arrependimento, o cupom poderá ser devolvido em até sete dias, com a garantia prevista em lei de ressarcimento do valor pago. Caso a empresa não informe o direito de arrependimento, envie um e-mail ou preencha o formulário disponível no Fale Conosco, requisitando a devolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Veja se há taxa de entrega e se ela está inclusa do preço, ou se para isso existe alguma taxa extra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Se em 24 horas não for recebida a confirmação de validação da oferta ou aviso de não validação, entre em contato com o site. Lembre-se que caso o número mínimo de compradores não for atingido, o valor deverá ser devolvido automaticamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Informe-se sobre o tempo estipulado para a impressão do cupom, ou se ele poderá ser impresso a qualquer momento, e se ainda é possível mostrá-lo no celular, smartphone ou tablet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; •Não aceite qualquer tipo de discriminação por estar usando um cupom de desconto. Caso tenha problemas, recorra aos órgãos de defesa do consumidor e à justiça.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7452281323628039369?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7452281323628039369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/saiba-o-que-fazer-antes-de-comprar-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7452281323628039369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7452281323628039369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/saiba-o-que-fazer-antes-de-comprar-uma.html' title='Saiba o que fazer antes de comprar uma promoção'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-8428053936265352712</id><published>2011-10-20T09:06:00.001-02:00</published><updated>2011-10-20T09:06:21.665-02:00</updated><title type='text'>Confira alguns direitos do consumidor nas compras de supermercado</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff9900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;10-10-2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No dia 1º de outubro entrou em vigor uma medida                           que beneficia o consumidor que encontrar qualquer produto                           vencido nas prateleiras dos supermercados. Nesses casos,                           ele poderá levar outro produto gratuitamente                           dentro do prazo de validade. A medida, válida                           para todos os produtos dos supermercados paulistas que                           ainda não passaram pelo caixa, faz parte de um                           acordo realizado entre a Associação Paulista                           de Supermercados (Apas) e o Procon-SP (Programa de Orientação                           e Proteção ao Consumidor de São                           Paulo), e incitará os compradores a ficarem mais                           atentos às condições de acondicionamento,                           temperatura e estado dos produtos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Entretanto, ainda que a regra beneficie o consumidor,                           há uma série de direitos que estão                           prescritos no Código de Defesa do Consumidor                           (CDC) e que são desconhecidos pelos frequentadores                           de supermercados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;"É importante o consumidor ter consciência                           que esta medida acordada entre a Apas e o Procon-SP                           é apenas um passo diante de uma longa caminhada,                           pois ainda falta muito para que todos estes estabelecimentos                           sigam à risca o que foi determinado no CDC",                           afirma a Gisele Friso, advogada e consultora jurídica                           na G.Friso Consultoria Jurídica, especializada                           em Direito do Consumidor e Direito Eletrônico,                           que cita alguns dos principais direitos do consumidor                           (e as consequências, caso estes não sejam                           atendidos) na hora de fazer suas compras no supermercado.                           Confira!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Para os casos em que o cliente perceber apenas em                           casa que o produto está com prazo de validade                           ultrapassado ou acondicionado diferente do que determina                           o fabricante, vale o artigo 18 do Código de Defesa                           do Consumidor, que autoriza a troca da mercadoria para                           aqueles que apresentem nota fiscal.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Em caso de o comerciante ser flagrado vendendo ou                           mantendo, na loja, o produto com prazo de validade ultrapassado                           ou acondicionado diferente do que determina o fabricante,                           está sujeito a multa ou a detenção                           de dois a cinco anos, se condenado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- O cliente pode denunciar, aos órgãos                           competentes, como PROCON ou ANVISA, o estabelecimento                           que não atende a todos os seus direitos garantidos                           pelo CDC, como uma mercadoria que esteja dentro do prazo                           de validade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Quando o consumidor se depara com um determinado                           preço de um produto na gôndola, mas, ao                           passar pelo caixa, o preço registrado é                           mais baixo, valerá o menor preço. E a                           regra também é aplicada quando acontece                           o contrário: se o valor do produto registrado                           no caixa estiver abaixo do anunciado na gôndola,                           prevalecerá o preço mais barato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- O mesmo vale para ofertas e promoções                           divulgadas pelo estabelecimento. Se o consumidor encontrar                           diferença de preço, sempre valerá                           o menor preço divulgado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Nos casos de venda de produtos que estavam em mostruário,                           o fornecedor deverá esclarecer ao consumidor                           sobre o estado do produto, assinalando, na nota fiscal                           ou em recibo assinado pelo consumidor, os problemas                           dos produtos, como riscos ou peças quebradas.                           Vale lembrar que a regra diz respeito apenas aos itens                           que foram apontados pelo fornecedor e aceitos&lt;br /&gt;                          pelo consumidor. Ou seja, se a loja reconhecer um risco                           na geladeira, mas, posteriormente, o consumidor identificar                           uma falha no motor, valerá a garantia do produto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas111/1010201113.htm &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-8428053936265352712?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/8428053936265352712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/confira-alguns-direitos-do-consumidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8428053936265352712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8428053936265352712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/confira-alguns-direitos-do-consumidor.html' title='Confira alguns direitos do consumidor nas compras de supermercado'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7564097837554781816</id><published>2011-10-19T13:06:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T13:06:31.266-02:00</updated><title type='text'>Hipermercado da Capital condenado por roubo de carro no estacionamento</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A 3ª Câmara de  Direito Civil do TJ, em sessão realizada nesta semana,  reformou  sentença da comarca da Capital, para condenar WMS Supermercados  do  Brasil Ltda. - Hipermercado BIG ao pagamento de indenização por  danos  morais e materiais, no valor de R$ 10 mil, a Luiz Fernando  Ferreira. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, após fazer compras no estabelecimento do bairro  Capoeiras,  região continental de Florianópolis, o autor dirigiu-se ao   estacionamento para sair com seu veículo, um Honda Civic 2008, quando   foi surpreendido por um homem que apontou uma arma contra ele, roubou o   carro e evadiu-se do local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma semana depois, o veículo foi encontrado na Avenida das  Torres, em  São José, sem as rodas e sem os objetos que estavam no  interior - dois  óculos, documentos pessoais, aparelho celular, mochila,  compras e  cartão-presente adquiridos no próprio supermercado. Em defesa,  o BIG  alegou que o ocorrido é caso de força maior, em face&amp;nbsp;da ameaça  por arma  de fogo, o que afasta o dever de indenizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O estabelecimento que fornece estacionamento aos consumidores,  ainda  que gratuito, responde objetivamente pelos roubos e furtos, tendo  em  vista que essa comodidade é um atrativo à clientela e o valor do   estacionamento muitas vezes está embutido no preço das mercadorias   adquiridas”, anotou o relator da matéria, desembargador Fernando   Carioni. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado concluiu que os documentos anexados aos autos, bem  como os  depoimentos das partes, dão conta de que, em razão da   conduta&amp;nbsp;negligente do estabelecimento, o cliente foi assaltado à mão   armada. A votação foi unânime. (Ap. Cív. n. 2011.064676-9)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina  - 28/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7564097837554781816?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7564097837554781816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/hipermercado-da-capital-condenado-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7564097837554781816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7564097837554781816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/hipermercado-da-capital-condenado-por.html' title='Hipermercado da Capital condenado por roubo de carro no estacionamento'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4844256078366049032</id><published>2011-10-19T13:05:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T13:05:49.059-02:00</updated><title type='text'>Atraso de voo gera indenização</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Por Rafaela Souza&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A  6ª Câmara  Cível do TJRS condenou a empresa aérea GOL ao pagamento de  indenização  pela demora de cerca de 20 horas para embarque. O casal que  ingressou  com a ação perdeu dois dias das férias por causa do atraso.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pedido foi negado em 1º  Grau e, em grau recursal, os Desembargadores  determinaram o pagamento  de indenização no valor de R$ 5 mil para cada  um dos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal narrou que em julho de 2007 fez  um contrato de excursão aérea  com a GOL. A viagem era de Porto Alegre  com destino a Maceió. No  entanto, o que era para ser lazer, virou  transtorno. Segundo o casal  autor da ação, no aeroporto, ficaram horas  na fila do &lt;i&gt;check in, &lt;/i&gt;o  voo foi remarcado duas vezes e acabaram  chegando à Maceió cerca de 27  horas depois do contratado, o que  acarretou a perda de dois dias de  suas férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores ingressaram com ação de indenização por danos morais e materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="texto_geral"&gt; &lt;b&gt;Sentença&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo foi julgado pela Vara Cível do Foro Regional do Partenon, em Porto Alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GOL apresentou sua defesa alegando que  no dia do ocorrido, os  aeroportos estavam com intensa movimentação em  função do acidente aéreo  da TAM, no aeroporto de Congonhas. Também  ressaltaram que as condições  climáticas ensejaram o fechamento de alguns  aeroportos, originando o  caos aéreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Juíza de Direito Nelita Davoglio considerou improcedente o pedido, acolhendo a tese da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve recurso da decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Apelação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No TJRS, os Desembargadores da 6ª Câmara Cível acolheram o pedido e determinaram o pagamento de indenização por danos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Desembargador relator Artur  Arnildo Ludwig, o casal passou  longo período sem informações adequadas  sobre o voo, não tiveram à  disposição alimentação nem acomodação  satisfatória e acabaram por  embarcar quase 20 horas depois do previsto,  prejudicando suas férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado ressalta ainda que não houve motivo de força maior que pudesse causar o atraso do voo. &lt;i&gt;Os   problemas advindos do acidente aéreo citado devem ser considerados  como  um risco do empreendimento da companhia demandada, que não a exime  da  necessária reparação, em caso de lesão aos direitos dos usuários  dos  seus serviços&lt;/i&gt;, afirmou o Desembargador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi determinado o pagamento de  indenização por danos morais no valor de  R$ 5 mil para cada um dos  autores, corrigidos pelo IGP-M e acrescidos  de juros de mora de 1% ao  mês. A empresa foi condenada ainda ao  pagamento das custas processuais e  dos honorários advocatícios, fixados  em 15% sobre o valor atualizado da  condenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram do julgamento, além do relator, os Desembargadores Luís Augusto Coelho Braga e Antônio Corrêa Palmeiro da Fontoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apelação nº 70036550200&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJRS - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul  - 28/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4844256078366049032?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4844256078366049032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/atraso-de-voo-gera-indenizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4844256078366049032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4844256078366049032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/atraso-de-voo-gera-indenizacao.html' title='Atraso de voo gera indenização'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1423522145567245227</id><published>2011-10-19T13:03:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T13:03:45.624-02:00</updated><title type='text'>Comissão aprova projeto que define limite para cobrança de dívida</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira(28) Projeto de Lei &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/200739-PROJETO-FIXA-PRESCRICAO-DE-DIVIDA-EM-CINCO-ANOS-A-PARTIR-DO-VENCIMENTO.html" target="_blank"&gt;786/11&lt;/a&gt;,   do deputado Andre Moura (PSC-SE), que estabelece que o prazo de   prescrição relativo à cobrança de dívida do consumidor tem início na   data de vencimento da dívida. O projeto proíbe qualquer atualização   desta data.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Código de Defesa do Consumidor (CDC - Lei &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm" target="_blank"&gt;8.078/90&lt;/a&gt;)   estabelece que é proibida a manutenção do registro negativo do   consumidor nos serviços de proteção ao crédito de qualquer dívida por   mais de cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da proposta destaca que o código não especifica de maneira   clara se a contagem do prazo de prescrição começa a valer na data de   vencimento do débito ou na data em que ele é registrado nos serviços de   proteção ao crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atualização mensal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O relator do projeto, deputado Deley (PSC-RJ), explica que “alguns   fornecedores têm registrado mensalmente o lançamento de juros sobre o   valor devido, como forma de renovar a data de inscrição da dívida e,   assim, eternizar a negativação do consumidor, impedindo a prescrição de   sua negativação no cadastro de proteção ao crédito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, “essa prática afronta a Constituição, uma vez que resulta em perpetuação da penalidade imposta ao consumidor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o texto do projeto, o novo prazo passará a valer   independentemente da data de inscrição da dívida nos serviços de   proteção ao crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O projeto, que tramita em &lt;span class="termoGlossario"&gt;caráter conclusivo&lt;/span&gt;, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Íntegra da proposta: &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=495591"&gt;PL-786/2011&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Agência Câmara de Notícias  - 30/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1423522145567245227?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1423522145567245227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/comissao-aprova-projeto-que-define.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1423522145567245227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1423522145567245227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/comissao-aprova-projeto-que-define.html' title='Comissão aprova projeto que define limite para cobrança de dívida'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1559993561148305702</id><published>2011-10-19T13:02:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T13:02:50.718-02:00</updated><title type='text'>Proprietário não pode ser responsabilizado por dívidas anteriores à aquisição de imóvel</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O 2º Juizado da  Fazenda Pública condenou a Caesb a indenizar um  consumidor que teve  suspenso o fornecimento de água e escoamento de  esgoto em virtude de  débitos pendentes com o antigo proprietário do  imóvel. A Companhia de  Saneamento do DF recorreu, mas a sentença foi  mantida pela 1ª Turma  Recursal do TJDFT. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor conta que em 2006 adquiriu imóvel da Terracap, o qual  possuía  dívidas junto à Caesb, contraídas pelo antigo proprietário, fato  do  qual só tomou conhecimento um ano e meio depois, quando solicitou o   fornecimento de água à requerida. Relata que desde então, a Caesb vem se   negando a fornecer o serviço, ao argumento de que os débitos  anteriores  precisam ser adimplidos. Informa que foi indevidamente  multado por uso  irregular de água, uma vez que precisou recorrer ao  auxílio de carros  pipa e baldes de água para construir sua loja. Assim,  ingressou com ação  buscando a declaração de inexistência de relação  jurídica entre este e a  Caesb, no período mencionado, exonerando-o da  responsabilidade pelo  pagamento de débitos pertinentes a imóvel,  gerados nesse ínterim, bem  como a anulação da multa gerada por uso  irregular de água.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contestação, a Caesb sustenta que o edital nº 13/2006 da  Terracap,  que norteou a aquisição do imóvel em questão, prevê a  responsabilidade  do comprador quanto a possíveis dívidas de tarifas  públicas existentes.  Alega, ainda, que foram aplicadas três multas  decorrentes da violação  do corte realizado pelo não pagamento dos  débitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento da Terracap dirigido à Caesb frisa que a venda do imóvel  se  deu de forma livre e desembaraçada, em data posterior ao advento das   dívidas, não sendo portanto da responsabilidade do novo proprietário,   que teve a escritura pública do imóvel lavrada em 20/12/2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado nisso, o juiz anota que "o autor, proprietário do imóvel  desde  2006, não pode ser obrigado ao pagamento de débitos anteriores à  sua  posse, uma vez que não contribuiu para a existência da dívida, não   sendo, pois, lícito compeli-lo ao seu pagamento, tampouco privá-lo do   fornecimento do serviço enquanto não efetuada a sua quitação". Assim,   entende ser ilegal a negativa da Caesb em religar a rede de fornecimento   de água, em virtude de dívidas adquiridas pelo anterior ocupante do   imóvel. Ademais, acrescenta: "Se não é lícito o corte por débito   pretérito do próprio usuário, ilícito também será, e com maior razão, na   hipótese de débito pretérito de terceiro".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, declarou a inexistência da relação jurídica entre o autor &lt;br /&gt;e a CAESB, no período compreendido entre abril e novembro de 2001.   Quanto ao pedido de indenização por danos morais, o julgador verificou   que "o fato causou transtornos que ultrapassaram a esfera do mero   aborrecimento, porquanto obrigaram o autor a privar-se de regular   abastecimento de água, apesar da tentativa em vão de solucionar a   questão administrativamente. Isso, por certo, constitui violação à   honra, passível de reparação por dano moral".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, em relação à anulação de multa imposta por uso indevido de   água, o requerente não juntou aos autos a referida multa, tampouco fez   menção de seu valor, não fazendo prova, portanto, do direito que alega.   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal  - 29/09/201&lt;/span&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1559993561148305702?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1559993561148305702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/proprietario-nao-pode-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1559993561148305702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1559993561148305702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/proprietario-nao-pode-ser.html' title='Proprietário não pode ser responsabilizado por dívidas anteriores à aquisição de imóvel'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2404625324987236330</id><published>2011-10-19T13:01:00.003-02:00</published><updated>2011-10-19T13:01:58.557-02:00</updated><title type='text'>Lojas ignoram regra que dá desconto a consumidor que quita dívida mais cedo</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;strong&gt;Benefício vale tanto para pagamento integral como para parcial, segundo Procon-SP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor que decidir antecipar o pagamento de parcelas do  crediário  ou financiamento tem direito ao abatimento proporcional dos  juros, de  acordo com o&amp;nbsp;Código de Defesa do Consumidor. Apesar desse  direito  existir, muitas empresas e financiadoras não dão o desconto  quando o  consumidor decide quitar dívidas antes do prazo.&amp;nbsp;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Godoi, técnico em eletrônica, financiou um carro e, quando recebeu   o pagamento referente às férias, tentou conseguir um desconto para   adiantar o pagamento, mas a empresa que financiou o bem&amp;nbsp;não diminuiu o   valor que ele teria que pagar. Como não teria ganho com o pagamento do   restante do débito de uma só vez, Godoi preferiu continuar a saldar as   parcelas todo mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sabia que não era certo, mas preferi não ir atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A especialista em direito do consumidor do Procon de São Paulo,&amp;nbsp;Renata   Reis, explica que toda vez que o consumidor antecipar uma parcela, ele   tem direito a desconto proporcional dos juros. Caso ele pague diversas   ao mesmo tempo, o abatimento será maior a cada nova mensalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em situações como a de Fábio, ela aconselha o consumidor a procurar o   SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa ou loja para   exigir seu direito. Se mesmo assim a empresa se recusar, o cliente deve   pagar a conta e procura o Banco Central ou o Procon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muita gente se recusa a pagar e nos procura, mas o melhor é quitar a   parcela e depois buscar o seu direito. O quanto antes pagar, mais cedo   se provará que a empresa não deu desconto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Renata, isso será usado como prova contra a estabelecimento.   Para recorrer no órgão de defesa do consumidor, além do comprovante de   pagamento da parcela adiantada, o cliente deve apresentar uma cópia do   contrato e os recibos das demais prestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando o caso é comunicado ao Procon, ele entrará em contato com a empresa por carta que terá dez dias para responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do registro da reclamação, o prazo máximo para empresa e consumidor se entenderem é de 120 dias corridos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: R7  - 29/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2404625324987236330?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2404625324987236330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/lojas-ignoram-regra-que-da-desconto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2404625324987236330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2404625324987236330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/lojas-ignoram-regra-que-da-desconto.html' title='Lojas ignoram regra que dá desconto a consumidor que quita dívida mais cedo'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4301068701134542774</id><published>2011-10-19T13:01:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T13:01:05.930-02:00</updated><title type='text'>Mensalidade escolar: reajuste acima da inflação deve ser justificado</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;SÃO  PAULO – Os  pais devem ficar atentos e, se for o caso, questionar o  reajuste  proposto pelas instituições de ensino para as mensalidades de  2012,  orienta a Proteste - Associação de Consumidores. A alta pode  chegar a  12%, acima da meta da inflação para 2011, de 6,52%, medida pelo  IPCA  (Índice de Preço ao Consumidor Amplo).&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Sieeesp (Sindicato  dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São  Paulo) está sugerindo  que as escolas paulistas realizem um reajuste, em  média, de 10%, levando  em conta o aumento do salário dos professores, a  inadimplência, e os  indicadores de inflação. A Proteste, por outro  lado, questiona o tamanho  do reajuste, alegando que não vê necessidade  desse reajuste ser  diferente da inflação no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exija informações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para  a associação de consumidores, caso os preços subam acima  da inflação,  isso poderá comprometer o orçamento familiar. Nesse  sentido, a sugestão é  que os pais exijam a planilha de custos da escola  e questionem os  índices aplicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação é que os pais solicitem, com 45  dias de antecedência do  prazo para a realização da matrícula, as  informações que justifiquem os  aumentos definidos pelas escolas. Essas  informações serão importantes  para ajudar o consumidor a questionar o  acréscimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se no reajuste forem considerados outros custos da  empresa, como  impostos, o consumidor tem direito de contestar, explica a  Proteste.  Além disso, caso os pais não concordem com o reajuste, é  indicado que  conversem com a instituição no sentido de chegar a uma  negociação  amigável. A sugestão também é que se organizem em grupos,  para  fortalecer o poder de negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Proteste lembra que, pela  Lei das Mensalidades Escolares (Lei  9870/99), “os colégios devem seguir  a inflação e, se passarem dela,  justificar o reajuste”. Em caso de  dúvida, a Proteste possui um canal  aberto para atender aos associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observando os custos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Antes  de matricular os filhos em alguma escola da rede  particular, é indicado  que os pais observem o quanto a mensalidade vai  pesar no orçamento e  que se certifiquem que serão capazes de pagar as  mensalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na  educação dos filhos, a Proteste lembra que, além das mensalidades   escolares, existem outros gastos, como material didático, uniforme,   transporte, taxa para passeio, alimentação e outros. “O ideal é que o   gasto total não ultrapasse 10% da renda mensal, por estudante”,   recomenda a Proteste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: InfoMoney  - 29/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4301068701134542774?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4301068701134542774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mensalidade-escolar-reajuste-acima-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4301068701134542774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4301068701134542774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mensalidade-escolar-reajuste-acima-da.html' title='Mensalidade escolar: reajuste acima da inflação deve ser justificado'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4706242489914850996</id><published>2011-10-19T12:30:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:30:02.600-02:00</updated><title type='text'>Banco deve indenizar por danos morais</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O juiz da 3ª Vara  Cível da Comarca de Belo Horizonte, Raimundo Messias  Júnior,  determinou que o Banco Mercantil do Brasil S/A pague a um  cliente, a  quantia de R$ 5 mil, por danos morais. O cliente teve os seus   documentos e cheques furtados. Em consequência do furto, o seu nome foi   incluído indevidamente no cadastro de restrição ao crédito, por suposta   emissão de cheque sem fundos. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O cliente relatou que, no dia 21 de fevereiro de 2009, foram  furtados  os seus documentos, entre eles, carteira de identidade, CPF,  cartão de  crédito e talões de cheque. Ele disse que, ao tentar realizar  um  empréstimo no Banco Itaú S/A, teve o crédito negado, porque seu nome   havia sido incluído nos cadastros de proteção ao crédito, por ordem do   Banco Mercantil. Segundo o autor, após pesquisa, ele mesmo contatou a   inclusão de seu nome no Serasa, por emissão de cheque sem fundos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor disse que não emitiu nenhum cheque que fosse devolvido por   insuficiência de fundos e que ele não foi notificado previamente pelo   banco sobre a inclusão de seu nome no cadastro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Mercantil se defendeu dizendo que o autor não comunicou à   instituição financeira que seus documentos haviam sido furtados. Segundo   o Banco Mercantil a culpa pelo ocorrido é exclusiva do autor.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o juiz, o Banco Mercantil  limitou-se a dizer que o autor  não  lhe comunicou sobre o furto. Para o juiz, “a ausência de tal   comunicação não exime o banco do dever de cautela, tampouco afasta a   falha na prestação do serviço”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o magistrado, seria obrigação do Banco Mercantil conferir  com  cuidado e prudência os documentos apresentados por terceiro. Ele   argumentou que “na era da globalização, tudo gira com mais rapidez, o   que exige a adoção de maiores cautelas para evitar a ação de   fraudadores, espertalhões e pessoas mal-intencionadas.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa decisão esta sujeita a recurso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom  &lt;br /&gt;Fórum Lafayette &lt;br /&gt;(31) 3330-2123  &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ascomfor@tjmg.jus.br"&gt;ascomfor@tjmg.jus.br &lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processos: 0024.09.522.602-3&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais  - 30/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4706242489914850996?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4706242489914850996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/banco-deve-indenizar-por-danos-morais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4706242489914850996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4706242489914850996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/banco-deve-indenizar-por-danos-morais.html' title='Banco deve indenizar por danos morais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1459823730456892119</id><published>2011-10-19T12:28:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:28:48.427-02:00</updated><title type='text'>Cliente que se apavorou com assalto a banco receberá 8 mil por dano moral</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A 2ª Câmara de  Direito Civil do TJ determinou que o Banco do Brasil  pague R$ 8 mil, a  título de indenização por danos morais, ao cliente  Marcelo da Silva. O  autor estava no interior de uma agência do BB, na  cidade de Guaramirim,  em dezembro de 2007, quando&amp;nbsp;ela foi invadida e  assaltada por bandidos.  Ele sustentou que sofreu forte abalo ao  vivenciar tal situação,  argumento não suficiente para convencer o  julgador&amp;nbsp;de 1º grau. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recurso ao TJ, Marcelo embasou o pedido no fato de o banco   possuir&amp;nbsp;dispositivos de segurança no interior da agência, capazes de   garantir segurança à clientela. Em sua defesa, o BB classificou o   assalto como um caso fortuito ou de força maior. Para o relator,   desembargador Luiz Carlos Freyesleben, porém, ocorrências de roubos a   bancos são previsíveis, principalmente por se tratar de estabelecimentos   que movimentam grandes quantias de dinheiro e de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, explicou, não se caracteriza a alegação de força  maior ou  caso fortuito. Entre os deveres do Banco, acrescentou o  magistrado,  está o investimento na segurança de suas agências, com  instalação de  sistemas de proteção, monitoramento eletrônico, portas  giratórias e  detectores de metais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao contrário disso, neste caso, não há registro nem mesmo da   existência de câmeras de vigilância a dificultar o acesso dos   assaltantes ao interior da agência. Por conta disso, fácil é verificar   que os consumidores estavam vulneráveis no momento da ação dos   bandidos”, concluiu o relator. A decisão foi unânime. (Ap. Cív. n.   2011.066009-9)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina  - 30/09/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1459823730456892119?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1459823730456892119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-que-se-apavorou-com-assalto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1459823730456892119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1459823730456892119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-que-se-apavorou-com-assalto.html' title='Cliente que se apavorou com assalto a banco receberá 8 mil por dano moral'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4528482025218493462</id><published>2011-10-19T12:27:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:27:37.385-02:00</updated><title type='text'>Sites de produtos chineses acumulam milhares de queixas na web</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;por MAELI PRADO&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Os consumidores  que se sentirem lesados por sites de importação direta e  que quiserem  acionar essas empresas na Justiça --seja por não terem  recebido suas  encomendas seja por terem recebido produtos com defeito--  têm como  grande dificuldade rastrear o endereço físico dessas lojas  virtuais.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o caso do autônomo José Luiz Cordeiro da Fonseca, 38, de Manaus   (AM), que em novembro de 2009 comprou um celular com dois chips por R$   170 no Compre da China e jamais recebeu o aparelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após cinco meses de espera, ele resolveu processar a empresa, mas não tinha em mãos a localização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o Compre da China quanto o MPTudo informam em suas páginas que são   de propriedade da Daynight Enterprise co., Limited, situada em Hong   Kong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, são representados pela Fênix do Oriente Serviços de Cobrança,   que por sua vez informa em seu site que é sediada na cidade de   Americana, no interior de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma busca em sites de consumidores que apresentaram queixa contra o   site, um amigo de Fonseca conseguiu o endereço, e a empresa foi   notificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele pediu R$ 10 mil de indenização. Conseguiu pouco mais de R$ 1.000, em decisão que só saiu em maio deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os anúncios desse site são muito bons. Na época, eu andava com dois   aparelhos de telefone, para economizar nas ligações. Quando vi o celular   com dois chips, achei perfeito. Mas tudo deu errado, e desde então   nunca mais comprei nada pela internet", lamenta ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reclame Aqui, que abre espaço para consumidores protestarem, acumula   10,2 mil reclamações relativas ao MPTudo e 11,3 mil do Compre da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este último recebeu tantas reclamações que entrou com uma medida   judicial contra o site de queixas, que passou a monitorar os comentários   para evitar frases muito agressivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MPWay e MPXShop possuem, respectivamente, 1.248 e 2.863 reclamações   cadastradas no site (a empresa se defende afirmando que as queixas   representam apenas 5% das suas vendas totais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Fator Digital e da Planeta Ofertas, o número de reclamações é de 11.246 e 2.760, respectivamente. (Maeli Prado)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Folha Online  - 02/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4528482025218493462?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4528482025218493462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sites-de-produtos-chineses-acumulam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4528482025218493462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4528482025218493462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sites-de-produtos-chineses-acumulam.html' title='Sites de produtos chineses acumulam milhares de queixas na web'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-5832779075139738055</id><published>2011-10-19T12:24:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:24:47.285-02:00</updated><title type='text'>Google terá de indenizar usuária do Orkut</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;por Vinicius Aguiari&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;São Paulo - O  Google do Brasil foi condenado pela Justiça do Mato  Grosso a indenizar  uma usuária vítima de difamação em duas comunidades  criadas dentro do  Orkut.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a decisão judicial, a empresa deve pagar R$ 10 mil à usuária. A decisão ainda cabe recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usuária entrou na Justiça em maio deste ano. De acordo com o   processo, desde novembro de 2009, a mulher vinha sendo alvo de ofensas   por parte de um usuário que usava um perfil falso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela teria utilizado o botão “Denunciar abuso” do Orkut para reportar a prática, porém, não foi atendida pela empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter criado duas comunidades para difamar a mulher, o usuário envia mensagens diretas para ela com frases ofensivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a decisão do juiz Yale Sabo Mendes, o Google foi  negligente ao  não oferecer segurança efetiva à usuária. O Google não  comenta o caso,  mas deve recorrer da decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês passado, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu a favor  do Google  em uma ação movida por um usuário do Orkut contra a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O usuário, morador de Pirapora (MG), acionou a empresa, em  2007,  alegando ter sido ofendido por conteúdo compartilhado  indevidamente no  site. Em primeira e em segunda instâncias, a Justiça  decidiu que ele  tinha direito a uma indenização de R$ 8.300, mas o  Google recorreu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Info  - 05/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-5832779075139738055?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/5832779075139738055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/google-tera-de-indenizar-usuaria-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5832779075139738055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5832779075139738055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/google-tera-de-indenizar-usuaria-do.html' title='Google terá de indenizar usuária do Orkut'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4598775948965365240</id><published>2011-10-19T12:23:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:23:50.230-02:00</updated><title type='text'>TAP é condenada a pagar indenização de R$ 5 mil por extravio de bagagem</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A Transportes  Aéreos Portugueses (TAP) foi condenada a pagar indenização  de R$ 5 mil  pelo extravio da bagagem da passageira R.P.B.P., durante  voo entre  Espanha e Fortaleza. A decisão foi da 8ª Câmara Cível do  Tribunal de  Justiça do Ceará (TJCE).&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autos, ela passou  um ano fazendo intercâmbio acadêmico na  Universidade de Salamanca, na  Espanha. Ao retornar ao Brasil, pegou voo  em Madri, que teve conexão em  Lisboa, em 21 de junho de 2006. Ao  desembarcar em Fortaleza, constatou  que as malas haviam sido  extraviadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, ajuizou  ação requerendo indenização no valor de R$ 20  mil pelos danos morais e  materiais. Alegou que teve prejuízos com a  perda de roupas e sapatos,  entre outros pertences de uso pessoal.  Disse, ainda, que pagou multa de  100 euros por excesso de peso.&lt;br /&gt;Na contestação, a TAP sustentou que,  para indenizar, era necessário  fazer prévia declaração dos bens que  estavam nas malas, o que não foi  feito pela cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 7 de maio  de 2009, o juiz da 5ª Vara Cível de Fortaleza, José  Edmilson de  Oliveira, condenou a empresa a pagar R$ 5 mil. “Não há  dúvida de que  houve ineficiente cumprimento do contrato de transporte,  pela perda dos  pertences da parte promovente, restando esta ao final  desprovida dos  objetos que levava”, explicou.&lt;br /&gt;A companhia aérea e a vítima  interpuseram recursos apelatórios  (0045778-41.2006.8.06.0001) no TJCE. A  empresa apresentou os mesmos  argumentos da contestação. A passageira  solicitou a majoração da  condenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao relatar o processo, nessa  terça-feira (27/09), o desembargador  Carlos Rodrigues Feitosa destacou  ter sido “demonstrada de forma clara a  abusividade do ato em questão e a  gravidade da falta cometida”. Sobre o  recurso de R.P.B.P., o magistrado  considerou que o “caráter  sancionatório e pedagógico da indenização  fixada pelo juiz de 1º Grau  mostrou-se adequado ao caso”. Com esse  entendimento, a 8ª Câmara Cível  negou provimento aos recursos e manteve  inalterada a sentença  monocrática.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 03/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4598775948965365240?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4598775948965365240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tap-e-condenada-pagar-indenizacao-de-r.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4598775948965365240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4598775948965365240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tap-e-condenada-pagar-indenizacao-de-r.html' title='TAP é condenada a pagar indenização de R$ 5 mil por extravio de bagagem'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1632569369227984931</id><published>2011-10-19T12:22:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:22:47.551-02:00</updated><title type='text'>Sudameris deve indenizar cliente por cadastro indevido no SPC e Serasa</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O juiz Josias  Nunes Vidal, titular da 18ª Vara Cível da Comarca de  Fortaleza,  condenou o Banco Sudameris Brasil a pagar R$ 20 mil para  cliente que  teve o nome incluído, indevidamente, em listas de restrição  ao crédito.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os autos (nº 18982-76.2007.8.06.0001/0), J.M.S. firmou   contrato de empréstimo com a instituição financeira em fevereiro de   2006. Pelo acordo, as prestações seriam pagas por meio de desconto em   folha de pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desconto estava sendo feito desde maio  daquele ano. No entanto, em  setembro de 2010, ele descobriu que o nome  havia sido incluído no  Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa,  em virtude de suposta  dívida de R$ 27.722,56. Com isso, ficou  impossibilitou de contratar  cheque especial e cartão de crédito com  outro banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ajuizou ação na Justiça requerendo indenização  por danos morais. O  Sudameris defendeu que as parcelas dos meses de  janeiro, fevereiro e  março de 2006 não foram pagas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na decisão,  publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa sexta-feira  (30/09), o  magistrado destacou que J.M.S. provou o desconto regular  das prestações  em folha de pagamento, incluindo os meses alegados como  não pagos. “O  dano é uma decorrência do próprio fato em si, não podendo  haver dúvida  do constrangimento a que foi submetido a parte promovente  (cliente), vez  que teve seu nome injustamente inscrito nos cadastros  desabonadores de  crédito, por falha exclusiva dos serviços da demandada  (Sudameris)”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 03/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1632569369227984931?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1632569369227984931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sudameris-deve-indenizar-cliente-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1632569369227984931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1632569369227984931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sudameris-deve-indenizar-cliente-por.html' title='Sudameris deve indenizar cliente por cadastro indevido no SPC e Serasa'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4445569484756390829</id><published>2011-10-19T12:21:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:21:23.203-02:00</updated><title type='text'>Tam é condenada a pagar danos morais por overbooking</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2" style="font-size: small;"&gt;Por unanimidade  de votos, os membros da 1ª Câmara  Cível do Tribunal de Justiça do  Estado de Rondônia mantiveram a sentença  que condenou a Tam Linhas  Aéreas S/A ao pagamento de 10 mil reais a  título de indenização por  danos morais, causados a um passageiro. O  acórdão (decisão do  colegiado) foi publicado no Diário da Justiça desta  sexta-feira, 30 de  setembro de 2011.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tam foi condenada, em 1º  grau, pelo juiz de direito Carlos Roberto  Rosa Burck, da comarca de  Presidente Médici (RO), por ter causado  overbooking no voo&amp;nbsp;JJ-3588.  Segundo consta nos autos, no dia 4 de  dezembro de 2010, o passageiro  (autor da ação) fez o&lt;em&gt;check in&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e  embarcou na aeronave. O vôo o  levaria de São Paulo a Brasília. Porém, a  viagem não ocorreu naquele  momento, pois a comissária convocou todos  os passageiros com destino a  Porto Velho para desembarcarem e viajarem  num outro horário disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo  o passageiro, o motivo do desembarque ocorreu pela&amp;nbsp;preferência  dada  pela empresa-ré à delegação do time do Corinthians, cujas  passagens  foram adquiridas no próprio dia do embarque. Ainda segundo  ele, outras  pessoas também tiveram que descer do avião, passando  humilhação e  constrangimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inconformada, a Tam Linhas Aéreas S/A recorreu  ao Tribunal de Justiça,  2º grau, sustentando que a ocorrência de  overbooking não configura ato  ilícito ou abusivo. Disse ainda que o  passageiro não demonstrou ter  sofrido situação vexatória ou humilhante e  que tudo não passou de mero  dissabor, razão pela qual não teria  obrigação de indenizar. Alegou  também que a indenização fixada pelo  magistrado foi abusiva, pois  deixou de observar os princípios da  razoabilidade e da  proporcionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o relator,  desembargador Péricles Moreira Chagas, é salutar  afirmar que no direito  brasileiro&amp;nbsp;qualquer dano causado a alguém, seja  este material ou  imaterial, deve ser indenizado. "É assim que manda o  nosso ordenamento  jurídico, quer na expressa norma do art. 186 do  Código Civil, quer nas  legislações especiais.&amp;nbsp;À luz da Constituição, o  dano moral é nada mais  do que a violação do direito à dignidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o  desembargador, o fato do passageiro ter entrado  no avião e depois ter  sido convidado a se retirar, mesmo tendo feito o&amp;nbsp;&lt;em&gt;check in&lt;/em&gt;,   caracteriza a prática de ato abusivo. "Em relação ao valor da   indenização, deve-se observar que este não compensa os danos sofridos,   os quais são intangíveis, entretanto tem por finalidade abrandar os   sofrimentos causados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apelação n. 0002660-14.2010.8.22.0006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia  - 03/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4445569484756390829?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4445569484756390829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tam-e-condenada-pagar-danos-morais-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4445569484756390829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4445569484756390829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tam-e-condenada-pagar-danos-morais-por.html' title='Tam é condenada a pagar danos morais por overbooking'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-6903357386113858539</id><published>2011-10-19T12:15:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:15:54.557-02:00</updated><title type='text'>E Aqui na Bahia??</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Lei do couvert entra em vigor nesta sexta-feira em São Paulo&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;Medida obriga restaurantes do Estado a deixar claro o preço e a composição dos aperitivos servidos antes da refeição&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei 14.536, conhecida como lei do couvert, medida que regulamenta as   regras para o serviço de couvert em restaurantes, entra em vigor nesta   sexta-feira em todo o Estado de São Paulo.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei foi &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/alckmin+sanciona+lei+que+regulamenta+servico+de+couvert/n1597198880493.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;sancionada pelo governador Geraldo Alckmin no início de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;   e obriga restaurantes, lanchonetes e bares a disponibilizarem ao   consumidor a descrição clara do preço e da composição do "couvert",   caracterizado pelo fornecimento de aperitivos servidos antes do início   da refeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fiscalização será feita pela Fundação  de Proteção e Defesa do  Consumidor (Procon), que não programou nenhuuma  ação específica para  vistoriar bares e restaurantes. As equipes de  fiscalização só serão  acionadas após denúncias feitas pelos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não haverá nenhuma operação específica  nos primeiros dias de vigência.  No entanto, caso o consumidor observe o  descumprimento da lei, pode  fazer uma denúncia para nós fiscalizarmos in  loco", diz Márcio  Marcucci, assessor técnico do Procon. Segundo ele,  toda reclamação  poderá levar a uma visita da entidade a  estabelecimentos. O órgão tem  pouco mais de 20 fiscais para a ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da descrição clara do preço e da  composição do "couvert", a lei  proíbe o fornecimento do serviço sem  solicitação prévia, exceto se for  gratuito, sob pena das sanções  previstas no Código de Defesa do  Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As multas variam entre R$ 422 e R$ 6,3  milhões, conforme a gravidade da  infração. Não ter o preço do couvert no  cardápio seria menos grave do  que servir a entrada sem o cliente pedir,  por exemplo. O  diretor-jurídico da Associação Brasileira de Bares e  Restaurantes  (Abrasel), Percival Maricato, afirma que os  estabelecimentos vão  cumprir as regras. "Estamos preparados para atender  a lei."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Último Segundo - iG  - 06/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-6903357386113858539?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/6903357386113858539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/e-aqui-na-bahia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6903357386113858539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6903357386113858539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/e-aqui-na-bahia.html' title='E Aqui na Bahia??'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-5265951723772373241</id><published>2011-10-19T12:14:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:14:09.514-02:00</updated><title type='text'>Consumidor não deve arcar com ônus da greve nos Correios</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Os consumidores  que não receberam seus boletos,  ou faturas a pagar, antes da data de  vencimento, por conta da greve dos  funcionários dos Correios, estão  isentos de quaisquer taxas adicionais  ou juros atribuídos ao atraso dos  pagamentos, causados pela greve dos  Correios, assegura a Coordenadoria  de Defesa do Consumidor (Codecon).Segundo Ruben Carneiro, coordenador  da Codecon, de acordo com o Artigo 20 da Lei 8.078, o consumidor não  pode ter os serviços  suspensos e nem pagar juros, multas ou mora, já  que o problema foi  causado por terceiros, no caso, pelos funcionários  dos Correios, em  greve há 22 dias.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor também não tem obrigação de saber manusear as ferramentas  eletrônicas,  para manter adimplentes seus compromissos. O usuário pode  efetuar os  pagamentos em atraso, se esta for a única solução. É o que  diz o Artigo  14 do 1º parágrafo, inciso 3º do Código de Defesa do  Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de dúvida, ou para fazer reclamação referente aos  tributos  adicionados em faturas e boletos, por conta do atraso de  pagamentos  causado exclusivamente pela paralisação dos Correios, os  consumidores  devem contatar a Codecon pelo telefone (71) 2203-3417.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Tribuna da Bahia  - 06/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-5265951723772373241?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/5265951723772373241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/consumidor-nao-deve-arcar-com-onus-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5265951723772373241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5265951723772373241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/consumidor-nao-deve-arcar-com-onus-da.html' title='Consumidor não deve arcar com ônus da greve nos Correios'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1989501362286032288</id><published>2011-10-19T12:13:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:13:07.138-02:00</updated><title type='text'>Mulher que teve seguro de vida cancelado por erro do Bradesco ganha indenização na Justiça</title><content type='html'>&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O Banco Bradesco  deve pagar R$ 15.858,70 para K.C.B.M., que teve  contrato de seguro de  vida cancelado por erro da instituição financeira.  A decisão foi da 5ª  Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará  (TJCE).&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os autos, ela contratou o seguro, sendo que  o valor seria  debitado da conta corrente. A partir da 26ª parcela, o  banco deixou de  fazer a operação e não comunicou à segurada, o que  acarretou  inadimplência junto à seguradora, além de quebra do contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por  esse motivo, ajuizou ação requerendo indenização pelos danos  sofridos e  a restituição do que havia sido pago. Na contestação, a  empresa  sustentou que o contrato foi firmado com a Bradesco Vida e  Previdência,  que é distinta do Banco Bradesco. Por isso, a obrigação de  cumprir o  acordo, segundo defendeu, seria da seguradora e não do  banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  abril de 2006, o Juízo de 1º Grau condenou a instituição financeira a   pagar R$ 10.858,75. As duas partes interpuseram apelação (nº   678940-85.2000.8.06.0001) no TJCE. K.C.B.M. buscou a majoração do valor e   o banco, a improcedência da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa quarta-feira (05/10), a  5ª Câmara Cível deu provimento ao pedido  de K.C.B.M., aumentando a  quantia para 15.858,75. O  desembargador  Francisco Suenon Bastos Mota,  relator do processo, ressaltou que o  contrato foi quebrado por culpa e  negligência do banco, que deixou de  debitar o valor da conta corrente,  sem aviso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 06/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1989501362286032288?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1989501362286032288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mulher-que-teve-seguro-de-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1989501362286032288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1989501362286032288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mulher-que-teve-seguro-de-vida.html' title='Mulher que teve seguro de vida cancelado por erro do Bradesco ganha indenização na Justiça'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-229208024202228452</id><published>2011-10-19T12:11:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:11:37.836-02:00</updated><title type='text'>Tempo de espera em fila de banco gera indenização por danos morais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A 3ª Turma Cível  do TJDFT  reformou, em grau de recurso, sentença que  julgou  improcedente pedido de indenização de um cliente, contra o Banco  do  Brasil, por ter permanecido mais de 1 hora na fila a espera de   atendimento. De acordo com a decisão colegiada, a instituição financeira   desrespeitou o princípio constitucional da dignidade humana e os   direitos básicos do consumidor. Não cabe mais recurso no âmbito da   Justiça local. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da ação narrou que compareceu à agência bancária do Banco do   Brasil, localizada no Setor Sudoeste, às 11h16 para efetuar o pagamento   da taxa de condomínio e só foi atendido às 12h30. Defendeu a ocorrência   de danos morais, pois a espera por atendimento por mais de 1 hora não   pode ser tratada como mero aborrecimento. Fundamentou seu pedido na Lei   Distrital nº 2.547/2000, que estipula tempo máximo de espera de trinta   minutos para atendimento em instituições bancárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pedido de indenização foi julgado improcedente em 1ª Instância  pelo  juiz da 1ª Vara Cível de Brasília. Inconformado, o cliente recorreu  da  sentença a 2ª Instância e teve reformada a decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator do recurso afirmou: "Não vejo como mero aborrecimento e  sim  como violação aos direitos da personalidade o fato de um cidadão   permanecer mais de 1 hora na fila de uma instituição financeira, de   grande porte como o réu, ainda mais sendo essa instituição uma empresa   estatal, que deveria dar o exemplo e não violar a Constituição Federal e   o Código de Defesa do Consumidor". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão colegiada foi unânime. O banco terá que pagar R$ 2 mil de indenização ao cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 2011011017366-7&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal  - 06/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-229208024202228452?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/229208024202228452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tempo-de-espera-em-fila-de-banco-gera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/229208024202228452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/229208024202228452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tempo-de-espera-em-fila-de-banco-gera.html' title='Tempo de espera em fila de banco gera indenização por danos morais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-5180489947294215061</id><published>2011-10-19T12:09:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:09:05.961-02:00</updated><title type='text'>Mais de 12 milhões de pessoas trocaram de operadora sem mudar número do telefone em três anos</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Sabrina Craide&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; &lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx2"&gt; &lt;br /&gt;Brasília  – Desde o início da implantação da portabilidade numérica no  país, em  1º de setembro de 2008, foram realizadas 12,1 milhões de  trocas de  operadoras com a manutenção do número do telefone. Desse  total, a  maioria (66%) corresponde a usuários de telefonia móvel e 34%  são  usuários de telefonia fixa. O número de migrações realizadas até  hoje  corresponde a 4,5% do total de linhas fixas e móveis habilitadas   atualmente no país.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, antes do início da vigência da  portabilidade numérica, a  expectativa do setor era que 11,3 milhões de  pessoas aderissem ao  serviço ainda no primeiro ano de implantação do  sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Associação Brasileira de Recursos em  Telecomunicações (ABR  Telecom), entidade que administra a portabilidade  numérica no Brasil,  entre julho e setembro deste ano, foram realizadas  1,5 milhão de trocas  de operadoras de telefonia fixa e móvel, mantendo o  mesmo número de  identificação. Desde o início do ano até setembro, a  entidade registrou  o movimento de 4,1 milhões de transferências  efetivadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser trocar de prestadora e manter o número do  telefone deve  dirigir-se à operadora para a qual quer migrar e pedir uma  nova  habilitação mantendo o número atual. A operadora antiga terá um  dia  útil para conferir os dados do usuário e o processo de portabilidade   deve ser concluído em, no máximo, três dias úteis depois da solicitação   do consumidor. A portabilidade só poderá ser feita dentro do mesmo   serviço (móvel para móvel ou fixo para fixo) e na área de abrangência do   mesmo DDD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Edição: Lana Cristina&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Agência Brasil  - 07/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-5180489947294215061?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/5180489947294215061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mais-de-12-milhoes-de-pessoas-trocaram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5180489947294215061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5180489947294215061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/mais-de-12-milhoes-de-pessoas-trocaram.html' title='Mais de 12 milhões de pessoas trocaram de operadora sem mudar número do telefone em três anos'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2868997539104206903</id><published>2011-10-19T12:07:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T12:07:36.901-02:00</updated><title type='text'>Tribunais estão considerando abusivos alguns encargos de financiamentos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Saber que taxa de  juros está sendo cobrada ao fechar um financiamento é  muito  importante, mas não é tudo. Além dela, do Imposto sobre Operações   Financeiras (IOF), no caso dos financiamentos por Crédito Direto ao   Consumidor (CDC), e da famosa taxa de retorno (o índice que é jogado na   “maquininha” no momento de fazer a conta) que simplificando significa o   lucro que a concessionária vai ter com a venda, incidem na parcela   diversos encargos que foram sendo “inventados” pelas financeiras no   decorrer do tempo. São inúmeros e dependem do tipo de financiamento, de   quem está financiando e para quem: gravame, comissão de terceiros,   seguros etc.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre esses encargos, a tarifa de abertura de crédito (TAC) está entre   os mais conhecidos pelo consumidor. Sua cobrança, que variava de R$ 300 a   até mais de R$ 1 mil para automóveis, chegou a ser desautorizada pelo   Banco Central, mas os bancos logo deram um jeito de substituí-la e   criaram a Tarifa de Cadastro (TC), que, na prática, é a mesma coisa. “É   um valor que o banco cobra para fazer o cadastramento dos dados do   cliente. Isso não faz sentido, pois já faz parte do negócio. E não se   gasta nada com isso. É simplesmente preencher os dados”, explica o   advogado Flávio de Oliveira Alvarenga Filho, especialista em defesa do   consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado informa que vários tribunais do Brasil – inclusive já existe   decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – vêm decidindo contra a   cobrança de qualquer tarifa destinada ao cadastro. São consideradas   abusivas as tarifas de cadastro, de crédito ou de reabertura de crédito,   além da taxa para emissão de carnê, que também vem perdendo o sentido.   “Falta suporte à cobrança das tarifas de abertura de crédito (TAC) e   emissão de carnê (TEC) pela instituição financeira, pois é certo que as   despesas relativas à concessão do crédito e também à forma de cobrança   das parcelas são inerentes à própria atividade desempenhada pelo banco.   Qualquer cobrança nesse sentido, portanto, configura uma situação   desfavorável ao consumidor, por ser incompatível com os princípios da   boa-fé e da equidade”, cita o desembargador Guilherme Nunes Born, do   Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em decisão proferida mês passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em acórdão originado por ação civil pública, movida pelo Ministério   Público do Estado de São Paulo, desembargadores do Tribunal de Justiça   daquele estado vão além: “A cobrança da tarifa de cadastro é abusiva, em   que pese haver autorização do Banco Central, uma vez que a realização   de pesquisas sobre os dados cadastrais do cliente não caracteriza   serviço solicitado ou prestado ao consumidor, mas tão somente uma   análise do negócio para resguardar e minimizar o risco do banco, risco   esse que é inerente à própria atividade desempenhada pelas instituições   financeiras”. Da mesma forma, vêm agindo os tribunais do Paraná e Rio  de  Janeiro, conforme Flávio Alvarenga Filho. Para Flávio, apesar de o   Tribunal de Justiça de Minas Gerais ser mais conservador no que diz   respeito ao Código de Defesa do Consumidor, não deve demorar a começar a   acatar decisões assim.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: rondonoticias.com.br  - 09/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2868997539104206903?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2868997539104206903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tribunais-estao-considerando-abusivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2868997539104206903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2868997539104206903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/tribunais-estao-considerando-abusivos.html' title='Tribunais estão considerando abusivos alguns encargos de financiamentos'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7088301358007712607</id><published>2011-10-19T12:02:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T12:02:44.430-02:00</updated><title type='text'>Oi e bancos lideram lista de empresas mais acionadas</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Das dez empresas  mais acionadas nos Juizados  Especiais Cíveis do Rio de Janeiro em  setembro, cinco prestam serviços  financeiros. Os bancos Santander e  Itaú ficaram em segundo e terceiro  lugares, com 2 mil e 1,6 mil  reclamações, respectivamente. Itaucard, o  serviço de cartões de crédito  do Itaú, ficou com o quarto lugar, com 1,5  mil acionamentos judiciais.  Bradesco (1,1 mil reclamações) e BV  Financeira (931 reclamações)  completam o grupo dos financeiros do  ranking.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O primeiro lugar da lista ficou com a Telemar Norte  Leste, razão social  da Oi Fixo no Rio. A companhia de telecomunicações  foi acionada 2,6  mil vezes nos Juizados Especiais fluminenses. BCP, que  reúne Claro,  ATL-Algar, ATL e Telecom Leste, foi reclamada 1,5 mil vezes  e ficou com  o sexto lugar. São as únicas telecoms que aparecem entre as  dez  primeiras do ranking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2005, o Tribunal de Justiça do  Rio elabora uma lista mensal com  as 30 empresas mais acionadas nos  Juizados Especiais Cíveis do estado. O  ranking serve para prestar  informações à sociedade, que exige  transparência na gestão judiciária  das companhias que lhes prestam  serviços. De acordo com Flávio Citro  Vieira de Mello, juiz idealizador  do Top 30 e integrante das Turmas  Recursais do Tribunal de Justiça do  Rio, a lista serve para criar um  banco de dados que pode ser consultado  pelos consumidores antes de  fechar qualquer negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ranking também pode ser usado pelas  próprias empresas para acompanhar  quais são seus negócios que resultam  em ações judiciais. A partir da  divulgação da lista TOP 30, as compahias  mais acionadas começaram a  demonstrar interesse em participar de  mutirões de conciliação e se  aproximaram do Judiciário para buscar  soluções para o consumidor. Para  ver a lista completa das empresas mais  reclamadas de setembro, clique &lt;a href="http://srv85.tjrj.jus.br/maisAcionadas/pesquisaMaisAcionadas.do;jsessionid=ac10013530f69f76a52cac5945809c4caa16e30f7fb2.e3yQb38TbxaOe34LbhqLbNyLbxz0?acao=consultarPorData" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Conjur - Consultor Jurídico  - 10/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7088301358007712607?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7088301358007712607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/oi-e-bancos-lideram-lista-de-empresas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7088301358007712607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7088301358007712607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/oi-e-bancos-lideram-lista-de-empresas.html' title='Oi e bancos lideram lista de empresas mais acionadas'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2680443361759285911</id><published>2011-10-19T11:59:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:59:31.353-02:00</updated><title type='text'>6ª Câmara Cível condena TIM a pagar R$ 7 mil por inscrição indevida no SPC</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A TIM Nordeste  S/A deve pagar R$ 7 mil por inserir, indevidamente, o  nome da  empresária F.M.C.C. no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A  decisão,  da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), foi   proferida na sessão extraordinária realizada nessa sexta-feira (07/10).&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme  os autos, a cliente pagou as faturas do meses de novembro e  dezembro de  2007 e de janeiro de 2008, em 27 de fevereiro daquele ano.  No dia 30 de  abril, ela tentou comprar um carro, mas não conseguiu em  virtude da não  aprovação do cadastro. O motivo era a negativação do  nome dela no SPC  por conta de pendências com a TIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresária entrou em contato  com a operadora de telefonia móvel,  obtendo a resposta de que não  existiam débitos. Posteriormente,  F.M.C.C. foi a uma loja comprar pneus,  efetuando o pagamento com  cheque. Depois de esperar mais de uma hora, e  já com os pneus colocados  no automóvel, o gerente informou que o cheque  não poderia ser aceito,  pois o nome da cliente constava em listas  restritivas. Os pneus tiveram  que ser retirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegando ter  passado por constrangimentos, inclusive na presença dos  filhos, ajuizou  ação, com pedido de liminar, requerendo reparação  moral. Na contestação,  a TIM alegou que a usuária estava em débito e  que procedeu as  cobranças. Reconheceu que as dívidas foram quitadas,  mas por “imprecisão  plenamente justificável nos sistemas” utilizados  pela empresa, o  pagamento realizado em fevereiro de 2008 só foi  identificado e baixado  em abril do mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março de 2009, o então juiz Váldsen da  Silva Alves Pereira, da 28ª  Vara Cível de Fortaleza, deferiu a liminar,  determinando a retirada do  nome da empresária do SPC. No mês de outubro  de 2010, o mesmo  magistrado tornou definitiva a liminar, condenado a TIM  a pagar 50  salários mínimos. A companhia telefônica entrou com recurso  (nº  78613-14.2008.8.06.0001/1) no TJCE. Solicitou a reforma total da   sentença ou a minoração da quantia indenizatória para R$ 1 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao  julgar a apelação, a 6ª Câmara Cível reduziu o valor para R$ 7 mil. O   relator do processo, desembargador Manoel Cefas Fonteles Tomaz,  destacou  que “o valor da reparação do dano sofrido tem efeito  reparatório e  compensatório, além do efeito punitivo e repressivo à  conduta desta  natureza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão do órgão julgador ocorreu,  extraordinariamente, nesta sexta,  em virtude da antecipação da reunião  ordinária da próxima quarta-feira  (12/10), feriado nacional pela  padroeira do Brasil, Nossa Senhora  Aparecida. A medida se deu conforme o  edital nº 06/2011,  disponibilizado no Diário da Justiça Eletrônico no  último dia 28.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 10/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2680443361759285911?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2680443361759285911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/6-camara-civel-condena-tim-pagar-r-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2680443361759285911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2680443361759285911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/6-camara-civel-condena-tim-pagar-r-7.html' title='6ª Câmara Cível condena TIM a pagar R$ 7 mil por inscrição indevida no SPC'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1560629035341667324</id><published>2011-10-19T11:58:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:58:19.105-02:00</updated><title type='text'>Confira dicas para evitar juros ao fazer empréstimos</title><content type='html'>&lt;span class="corpo_12_vermelho"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div id="noticias_ler_total" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&amp;nbsp;SÃO PAULO -  Alguns consumidores que desejam realizar sonhos de  consumo, como  adquirir a casa própria ou um carro, desconhecem as  melhores formas  para pagar juros menores no momento de contratar um  empréstimo. Por  conta disso, tantas vezes acabam se endividando de forma  desnecessária.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o consultor da Febraban (Federação Brasileira de  Bancos),  Raphael Brasileiro de Oliveira, o desconhecimento é o primeiro  passo  para que o cidadão entre em "ciladas", como negociar com empresas  que  prometem crédito fácil e cobram juros muito elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O conselho que damos aos nossos clientes é se informar", orienta   Oliveira, conforme publicado na Agência Brasil. "Essa dificuldade de   lidar com crédito constatamos no dia a dia, no atendimento". Outras   dicas úteis aos consumidores são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Evitar o endividamento com o cartão de crédito;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Comprometer o máximo de 30% da renda familiar ou pessoal com pagamentos de compras parceladas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Comprar um veículo apenas quando as prestações couberem no orçamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E, antes da aquisição de um financiamento da casa própria,  analisar a  diversidade de créditos oferecidos pelas instituições  financeiras.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;Cartão de crédito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como um ótimo facilitador das  compras, o plástico é cada vez mais usado  pelos consumidores. Por isso, o  consultor da Febraban destaca que o  proprietário do cartão de crédito  precisa ter a consciência de que, em  algum momento, as dívidas feitas  serão pagas em sua totalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, deve-se evitar o pagamento do valor mínimo para não arcar  com  juros altos que, normalmente, inviabilizam a quitação da dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crédito com consciência!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A ProTeste - Associação  de Consumidores lembra que o Brasil é  um dos países onde mais se utiliza  crédito para pessoas físicas. O  financiamento de compras com parcelas a  perder de vista ou mesmo o  empréstimo de valores em dinheiro atrai cada  vez mais os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os consumidores não se deixarem ludibriar pela propaganda do   "dinheiro fácil", a entidade orienta que todo empréstimo tem um custo.   Então, confira as dicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Empréstimo pessoal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eles  servem para o caso de uma emergência ou se for para substituir uma   dívida com juros maiores. Se houver um objetivo específico, como a   compra de um carro ou um eletrodoméstico, há modalidades de crédito mais   atrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, há outras opções com melhores condições para aposentados e   funcionários públicos e se há restituição de IR a receber ou se sua   empresa tem convênio para crédito consignado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Financeiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A  entidade é enfática: "fuja das financeiras!". Isso porque os juros  são  mais altos, chegando a cobrar cinco vezes mais do que um banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Prazo para pagar o empréstimo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O  ideal é que seja o menor possível, para o consumidor não pagar  um  montante muito grande referente aos juros. De qualquer forma, é   importante avaliar a quantidade que poderá pagar em cada parcela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se você optar por uma parcela que pesará bastante no orçamento só  para  pagar em menos tempo, pense se terá mesmo condições de arcar com  esse  custo mensal", orienta a entidade. Afinal, se o consumidor precisar   adiar a dívida em alguns meses, pode acabar pagando até mais do que   pagaria se tivesse pego o empréstimo pelo dobro do tempo desde o começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Custo Efetivo Total (CET)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por  fim, não aceite conhecer apenas as taxas de juros. Exija que lhe   informem o CET, que inclui os custos que vão cair sobre o montante   emprestado: juros, IOF e também a taxa de abertura de crédito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte:  InfoMoney  - 13/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1560629035341667324?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1560629035341667324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/confira-dicas-para-evitar-juros-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1560629035341667324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1560629035341667324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/confira-dicas-para-evitar-juros-ao.html' title='Confira dicas para evitar juros ao fazer empréstimos'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4848369150846384847</id><published>2011-10-19T11:57:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:57:16.941-02:00</updated><title type='text'>Cliente receberá indenização da Oi, que ofereceu serviço sem cobertura</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A 1ª Câmara de  Direito Público do Tribunal de Justiça confirmou sentença  da comarca de  Mondaí, que condenou Oi - Brasil Telecom Celular S/A ao  pagamento de  indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, a  Marilei Feisler.  Nos autos, Marilei afirmou que mantinha contrato com  uma operadora de  telefonia e, após uma ligação da Oi, mudou de operadora  e aceitou a  portabilidade. A empresa, conforme combinado, mandou-lhe um  chip e as  instruções para instalação.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já com a peça no aparelho, a autora verificou não ser possível  utilizar  o serviço, por ausência de sinal no município. Marilei disse,  ainda,  que entrou em contato com a Oi por três vezes, sem solução do  problema,  com perda definitiva da linha que possuía com a outra  operadora.  Condenada em 1º grau, a Oi apelou para o TJ. Sustentou que  não houve  dano apto a gerar indenização, capaz de causar lesão de ordem  moral à  autora, mas apenas meros aborrecimentos do cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] não restam dúvidas quanto ao evento danoso praticado pela   empresa de telefonia, que, mesmo sabendo que não possuía cobertura de   sinal celular para a referida cidade, vendeu um serviço inexistente,   induzindo a autora a erro, utilizando-se de pura má-fé para continuar   auferindo lucro desenfreado e, o mais grave, deixando a requerente sem   serviço de telefonia, tolhendo-lhe o direito à prestação de um serviço   de natureza essencial”, afirmou o relator da matéria, desembargador   Sérgio Baasch Luz. A decisão foi unânime. (Apelação Cível n.   2011.066735-4)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina  - 11/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4848369150846384847?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4848369150846384847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-recebera-indenizacao-da-oi-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4848369150846384847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4848369150846384847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-recebera-indenizacao-da-oi-que.html' title='Cliente receberá indenização da Oi, que ofereceu serviço sem cobertura'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-1303536295447495951</id><published>2011-10-19T11:55:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:55:59.094-02:00</updated><title type='text'>Projeto quer vetar cadastro no SPC por dívidas de água, luz e telefone</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Sugestão da OAB  Piauí tramita na Assembleia para impedir inclusão no SPC e Serasa por  contas no setor público. Um projeto de lei apresentado na Assembleia  Legislativa quer impedir que  prestadoras de serviço público insiram o  nome de devedores em cadastros  de restrição ao crédito, como SPC ou  Serasa. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta foi sugerida  pela seccional Piauí da Ordem dos Advogados do  Brasil (OAB/PI) e levada  para discussão entre os parlamentares pelo  deputado estadual Luciano  Nunes (PSDB) nesta segunda-feira (10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, se a lei for sancionada,  empresas como a Agespisa (de  água), Eletrobrás Piauí (antiga Cepisa,  federalizada e que fornece  energia elétrica) e até mesmo companhias de  telefonia fixa e celular  com atuação no Estado não poderão levar ao SPC  ou Serasa o nome de  devedores. A medida vale para a prestação de  qualquer serviço público,  seja prestado por concessionárias,  permissionárias ou empresas  autorizadas.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente  da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/PI, Astrogildo  Mendes  Assunção Filho explica que a restrição ao crédito é injusta,  pois  existem outras formas do devedor ser punido nesse contexto. "Os  órgãos  públicos já têm o poder muito grande no fornecedor, que é o  corte no  fornecimento", argumenta. A cobrança judicial também é outra  ferramenta  que pode ser usada para exigir o pagamento de tais dívidas. &amp;nbsp;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OAB promete acompanhar toda  atramitação e alega ainda em favor do  projeto que não haverá prejuízo  para as prestadoras de serviço  público.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei ainda prevê punições para quem desobedecer a medida.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fábio Lima&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;f&lt;/i&gt;&lt;i&gt;abiolima@cidadeverde.com&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: cidadeverde.com  - 10/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-1303536295447495951?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/1303536295447495951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/projeto-quer-vetar-cadastro-no-spc-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1303536295447495951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/1303536295447495951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/projeto-quer-vetar-cadastro-no-spc-por.html' title='Projeto quer vetar cadastro no SPC por dívidas de água, luz e telefone'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7728154352999218171</id><published>2011-10-19T11:51:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:51:45.282-02:00</updated><title type='text'>Carro com defeito de fabricação gera indenização de R$ 14 mil</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt; A 5ª Câmara Cível do Tribunal de  Justiça do Rio condenou a Volkswagen  do Brasil e a Original Veículos a  pagarem R$ 14 mil de indenização, por  dano moral, a um consumidor que  comprou um carro com defeito de  fabricação.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da ação, Gustavo Pinheiro, conta que foi constatado defeito nos   vidros elétricos três semanas após a aquisição do veículo e ambas as   empresas tentaram se esquivar da solução do problema, prestando um   serviço ineficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o relator  do processo, desembargador Milton Fernandes de Souza, é  inequívoca a  existência do dever de indenizar, por danos morais, o  autor em razão da  mera constatação de vício no veículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No caso em análise, o autor viu-se alijado do uso adequado de seu   veículo por um longo período, submetendo-se a toda sorte de infortúnios,   enquanto aguardava a solução definitiva do problema que, ao final, não   foi resolvido a contento pelas rés”, declarou ele, acrescentando que o   valor de R$ 14 mil compensa satisfatoriamente todos os dissabores e   percalços vivenciados pelo autor que, certamente, extrapolaram a esfera   de um mero aborrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;As rés também terão que ressarcir Gustavo pelo valor pago no veículo, descontando a depreciação pelo tempo de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Nº do processo: 0034446-12.2009.8.19.0001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJRJ - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro  - 13/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7728154352999218171?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7728154352999218171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/carro-com-defeito-de-fabricacao-gera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7728154352999218171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7728154352999218171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/carro-com-defeito-de-fabricacao-gera.html' title='Carro com defeito de fabricação gera indenização de R$ 14 mil'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-311308775957255905</id><published>2011-10-19T11:50:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:50:27.507-02:00</updated><title type='text'>Drogaria é condenada por vender medicação diversa da que foi prescrita</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O receituário  médico dizia Celestamine Xarope, mas o medicamento  entregue foi o  Celestone. A troca ocorreu por sugestão do vendedor,  apesar de um  remédio não substituir o outro. O fato configurou falha na  prestação de  serviços, o que levou a Drogaria Rosário a ser condenada a  indenizar a  vítima. A sentença do 7º Juizado Cível de Brasília foi  modificada, em  parte, pela 3ª Turma Recursal do TJDFT e dela não cabe  mais recurso,  uma vez que a decisão já transitou em julgado. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magistrada encarregada de julgar o caso registra que "o  consumidor,  ao se dirigir a farmácia de renome, confia no bom  atendimento e nas  indicações de substituição de medicamente para o caso  de a farmácia não  dispor do medicamento solicitado, eis que, é de  conhecimento popular  que medicamentos, em geral, podem ser substituídos  por outros similares  que possuem o mesmo composto químico". Acrescenta  que "é certo que,  sendo a requerida farmácia de renome em Brasília, deve  manter, até por  determinação legal, farmacêutico responsável para  tratar desse tipo de  questão, diante da relevância e da seriedade em se  substituir  medicamentos".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, informação prestada pela central de atendimento do   laboratório fabricante e confirmada pelo próprio preposto da drogaria dá   conta de que os medicamentos em questão são destinados a tratar   enfermidades distintas. Assim, "ao sugerir a substituição por remédio   que tratava enfermidade distinta, incorreu a requerida em grave falha na   prestação de serviços", motivo pelo qual deve ser responsabilizada,   concluiu a juíza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao confirmar o mérito da sentença, a Turma Recursal anotou que "o  art.  6º, I, do Código de Defesa do Consumidor estabelece que são  direitos  básicos do consumidor a proteção da vida, saúde e segurança  contra os  riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e  serviços  considerados perigosos ou nocivos". E mais: "O estabelecimento   farmacêutico que, infringindo normas que regulamentam a atividade,   recomenda medicamento diferente do prescrito pelo médico expõe o   consumidor a consideráveis riscos à saúde".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, a Turma majorou o valor da indenização, inicialmente   arbitrado em 500 reais, mais o valor da medicação (R$16,92),   considerando, inclusive, que os transtornos causados superam os   cotidianos, eis que o medicamento foi ministrado à filha da autora que,   em razão da incorreção do medicamento, apresentou sintomas que   assustaram a mãe, especialmente porque já padecia de outra enfermidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 2011.01.1.052625-7&lt;br /&gt;Autor: (AB)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal  - 13/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-311308775957255905?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/311308775957255905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/drogaria-e-condenada-por-vender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/311308775957255905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/311308775957255905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/drogaria-e-condenada-por-vender.html' title='Drogaria é condenada por vender medicação diversa da que foi prescrita'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2400656942117419221</id><published>2011-10-19T11:49:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:49:54.047-02:00</updated><title type='text'>Empresas de cartão de crédito são multadas em R$ 254 milhões por cobranças ilegais</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A Justiça Federal  do Rio de Janeiro determinou às administradoras de  cartão de crédito:  Banco Citicard, Real, Itaucard, Ourocard, Bradesco,  Banerj Cartões,  Banco Fininvest e Federal Card (Caixa) que paguem mais  de R$ 254  milhões em multas por descumprimento de ordem judicial que  suspendia a  cobrança de encargos ilegais nas faturas.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2006, o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª região   acatou recurso do MPF (Ministério Público Federal no Rio de Janeiro), e   determinou em decisão liminar que as empresas administradoras de cartão   de crédito&amp;nbsp; suspendessem a cobrança de encargos indevidos em casos de   atrasos ou inadimplência de suas faturas, sob pena de multa diária de  R$  50 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As administradoras de cartão não cumpriram a determinação da justiça –   que teve vigência até julho de 2008 –&amp;nbsp; gerando uma multa de mais de R$   31,8 milhões para cada uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É inconcebível e inaceitável que grandes e conhecidas empresas do   setor financeiro, mesmo sob pena de pesadas multas, descumpram de modo   permanente e ostensivo decisões judiciais”, afirma o procurador da   República Márcio Barra Lima, coautor da execução promovida pelo MPF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação civil pública do MPF 2005.51.01.009671-8, que originou as multas   foi ajuizada em 2005 e pede que sejam declaradas abusivas as cláusulas   contratuais que estipulam as taxas de garantia e de administração, a   multa moratória superior a 2% do saldo devedor e a cobrança simultânea   de dois encargos quando há inadimplência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As oito administradoras de cartão de crédito têm 15 dias para efetuar o   pagamento da multa, a partir da data de publicação da decisão da 30ª   Vara Federal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso as empresas não paguem dentro do prazo, o débito sofrerá um   acréscimo de 10%. O valor das multas será revertido para o Fundo Federal   de Defesa dos Direitos Difusos, que financia projetos em áreas como   defesa do consumidor e meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Número do processo 2011.51.01.007677-0&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: UruguaianaRS  - 13/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2400656942117419221?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2400656942117419221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/empresas-de-cartao-de-credito-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2400656942117419221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2400656942117419221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/empresas-de-cartao-de-credito-sao.html' title='Empresas de cartão de crédito são multadas em R$ 254 milhões por cobranças ilegais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-101001652089846473</id><published>2011-10-19T11:45:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:45:44.080-02:00</updated><title type='text'>Sites violam código do consumidor</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Com o aumento das  ofertas, os problemas começaram a surgir e os direitos do consumidor  passaram a ser ignorados. Os sites de compras coletivas ganharam a atenção dos consumidores   brasileiros. Por terem os produtos e serviços mais desejados e com   preços tentadores, esse tipo de venda começou a crescer no País, tanto   que hoje já são quase duas mil empresas.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aumento das ofertas, os problemas começaram a surgir e os direitos do consumidor passaram a ser ignorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor),   entre os maiores problemas enfrentados pelos consumidores estão o fato   de as empresas não assumirem responsabilidade por problemas decorrentes   das vendas, não oferecerem informações suficientes ao consumidor e   divulgarem descontos maiores do que realmente são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Compras coletivas x problemas coletivos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para entender os problemas que o consumidor tem enfrentado, o Idec   realizou um levantamento com as quatro maiores empresas do setor,   segundo o ranking do portal Bolsa de Ofertas: Clickon, Groupalia,   Groupon e Peixe Urbano. Entre os problemas encontrados estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;strong&gt;Cadastro obrigatório de e-mail, sem acesso ao contrato&lt;/strong&gt;:  neste quesito,  foram reprovadas as empresas Groupon e Peixe Urbano. De  acordo com o  Idec, é direito do consumidor só cadastrar seu e-mail  depois de analisar  os Termos e Condições de Usos e a Política de  Privacidade dos sites de  compras coletivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, segundo o levantamento, para o consumidor conhecer as regras de   funcionamento dos sites é necessário cadastrar o endereço de e-mail.   Além disso, durante o cadastramento, o sistema opt-out faz com que o   consumidor aceite compulsoriamente as regras de prestação de serviço,   uma vez que esse item já vem assinalado. “Essa prática desrespeita a   autonomia do consumidor e sua liberdade de escolha”, explica o o   advogado do Idec e responsável pela pesquisa, Guilherme Varella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;•Utilização indevida de dados pessoais&lt;/strong&gt;: as empresas  Groupon, Peixe  Urbano e Clickon foram apontadas nesse quesito, pois  compartilham dados  pessoais dos usuários cadastrados com parceiros para  uso comercial e  publicitário. “Não há garantias sobre a forma de  tratamento das  informações, o que é uma ameaça à privacidade dos  consumidores e dá  margem à publicidade virtual massiva e abusiva  (spams)”, afirma Varella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;•Isenção de responsabilidade&lt;/strong&gt;: neste caso, todos os  sites pesquisados  apresentaram cláusulas contratuais que eximem sua  responsabilidade em  relação à qualidade e à eficiência dos produtos e  serviços que oferecem.  De acordo com os contratos, a obrigação de  reparar eventuais prejuízos  cabe apenas aos seus parceiros, admitindo  que são apenas intermediadores  da compra. “O site de compras coletivas  faz parte da cadeia de  fornecimento de produtos e serviços, pois atua  na etapa de oferta,  publicidade e transação financeira dos compradores.  Não há o que  justifique a isenção ou diminuição de sua  responsabilidade”, explica o  advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o artigo 51, I e III, do CDC (Código de Defesa do Consumidor),   tais cláusulas são nulas, portanto, o consumidor tem o direito de exigir   que os sites de compras coletivas resolvam os problemas constatados  nos  produtos ou serviços que comercializam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;strong&gt;Desconto maquiado&lt;/strong&gt;: as quatro empresas analisadas  tiveram problemas,  pois inflacionam os preços para disponibilizá-los em  promoção, fazendo  com que contratar o serviço diretamente no  fornecedor saia mais barato  do que adquirir dos sites de compras  coletivas com desconto. Em outros  casos, algumas empresas prometem  descontos que não existem, cobrando o  valor real do produto ou serviço.  “Como os sites de compras coletivas  são uma forma de publicidade, a  veiculação de informação falsa pode ser  considerada publicidade  enganosa e proibida pelo artigo 37 do CDC”,  explica Varella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;strong&gt;Número mínimo de compradores&lt;/strong&gt;: todas as empresas  novamente tiveram  problemas neste quesito, pois nenhuma informa o  número mínimo de  compradores necessários para a efetivação da oferta,  embora seja uma  informação fundamental para a efetiva aquisição do  produto ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;strong&gt;Direito de arrependimento&lt;/strong&gt;: os sites reprovados foram  Groupon, Peixe  Urbano e Clickon. Neste caso, eles não informam  adequadamente o direito  de arrependimento que, segundo o CDC, é de até  sete dias e dá o direito  do consumidor receber seu dinheiro de volta.  No caso da Clickon, esse  direito é garantido, porém, o consumidor terá  de pagar uma multa de 40%  para cancelar a compra. “A cobrança de multa é  absurda e ilegal, pois é  direito do consumidor desistir da compra”,  afirma o advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;•Ausência de SAC&lt;/strong&gt;: nenhum dos quatro sites analisados  possuem opção de  atendimento rápido ao consumidor, seja por meio de  telefone ou chat. As  opções oferecidas são apenas perguntas frequentes,  com respostas  pré-formuladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;•Falta de informações que identifiquem os sites fornecedores&lt;/strong&gt;:  todas as  empresas apresentaram falha, já não divulgam de maneira clara  os dados  dos fornecedores. Além disso, as que informam o nome,  endereço e outros  dados, colocam essas informações em locais de difícil  localização.  “Esses dados são fundamentais para que o consumidor possa  contatar as  empresas e entrar com ação contra elas, caso seja  necessário”, explica  Varella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Outro lado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As empresas foram informadas do resultado da pesquisa e deram seu posicionamento em relação aos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do Groupon, a empresa admitiu que tem parte da responsabilidade   sobre os produtos e serviços que oferta e disse que alterou a cláusula   que trata do assunto. Sobre a relação entre preço e desconto, explicou   que analisa todas as ofertas antes de publicá-las, mas que pela  natureza  dinâmica do modelo de negócio, alguns parceiros podem praticar  o preço  ofertado no site para outros clientes. O site também afirmou  que informa  sobre o direito de arrependimento nas perguntas frequentes,  no item  “modalidades de reembolso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Peixe Urbano reiterou que não integra a cadeia de fornecimento,   afirmando que atua apenas como prestador de serviço de publicidade e   disponibilização de vouchers promocionais, esquivando-se da   responsabilidade por eventuais problemas. Ainda afirmou que checa todos   os preços antes da publicação da oferta, e que não considera necessário   informar sobre o direito de arrependimento, pois este está previsto no   CDC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Clickon, seu papel é de intermediador da relação entre parceiro e   usuário e que, por isso, não pode ser responsabilizado por qualquer   problema. Além disso, informou que seus descontos são baseados no preço   sugerido pelos parceiros, e que estes podem fazer promoções paralelas  às  do site. A empresa também informou que retirou a previsão de multa  da  cláusula sobre o direito de arrependimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o site Groupalia afirma que a responsabilidade é dos fornecedores, quando estes são identificados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Correio do Estado  - 18/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-101001652089846473?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/101001652089846473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sites-violam-codigo-do-consumidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/101001652089846473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/101001652089846473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/sites-violam-codigo-do-consumidor.html' title='Sites violam código do consumidor'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2494890426069126378</id><published>2011-10-19T11:44:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:44:55.506-02:00</updated><title type='text'>Cabe ao consumidor escolher como será reparado por defeito não resolvido em produto</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A concessionária  Dipave e a General Motors  do Brasil Ltda. terão de substituir um Corsa  2001 adquirido com defeito  na pintura que nunca foi sanado. A  determinação é da Quarta Turma do  Superior Tribunal de Justiça (STJ). &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em razão do tempo decorrido  desde a compra do carro, não é mais  possível a troca por modelo  idêntico. Por isso, a Turma aplicou a regra  do parágrafo quarto do  artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor  (CDC). Esse dispositivo  estabelece que, não sendo possível a  substituição do bem, poderá haver  substituição por outro de espécie,  marca ou modelo diversos, mediante  complementação ou restituição de  eventual diferença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator  do recurso do consumidor, ministro Raul Araújo, decidiu que o  valor pago  pelo veículo, R$ 25,5 mil, deve ser corrigido  monetariamente até a data  da efetiva entrega do bem. Desse montante,  deve ser descontado o valor  médio de mercado de um Corsa 2001,  semelhante ao adquirido. O resultado  dessa operação será o crédito que o  consumidor terá com a concessionária  e o fabricante, que poderá ser  devolvido em dinheiro ao autor ou usado  na aquisição de outro carro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Araújo destacou que não há  incidência de juros na operação, porque o  consumidor usufruiu do bem  durante o período anterior à troca. O  consumidor também pediu no recurso  indenização por danos morais. Porém,  o relator destacou que o artigo 18  do CDC, que trata da  responsabilidade por defeito em produtos ou  serviços, não prevê a  reparação por dano moral. Como o consumidor não  apontou dispositivo  legal violado, o pedido de indenização por dano  moral não foi  conhecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Julgamento &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ultra petita &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A  decisão do STJ reforma sentença e acórdão da justiça do Paraná. O  juízo  de primeiro grau, em vez de determinar a troca do veículo por  outro  zero, como requerido pelo autor da ação, condenou as empresas a   restituir quantia equivalente às peças com defeito na pintura. Ele não   aplicou o inciso I do parágrafo primeiro do artigo 18 do CDC, como   pedido, mas sim o inciso III, por considerar que era a solução mais   justa. A sentença foi mantida no julgamento da apelação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor alegou que essa decisão configurava julgamento &lt;em&gt;ultra petita&lt;/em&gt;, pois lhe foi dado algo que não pediu na ação. Para o ministro Raul Araújo, não se trata de julgamento &lt;em&gt;ultra petita&lt;/em&gt; porque a sentença aplicou a norma de direito que entendeu apropriada para a solução do litígio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo,  o relator observou que o artigo 18 do CDC atribui ao  consumidor a  escolha entre as opções para sanar vício de qualidade do  produto não  resolvido no prazo de 30 dias. Embora esteja previsto o  abatimento  proporcional do preço (inciso III), ele optou pela  substituição do carro  por outro da mesma espécie (inciso I). “Assim,  não pode o juiz alterar  essa escolha, ainda que a pretexto de desonerar  o consumidor”, afirmou  Araújo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa razão, o relator entendeu que a sentença e o  acórdão da  justiça paranaense violaram o disposto no artigo 18 do CDC,  atribuindo à  norma interpretação incompatível, que tira do consumidor o  direito de  escolha que a lei lhe assegura. Dessa forma, deve ser  realizada a troca  do veículo, conforme optou o autor da ação. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: REsp 1016519  - 14/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2494890426069126378?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2494890426069126378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cabe-ao-consumidor-escolher-como-sera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2494890426069126378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2494890426069126378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cabe-ao-consumidor-escolher-como-sera.html' title='Cabe ao consumidor escolher como será reparado por defeito não resolvido em produto'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-773533798831832531</id><published>2011-10-19T11:43:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:43:55.805-02:00</updated><title type='text'>HSBC deve indenizar homem retido em porta giratória de agência bancária</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;HSBC deve indenizar homem retido em porta giratória de agência bancária&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E381A6ps-rM/Tp7T-WNFLsI/AAAAAAAAARU/D6CjZ7aDJkE/s1600/porta-giratoria.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" src="http://3.bp.blogspot.com/-E381A6ps-rM/Tp7T-WNFLsI/AAAAAAAAARU/D6CjZ7aDJkE/s200/porta-giratoria.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A Quarta Turma do  Superior Tribunal de  Justiça fixou em R$ 30 mil a indenização por dano  moral que deve ser  paga pelo banco HSBC a um homem que ficou dez  minutos retido na porta  giratória de agência bancária. A indenização é  devida em razão do  constrangimento sofrido em decorrência da conduta do  vigilante e do  gerente do banco, que afirmou que o usuário tinha “cara  de vagabundo”. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O  relator do recurso do banco, ministro Luis Felipe Salomão, destacou   que, de acordo com a jurisprudência do STJ, o simples travamento de   porta giratória de banco constitui mero aborrecimento. Quando a situação   é adequadamente conduzida pelos vigilantes e funcionários do banco,  não  ocorre efetivo abalo moral passível de indenização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, no  caso analisado, Salomão entendeu que o constrangimento  experimentado  ultrapassou o mero aborrecimento. Segundo o processo, o  homem ficou  aproximadamente dez minutos preso no interior do  equipamento, foi  insultado e mesmo após ser revistado por policial  militar, não foi  autorizado a entrar na agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o relator, ficou nítida a  ofensa à honra subjetiva do autor da  ação, “que se encontrava retido na  porta, em situação de extrema  vulnerabilidade, inadequadamente conduzida  pelo vigilante e  funcionários do banco e, ainda assim, se viu atingido  por comentário  despropositado e ultrajante”. O ministro destacou também  que o próprio  banco não questionou sua obrigação de reparar os danos  morais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exorbitante &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No recurso ao STJ, o  HSBC contestou apenas o valor da  indenização, que considerou  exorbitante. O caso ocorreu em agosto de  1998. Em primeiro grau, o valor  da indenização foi fixado em 30  salários mínimos. Ao julgar apelação, o  Tribunal de Justiça de São  Paulo elevou essa quantia para cem salários  mínimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro Luis Felipe Salomão, o valor  fixado pelo  tribunal estadual equivalia, na época, a R$ 30 mil. Com a  correção  monetária, o relator considerou que o valor atualizado destoa  da  jurisprudência do STJ. Por isso, ele deu parcial provimento ao  recurso  do banco para fixar os danos morais em R$ 30 mil, incidindo  atualização  monetária a partir da publicação desta decisão. Todos os  ministros da  Quarta Turma acompanharam o voto do relator.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça  - 17/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-773533798831832531?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/773533798831832531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/hsbc-deve-indenizar-homem-retido-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/773533798831832531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/773533798831832531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/hsbc-deve-indenizar-homem-retido-em.html' title='HSBC deve indenizar homem retido em porta giratória de agência bancária'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-E381A6ps-rM/Tp7T-WNFLsI/AAAAAAAAARU/D6CjZ7aDJkE/s72-c/porta-giratoria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3354291699798570036</id><published>2011-10-19T11:36:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:36:21.324-02:00</updated><title type='text'>Supermercado deve indenizar frentista agredido e algemado no estacionamento</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Frentista  agredido e algemado dentro do estacionamento do Mercantil São  José  Comércio e Indústria (Hipermercantil) ganha o direito de receber   indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil. A decisão, da 5ª   Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), foi proferida   durante a sessão extraordinária realizada nesta sexta-feira (14/10).&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Consta  nos autos que F.J.S.S. foi ao Hipermercantil, da avenida José  Bastos,  em Fortaleza, na companhia do primo. Ele permaneceu dentro do  buggy e o  parente entrou no estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirmou que, enquanto  aguardava o retorno do primo, foi surpreendido  por um segurança do  supermercado, que passou a agredi-lo verbalmente,  porque o carro estava  atrapalhando a passagem dos outros automóveis.  Alegou ainda ter sofrido  agressões físicas, algemado na frente de  outras pessoas e levado para  uma sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto de 2003, ingressou com ação judicial de  reparação de danos.  Na contestação, o Hipermercantil defendeu não ser  responsável pelos  supostos danos, já que o vigilante pertencia a empresa  terceirizada.  Alegou que o frentista estava dormindo dentro do  automóvel e  atrapalhando a passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o  estabelecimento, depois de várias tentativas, o  segurança desengatou o  buggy e moveu o veículo, o que acordou F.J.S.S..  Sustentou que o  profissional contratado foi agredido e que apenas se  defendeu, sendo  obrigado a algemar o frentista.&lt;br /&gt;Em setembro de 2005, o Juízo da 30ª  Vara Cível condenou o  estabelecimento a pagar 100 salários mínimos.  O  Hipermercantil  ingressou com apelação no TJCE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar o  processo, a 5ª Câmara Cível reduziu o valor para R$ 3  mil. De acordo com  o desembargador Clécio Aguiar de Magalhães, relator  do caso, a vítima  sofreu abalo moral, mas contribuiu para o dano. “O  alvoroço que  impulsionou o decorrer causal está conecto à conduta do  apelado  (frentista) que, desatentamente, obstruiu a passagem de carros  no  estacionamento do recinto, despertando o incômodo dos motoristas que  se  encontravam com sua liberdade de locomoção mitigada”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 14/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3354291699798570036?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3354291699798570036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/supermercado-deve-indenizar-frentista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3354291699798570036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3354291699798570036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/supermercado-deve-indenizar-frentista.html' title='Supermercado deve indenizar frentista agredido e algemado no estacionamento'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2403091594265967371</id><published>2011-10-19T11:34:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:34:48.250-02:00</updated><title type='text'>Desvio de bagagem provoca indenização</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O casal M.N.L. e  H.V.J. deverá ser indenizado em R$10.900 pela empresa  VRG Linhas   Aéreas  (Varig) pelo desvio de sua bagagem durante voo  internacional. A  decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de  Minas Gerais  (TJMG) que confirmou a decisão da juíza Maria da Glória  Reis, da 23ª  Vara Cível de Belo Horizonte.   &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo o processo, o casal embarcou no aeroporto de Confins no dia  15  de dezembro de 2008, após ter sido realocado para um voo diferente do   que estava previsto. Ao chegar à capital argentina, na madrugada do dia   16, foi informado pelos funcionários da empresa aérea que sua mala   estava desaparecida. Ao retornar ao Brasil, no dia 21 do mesmo mês, o   casal procurou  o atendimento da empresa, em Confins, e lá M.N.L.   avistou sua mala em um compartimento da companhia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles ajuizaram ação pleiteando indenização por danos morais   argumentando que tiveram que adquirir vários objetos em Buenos Aires   para passar a semana e gastaram boa parte do período que tinham para se   divertir e descansar tentando resolver o problema. A Varig contestou.   Segundo a empresa, os passageiros tiveram “meros aborrecimentos” que    não acarretam danos à honra.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza de 1ª Instância entendeu que o serviço prestado foi falho e   condenou a empresa. Ela recorreu alegando que as regras que norteiam a   aviação civil dão às empresas aéreas 30 dias de prazo para localizar as   bagagens tidas como extraviadas e,  neste caso, a mala foi devolvida   após seis dias. Também alegou que o valor da indenização era excessivo e   deveria ser reduzido caso fosse mantida a condenação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator, desembargador Wanderlei Paiva, concluiu que o casal  sofreu  danos morais e que a empresa aérea deve ser responsabilizada.  “Não há  dúvida de que o serviço aéreo prestado pela ré foi defeituoso,  visto  ter sido fornecido de maneira inadequada e ineficiente, frustando,   assim, a expectativa legítima e razoável de segurança que os clientes   dele podiam esperar”, afirmou.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desembargadores Selma Marques e Fernando de Caldeira Brant concordaram  com o relator.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom  &lt;br /&gt;TJMG - Unidade Goiás  &lt;br /&gt;(31) 3237-6568  &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ascom@tjmg.jus.br"&gt;ascom@tjmg.jus.br &lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº 1.0024.09.497513-3/001&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais  - 17/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2403091594265967371?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2403091594265967371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/desvio-de-bagagem-provoca-indenizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2403091594265967371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2403091594265967371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/desvio-de-bagagem-provoca-indenizacao.html' title='Desvio de bagagem provoca indenização'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-3810481299907078777</id><published>2011-10-19T11:33:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:33:53.768-02:00</updated><title type='text'>Cliente é indenizada por fórmula errada</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;             &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A dona de casa  V.O.S. será indenizada pela drogaria Guedes &amp;amp; Paixão  Ltda. por  danos morais em R$ 15 mil, por ter manipulado uma receita  errada, fato  que provocou intoxicação gastrointestinal aguda por  ingestão de  fluoreto de sódio. A decisão é da 13ª Câmara Cível do  Tribunal de  Justiça de Minas Gerais (TJMG) que confirmou a sentença da  juíza da  comarca de São João da Ponte, Sônia Maria Fernandes Marques.  &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o processo, V.O.S. apresentou na farmácia, mediante receita   médica, pedido de cluoreto de sódio sem iodo. Porém no dia 6 de janeiro   de 2009, foi internada com fortes dores abdominais e náuseas, quando  foi  diagnosticada intoxicação gastrointestinal aguda por ingestão de   fluoreto de sódio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ajuizou ação buscando indenização por danos morais argumentando  que  a fórmula foi modificada o que provocou intoxicação. A farmácia, por   sua vez, se defendeu argumentando que o erro foi da drogaria que   manipulou o remédio, com a qual mantinha parceria para este fim.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a drogaria, embasada em prova testemunhal, argumentou que o  pedido  apresentado foi de fluoreto de sódio. A juíza de 1ª Instância  condenou a  drogaria manipuladora a indenizar sob o seguinte fundamento:  “a  afirmação de uma única testemunha funcionária da empresa Guedes e   Paixão Ltda., de que o pedido por telefone foi de fluoreto de sódio é   prova frágil, incapaz de afastar a responsabilidade objetiva. Ademais à   empresa faltou cuidado necessário para o fornecimento dos medicamentos   manipulados, situação que por envolver a saúde, não poderia ficar à   mercê de contato telefônico”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator do recurso impetrado pela drogaria de manipulação, Luiz   Carlos Gomes da Mata, manteve a decisão da juíza de 1ª Instância, por   entender que houve falha na prestação do serviço. Para o magistrado, o   fato de a funcionária da empresa tentar se eximir de culpa comprova a   prática insegura da manipulação de medicamentos por meio telefônico.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desembargadores Francisco Kupidlowski e Cláudia Maia, também integrantes da turma julgadora, também acompanharam o relator.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom  &lt;br /&gt;TJMG - Unidade Goiás  &lt;br /&gt;(31) 3237-6568  &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ascom@tjmg.jus.br"&gt;ascom@tjmg.jus.br &lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº 1.0624.09.016531.4/001&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais  - 17/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-3810481299907078777?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/3810481299907078777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-e-indenizada-por-formula-errada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3810481299907078777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/3810481299907078777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/cliente-e-indenizada-por-formula-errada.html' title='Cliente é indenizada por fórmula errada'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7328312547297607237</id><published>2011-10-19T11:31:00.002-02:00</published><updated>2011-10-19T11:31:40.747-02:00</updated><title type='text'>Defeito em airbag motiva danos morais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O juiz de Direito  da 5ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, Antônio  Belasque Filho,  determinou que a Volkswagen do Brasil Ltda  indenize a  um cliente, por  danos morais, na quantia de R$ 5 mil, por acidente  automobilístico  ocorrido em uma rodovia.   &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O motorista alegou que é proprietário do Veículo VW/Golf 2.0 que   colidiu com um cavalo, quando transitava em uma rodovia. Argumentou que o   airbag do veículo disparou somente do lado do passageiro. Em razão do   acidente, ele teve de se afastar por 40 dias do trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ré, ao se defender, disse não haver defeito no airbag e nem a existência de danos materiais e morais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz, ao analisar os documentos juntados no processo, concluiu que   houve falha na prestação de serviços. Segundo ele, a ré não apresentou   provas da alegada inexistência do defeito no airbag. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o magistrado,  “é mister apontar que ele adquiriu veículo  equipado  com um item de segurança que não pode apresentar falhas, porque  sua  finalidade é proteger a integridade física do passageiro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz indeferiu o pedido de danos materiais, por o autor não ter comprovado nenhuma despesa decorrente do evento danoso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa decisão, por ser de primeira instância, esta sujeita a recurso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom  &lt;br /&gt;Fórum Lafayette &lt;br /&gt;(31) 3330-2123  &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ascomfor@tjmg.jus.br"&gt;ascomfor@tjmg.jus.br &lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo: 0024.04.449.437-5 &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJMG - Tribunal de Justiça de Minas Gerais  - 17/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;i o resto do post &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7328312547297607237?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7328312547297607237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/defeito-em-airbag-motiva-danos-morais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7328312547297607237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7328312547297607237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/defeito-em-airbag-motiva-danos-morais.html' title='Defeito em airbag motiva danos morais'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-6100785799005602576</id><published>2011-10-19T11:21:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:21:27.090-02:00</updated><title type='text'>Google lança função de "shopping" no Brasil</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;por CAMILA FUSCO&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2" style="font-size: small;"&gt;O Google estreia hoje no Brasil sua ferramenta de busca de produtos e comparação de preços, o Google Shopping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma função que integra informações de produtos buscados   pelos usuários aos resultados do Google, como fotos, comentários de   compradores e preços praticados pelos principais varejistas do país.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"A intenção é, além das notícias, imagens e mapas, fornecer ao usuário   informações referentes à compra quando procurarem produtos específicos",   afirma Lúcia Le Menn, gerente de parcerias estratégicas do Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como acontece na parte dedicada a imagens e notícias, o Google   terá páginas só para o resultado dos produtos, que incluirão informações   técnicas, fotos, avaliação dos compradores e a lista dos varejistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as redes que já firmaram parceria com o buscador estão Carrefour,   Compra Fácil e a Nova Pontocom, que reúne as operações de Extra, Ponto   Frio e Casas Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites especializados em comércio eletrônico Netshoes e Centauro, de   artigos esportivos, Lojas Marisa, de roupas, também já firmaram acordo   para integrar os resultados do Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hierarquia das informações que aparecerão na busca do Google será   baseada no termo procurado, segundo a executiva, e poderão mesclar os   resultados dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os algoritmos reconhecerão se a procura lançada pelo internauta é   específica, como 'câmera digital e compra'. Em termos assim, os   resultados referentes ao Shopping serão mais relevantes e aparecerão   primeiro na lista de busca", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só serão exibidos resultados de produtos que tenham a venda completa   feita pela internet. Os portais de comércio eletrônico interessados   podem cadastrar os produtos numa área específica do Google, que vai   analisar as solicitações e inclui-las ou não na busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os produtos com maior potencial, segundo Le Menn, estão eletrônicos, acessórios e até roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber a ferramenta, já   em operação na Europa, Estados Unidos e Japão. No mundo, a ferramenta   reúne produtos de 200 milhões de varejistas e 1 bilhão de produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CONCORRÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o serviço o Google entra em uma esfera hoje dominada por empresas já   consolidadas em comparação de preços como Shopping UOL, do UOL,  empresa  controlada pelo Grupo Folha, que edita a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, e o Buscapé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Enor Paiano, diretor de publicidade do UOL, a vocação do serviço do Google, no entanto, é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A referência a preços de produtos ao lado de resultados de buscas   representam informações rápidas ao usuário, que não necessariamente   determinam a decisão de compra", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Paiano, dentro dos comparadores, além dos preços é possível ver   avaliação das lojas, quantidade de reclamações sobre o vendedor, além  de  comparar o produto com outros semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurado, o Buscapé não retornou às ligações.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Folha Online  - 19/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Digite aqui o resumo do post &lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost" style="font-size: small;"&gt; Digite aqui o resto do post &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-6100785799005602576?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/6100785799005602576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/google-lanca-funcao-de-shopping-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6100785799005602576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6100785799005602576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/google-lanca-funcao-de-shopping-no.html' title='Google lança função de &quot;shopping&quot; no Brasil'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7982170785491299824</id><published>2011-10-19T11:11:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T11:11:26.259-02:00</updated><title type='text'>Larva encontrada viva em balinha gera indenização</title><content type='html'>&lt;div id="noticias_ler_total"&gt;                          &lt;div id="texto_noticia_ler" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2" style="font-size: small;"&gt;A empresa  Produtos Erlan Ltda e o Supermercado ABC terão que  indenizar,  solidariamente, uma consumidora que encontrou uma larva em  uma balinha  produzida pela primeira e comercializada pelo segundo. A  decisão é do  3º Juizado Especial Cível de Taguatinga. Os réus apelaram  da sentença,  mas ela foi mantida pela 1ª Turma Recursal do TJDFT. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quanto à primeira ré, laudo sanitário realizado pela Divisão de   Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde de Itaúna (MG) - e   considerado documento oficial, idôneo e apto para o deslinde da causa -   constatou, no produto levado à análise, "existência da larva ainda  viva  com claros sinais de sua atividade, por apresentar no corpo da  bala,  orifícios em consequência da sua utilização como fonte de  alimentação". E  ainda, "que não haveria tempo hábil para o estágio  entre ovo e larva,  descartando o contato do inseto com o produto na  residência da  solicitante", ora autora.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Supermercado ABC, por sua vez, alegou ilegitimidade passiva para   figurar nos autos. O juiz, porém, ensina que "o supermercado réu, onde   foi comprado o produto objeto da lide, integra a cadeia de fornecedor e   responde solidariamente pelos danos causados aos consumidores". E   prossegue: "O estabelecimento comercial que oferece à venda alimento   impróprio para o consumo, não observa seu dever de garantir a qualidade e   segurança do produto, configurando ato ilícito, e, portanto, responde   objetivamente pelos danos advindos de sua conduta, como prevê o art.  18,  §§5º e 6º, inciso II, do CDC". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado explica que evidenciado o ato ilícito das requeridas em   oferecer produto impróprio ao consumo humano, o dano consistente no   mal-estar sofrido pela autora ao encontrar larva ainda viva no doce que   estava consumindo, o potencial risco à saúde da mesma, e a existência  do  nexo de causalidade entre a conduta ilícita e os danos sofridos pela   autora, impõe-se o dever de indenizar, uma vez que tal situação   extrapola o mero aborrecimento e vicissitudes do dia a dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendendo que "o parâmetro a ser utilizado deve ser compatível com o   constrangimento sofrido, evitando-se excesso a desviar a finalidade da   condenação e não permitindo que a sentença sirva ao autor para auferir   ganho fácil e nem motivo de enriquecimento", o julgador arbitrou como   valor da indenização montante equivalente a 20 mil balinhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acórdão transitou em julgado e não cabe mais recurso da decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº do processo: 2011.07.1.001534-9&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal  - 18/10/2011&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7982170785491299824?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7982170785491299824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/larva-encontrada-viva-em-balinha-gera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7982170785491299824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7982170785491299824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/10/larva-encontrada-viva-em-balinha-gera.html' title='Larva encontrada viva em balinha gera indenização'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-5472095295192349749</id><published>2011-09-25T16:16:00.000-03:00</published><updated>2011-09-25T16:16:30.295-03:00</updated><title type='text'>Aumenta uso de cheque especial no País</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Enquanto o juro do cartão chega a 240% ao ano, o percentual do cheque está em 188%&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h5 style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;25/09/2011&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; Agência Estado&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os brasileiros estão ficando mais pendurados no cheque especial. Nos  últimos meses, enquanto a crise econômica dava sinais cada vez piores,  aumentou o número de clientes que permanece com a conta corrente no  vermelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em julho, 4,9% dos clientes estavam usando o limite da conta em  período entre 15 e 90 dias. Esse grupo de brasileiros tinha, somado, R$  984,8 milhões negativos em conta. A cifra cresceu rapidamente nos  últimos dois meses e o movimento pode ter sido gerado exatamente por  clientes que usaram o limite da conta para pagar o maior pagamento  mínimo no cartão que entrou em vigor em junho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em maio, 3,5% das contas correntes estavam no vermelho entre duas  semanas e três meses. Após meses seguidos de redução do uso do limite do  cheque especial, aquele mês atingiu a menor utilização desde setembro  de 2008, exatamente quando a crise começou. Ou seja, após meses seguidos  de certa desorganização do orçamento familiar, muitos clientes vinham  conseguindo quitar as dívidas e, paulatinamente, deixavam o cheque  especial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas os ares mudaram completamente em junho, quando o porcentual das  contas penduradas por esse período aumentou para 4,4%. A reviravolta  coincide com a entrada em vigor da primeira fase do esforço do governo  em elevar o pagamento mínimo no cartão de crédito. Desde 1.º de junho,  toda conta de cartão que chega à casa do cliente deve, obrigatoriamente,  ser paga em pelo menos 15%. Até 31 de maio, o pagamento mínimo era de  10%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho, a trajetória continuou e o índice se aproximou de  5%. Com essa guinada, o universo das contas correntes que permanece  entre duas semanas e 90 dias com saldo negativo aumentou R$ 271,2  milhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os números mostram que o Banco Central conseguiu fazer  com que fosse revertido um movimento perigoso que estávamos vendo.  Finalmente, o brasileiro começou a trocar a dívida do cartão pelo cheque  especial", diz o professor de finanças do Insper, Ricardo José de  Almeida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados foram comemorados pelo especialista porque a  troca significa economia para os clientes: enquanto o juro do cartão de  crédito chega a 240% ao ano, o cheque está em 188%. Rocha reconhece que  nenhuma das duas linhas é barata. "Mas, pelo menos, há migração para uma  opção menos cara". As informações são do jornal &lt;strong&gt;O Estado de S. Paulo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-5472095295192349749?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/5472095295192349749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/09/aumenta-uso-de-cheque-especial-no-pais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5472095295192349749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5472095295192349749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/09/aumenta-uso-de-cheque-especial-no-pais.html' title='Aumenta uso de cheque especial no País'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-2442201685803062215</id><published>2011-09-22T16:18:00.002-03:00</published><updated>2011-09-22T16:18:34.953-03:00</updated><title type='text'>STF: morador de rua fechada não deve pagar condomínio</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-8885963989985117442" style="font-size: 15px; line-height: 1.4; position: relative; width: 528px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Agência Estado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A 1.ª&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5768921#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;turma&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anteontem que moradores de vilas em ruas fechadas não podem ser obrigados a pagar taxa de condomínio. A cobrança desses valores, segundo a corte, seria inconstitucional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O entendimento abre o precedente para que mais de mil casos do tipo já julgados - número computado somente na Justiça paulista - sejam revertidos em favor dos moradores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="" name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;taghw style="line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A obrigação de se&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5768921#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;pagar&lt;/a&gt;&amp;nbsp;mensalidade ou taxas para associações de moradores - que optam por fechar ruas ou vilas para garantir normalmente limpeza ou segurança - é discutida na Justiça há décadas.&lt;/div&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas foi a primeira vez que o STF se manifestou sobre o tema. Tribunais estaduais de São Paulo e do Rio entendiam exatamente o contrário e obrigavam os moradores a pagar os valores cobrados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A justificativa é de que a pessoa usufrui os serviços prestados pela associação. Dessa forma, não contribuir configuraria enriquecimento ilícito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;taghw style="line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Essa&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5768921#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;cobrança&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é irregular. Se você compra uma casa ou apartamento em um condomínio, é obrigado a ratear as despesas da manutenção das áreas comuns. Isso é legal. Mas essas vilas fecham ruas públicas e começam a cobrar por serviços que deveriam ser prestados pela prefeitura ou pelo governo estadual", explica o advogado Gustavo Magalhães Vieira, que defendeu esse argumento no STF.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eles tomam de assalto um bem público e cobram mesmo de quem não quer se associar."&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;taghw style="line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão do STF diz respeito a um caso específico no Rio, mas o entendimento pode tornar-se jurisprudência se for repetido outras vezes na mesma&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5768921#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;corte&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso isso aconteça, várias vilas de casas geridas por associações formadas após o fechamento de ruas - situação comum em bairros como a Granja Julieta, em São Paulo, ou em cidades da Região Metropolitana, como Cotia, Carapicuíba e Jandira - também não poderão mais cobrar mensalidade.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;As informações são do jornal&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O Estado de S. Paulo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-2442201685803062215?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/2442201685803062215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/09/stf-morador-de-rua-fechada-nao-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2442201685803062215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/2442201685803062215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/09/stf-morador-de-rua-fechada-nao-deve.html' title='STF: morador de rua fechada não deve pagar condomínio'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-982930215531341016</id><published>2011-08-23T11:12:00.001-03:00</published><updated>2011-08-23T11:19:29.142-03:00</updated><title type='text'>Quem deve indenizar o consumidor pelos prejuízos sofridos?</title><content type='html'>&lt;div class="complementaryInfo exibirCatTop"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Publicado em: 01/11/2010                          em &lt;a href="http://www.meuadvogado.com.br/entenda/direito-consumidor"&gt;Direito do Consumidor&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; 	             &lt;/div&gt;&lt;div class="baseIconNavbar"&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style"&gt;&lt;div class="addThisOutros"&gt;&lt;a class="addthis_button_compact at300m" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;username=ghomedia"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; 			    &lt;a class="addthis_button_preferred_1 addthis_button_orkut at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=ghomedia&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt&amp;amp;s=orkut&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.meuadvogado.com.br%2Fentenda%2Fquem-deve-indenizar-consumidor-prejuizos-sofridos.html&amp;amp;title=Quem%20deve%20indenizar%20o%20consumidor%20pelos%20prejuizos%20sofridos%3F%20%7C%20Entenda%20sua%20quest%C3%A3o%20legal%20%7C%20meuadvogado.com.br&amp;amp;ate=AT-ghomedia/-/-/4e53b079168552cf/1/4e52f22ee2859b2d&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4e52f22ee2859b2d&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fwww.meuadvogado.com.br%2Fentenda%2Fresults.php%3Fletter%3D%26screen%3D2%26url_full%3D%2Fentenda%2Fdireito-consumidor%2Fplano-de-saude%26category_id%3D197&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Send to Orkut"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_orkut"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; 			    &lt;a class="addthis_button_preferred_2 addthis_button_twitter at300b" href="http://www.meuadvogado.com.br/entenda/quem-deve-indenizar-consumidor-prejuizos-sofridos.html#" title="Tweet This"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_twitter"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; 			    &lt;a class="addthis_button_preferred_3 addthis_button_facebook at300b" href="http://www.meuadvogado.com.br/entenda/quem-deve-indenizar-consumidor-prejuizos-sofridos.html#" title="Send to Facebook"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_facebook"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; 			    &lt;a class="addthis_button_preferred_4 addthis_button_email at300b" href="http://www.meuadvogado.com.br/entenda/quem-deve-indenizar-consumidor-prejuizos-sofridos.html#" title="Email"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_email"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;  	&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="detailComplementaryContentArticle" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify; width: 320px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;      	&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="abstract" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O direito do consumidor é um ramo praticamente novo  no Direito e somente a partir da criação do Código de Defesa do  Consumidor (Lei nº 8.078/90) é que os consumidores passaram a ganhar  proteções contra os abusos sofridos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Considerações gerais&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como ramo de direito novo o Código do Consumidor preocupou-se em  buscar inspiração em outros ramos do Direito (Direito Civil, Comercial,  Penal, Processual, Financeiro e Administrativo), juntando regras e  princípios existentes, com a finalidade de atingir seus objetivos sem  ofender os demais princípios e regras já existentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm" target="_blank"&gt;Código de Defesa do Consumidor &lt;/a&gt;(CDC) foi criado especialmente para regulamentar as relações de consumo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Entende-se por relação de consumo como sendo o vínculo estabelecido  entre fornecedor e consumidor, ligados por um objeto que será  necessariamente, um serviço ou um produto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em decorrência do princípio da vulnerabilidade, o &lt;a href="http://www.meuadvogado.com.br/entenda/codigo-defesa-consumidor.html" target="_blank"&gt;consumidor&lt;/a&gt;  é considerado como a parte vulnerável dentro da relação de consumo, ou  seja, é a parte mais fraca, por essa razão deve receber maiores  proteções. Desse&amp;nbsp;modo&amp;nbsp;para que o consumidor não&amp;nbsp;venha a ser&amp;nbsp;prejudicado  caso ocorra alguma dano, é que o Código de Defesa do Consumidor criou  alguns direitos a fim de protegê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conceito de consumidor e fornecedor&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Considera-se consumidor toda pessoa física ou jurídica que adquire ou  utiliza produto ou serviço como destinatário final. Por exemplo, se uma  pessoa vai a uma loja e compra um liquidificador está é considerada  consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De outro lado encontramos o fornecedor, que é toda pessoa física ou  jurídica que desenvolve atividades de produção, montagem, criação,  transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização  de produtos ou prestação de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O conceito de consumidor e fornecedor encontra-se previsto nos &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm" target="_blank"&gt;artigos 2º e 3º &lt;/a&gt;do CDC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Direitos do consumidor&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;São direitos básicos do consumidor: a proteção da vida, saúde e  segurança todos contra todos os riscos provocados por práticas  consideradas perigosas ou nocivas; a informação adequada e clara sobre  os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de  quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como  sobre os riscos que apresentem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Também é direito do consumidor a proteção contra a publicidade  enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como  contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de  produtos e serviços. Além desses direitos existem outros que podem ser  encontrados no &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm" target="_blank"&gt;artigo 6º &lt;/a&gt;do CDC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Situações que podem causar prejuízo ao consumidor&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É muito comum serem encontrados produtos com data de validade vencida  no supermercado, o consumidor acabar levando esse produto para casa e  consumindo. Pelo fato deste produto estar vencido o consumidor poderá  passar mal, ter alguma reação alérgica ou estar sujeito a qualquer outra  conseqüência desagradável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O fato de colocar produto à venda com prazo de validade vencido é  classificado como crime contra o consumidor, pois estes são considerados  impróprios ao uso ou consumo, conforme previsão legal do artigo 18, §6º  do CDC. Além disso, podem ocorrer outras situações, como por exemplo,  um produto ser colocado na prateleira do supermercado, mas nele não  haver especificações sobre tudo o que nele contém, ou ainda, o produto  ser colocado à venda, mas em quantidade menor daquela apresentada no  rótulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esses são exemplos típicos relacionados ao consumo de produtos  destinados a alimentação, mas além desses, existem também os casos  daqueles produtos que compramos em lojas para uso doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É possível acontecer quando compramos um liquidificador, contudo ao  utilizarmos, o produto apresentar algum defeito, que pode ser tanto  interno ou externo, pode ser que ele não funcione ou que pegue fogo,  exploda etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não&amp;nbsp;é possível prever quando um produto apresentará defeitos, mas a  partir do momento em que isso acontecer ou o consumidor sofrer algum  prejuízo em razão do defeito existente, esse deverá ser imediatamente  indenizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Espécies de responsabilidade&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O CDC prevê duas espécies de responsabilidade: a primeira, pelo fato  do produto ou serviço, com regramento previsto nos artigos 12 a 17 e a  segunda, pelo vício do produto ou serviço, com previsão legal nos  artigos 18 a 25.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Primeiramente devemos esclarecer as principais diferenças entre tais modalidades, senão vejamos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo entendimento do professor Rizzato Nunes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="citacao" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"O&lt;i&gt; vício é uma característica inerente,  intrínseca do produto ou serviço em si. O defeito é um vício acrescido  de um problema extra, alguma coisa extrínseca, que causa um dano maior  que simplesmente o mau funcionamento, ou não funcionamento, a quantidade  errada, a perda do valor pago".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citacao" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim, quando a anomalia resulta apenas em deficiência no  funcionamento do produto ou serviço, mas não coloca em risco a saúde ou  segurança do consumidor não se fala em defeito, mas em vício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De acordo com a classificação utilizada pelo CDC, um produto ou  serviço apresentará vício de adequação sempre que não corresponder à  legítima expectativa do consumidor, ou seja, quando a desconformidade do  produto ou do serviço comprometer a sua utilidade. Por outro lado, um  produto ou serviço apresentará defeito de segurança quando, além de não  corresponder à expectativa do consumidor, sua utilização ou fruição for  capaz de adicionar riscos à sua saúde ou de terceiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Responsáveis pela indenização do consumidor&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conforme prescreve o artigo 12 do CDC, são responsáveis pelos  prejuízos causados: o fabricante, o produtor, o construtor, o  importador, ou seja, toda cadeia de produção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas algumas observações deverão ser feitas com relação às pessoas  responsáveis pela indenização do consumidor. Eles respondem pela  reparação dos danos causados aos consumidores independentemente da  existência de culpa, que significa dizer que, o fornecedor tendo culpa  ou não, deve responder pelo prejuízo causado ao consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Hipóteses em que o fornecedor não responde pelos prejuízos causados&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sabe-se que o fornecedor de serviços responde independentemente da  existência de culpa pela reparação dos danos causados aos consumidores  por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por  informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas nem sempre este deverá ser responsável pela reparação dos danos causados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Hipóteses em que o fabricante, o construtor, o produtor ou&amp;nbsp;importador não respondem pelos prejuízos causados&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conforme §3º do artigo 12 do CDC, o fabricante, o construtor, o  produtor ou o importador não deverá ser responsabilizado quando provar  que não colocou o produto no mercado, ou que, embora haja colocado o  produto no mercado, o defeito inexiste, bem como que a culpa é exclusiva  do consumidor ou de terceiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quanto ao comerciante&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Frequentemente&amp;nbsp;surgem dúvidas com relação ao comerciante, se este é  ou não responsável também pelos prejuízos causados ao consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No entanto,&amp;nbsp;o comerciante responde pelos danos causados somente  quando na hipótese de o fabricante, o construtor, o produtor ou o  importador não puderem ser identificados ou o produto for fornecido sem  identificação clara do seu fabricante, produtor, construtor ou  importador, bem como se este não conservar adequadamente os produtos  perecíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Prazo para reclamar&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O CDC apresenta duas regras distintas para regular o direito de  reclamar, conforme se trate de vício de adequação ou defeito de  segurança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No entanto, conforme prescreve o &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm" target="_blank"&gt;artigo 26&lt;/a&gt;,  o consumidor terá o direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de  fácil constatação dentro do prazo de 30 dias tratando-se de fornecimento  de serviço e de produtos não duráveis; e 90 dias quando tratar de  fornecimento de serviço e de produtos duráveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Considera-se produto durável aquele que não desaparece com o uso, por  exemplo, os automóveis, os eletrodomésticos, etc., e, não durável é  aquele produto cujo uso ou consumo importa imediata destruição da sua  própria substância, bens (produto ou serviço) se exaurem no primeiro uso  ou em pouco tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O prazo para reclamar dos vícios começa a contar a partir do momento em que o consumidor constatar o vício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="sidebarContato sidebarContatoWroteby"&gt;       &lt;h4 class="standardTitle"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Artigo escrito por&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="sidebarUlt_item ultRecom_item"&gt;                         	   &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="featuredListingImage imgTeam" href="http://www.meuadvogado.com.br/contato.php"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;            &lt;a class="sidebarUlt_Adv" href="http://www.meuadvogado.com.br/contato.php"&gt;Equipe meuAdvogado&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-982930215531341016?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/982930215531341016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/08/quem-deve-indenizar-o-consumidor-pelos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/982930215531341016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/982930215531341016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/08/quem-deve-indenizar-o-consumidor-pelos.html' title='Quem deve indenizar o consumidor pelos prejuízos sofridos?'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-6423334076289023100</id><published>2011-08-21T15:41:00.002-03:00</published><updated>2011-08-21T15:45:26.952-03:00</updated><title type='text'>Uso de cheque especial e cartão de crédito pede cautela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;21/08/2011 às 10:13&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PgsH7dazO5U/TlFRI6pSPsI/AAAAAAAAAPo/FNg5_RtD_Nk/s1600/credit-card-finance2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://2.bp.blogspot.com/-PgsH7dazO5U/TlFRI6pSPsI/AAAAAAAAAPo/FNg5_RtD_Nk/s200/credit-card-finance2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mesmo com as altas taxas de juros, o consumidor&amp;nbsp;&lt;a href="http://atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=5757472#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;brasileiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;continua a recorrer ao cheque especial e ao cartão de crédito. Segundo dados do Banco Central (BC), em junho, as concessões de crédito por meio de cheque especial e cartão de crédito representaram 60,8% do total para pessoas físicas, que foi R$ 75,203 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="outerColumn" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="innerColumn" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="soContainer" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="content" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="title" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="node" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="content" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/JK7DJtJoTpM/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JK7DJtJoTpM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/JK7DJtJoTpM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;taghw style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De acordo com o vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e&lt;a href="http://atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=5757472#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;Contabilidade&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, o cheque especial e o cartão de crédito são empréstimos mais fáceis de serem tomados porque estão pré-aprovados e disponíveis imediatamente para os clientes.&lt;/span&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="content" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entretanto, o custo dessas modalidades é muito elevado. Pelos dados da Anefac, a taxa de juros do cheque especial ficou em 10,69% ao mês em julho. No caso do cartão de crédito, os juros chegaram a 8,27%, acima da taxa média de 6,84% e do crédito direto ao consumidor dos bancos. de 2,37% ao mês. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;taghw style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=5757472#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;Cuidados&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&lt;/taghw&gt;&lt;/strong&gt;&lt;taghw style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&amp;nbsp; Oliveira orienta os consumidores a&amp;nbsp;&lt;a href="http://atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=5757472#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; cursor: pointer; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;negociar&lt;/a&gt;&amp;nbsp;as taxas e os tipos de empréstimos com os bancos. “Falta às pessoas saber que custa caro escolher essas modalidades. O cheque especial só deve ser usado em prazo curto e em situação emergencial”, disse Oliveira.&lt;/taghw&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O professor de economia da Universidade de Brasília (UnB) e consultor de finanças pessoais Newton Marques observa que, em geral, os consumidores usam cheque especial e cartão de crédito quando já não têm margem para tomar empréstimos com custo mais barato. Para ele, os consumidores devem fazer planejamento de suas contas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O primeiro passo é analisar detalhadamente cada uma das despesas e reduzir os gastos que não são prioritários. “É preciso cortar na carne.”, diz Marques. Quando o endividamento é alto, o consumidor pode vender bens, como o carro, para pagar as dívidas. “A regra é não pagar juros”, destaca. O ideal é que, além de quitar as dívidas, o consumidor reserve pelo menos 10% da renda para aplicações e emergência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em cenário de incertezas no mercado internacional e de menor ritmo de crescimento da economia brasileira, o conselho dos especialistas é evitar dívidas. Isto porque um menor crescimento econômico pode levar trabalhadores do setor privado a perder o emprego e servidores públicos a ficar com reajustes salariais abaixo do esperado. “É preciso segurar as despesas”, completa Marques.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“O trabalhador deve ter muita cautela neste momento. É preciso evitar assumir dívidas de longo prazo. Nesta crise [econômica], a cada dia, há uma notícia pior, queda das bolsas. Não sabemos qual será a extensão desta crise no Brasil”, conclui Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-6423334076289023100?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/6423334076289023100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/08/uso-de-cheque-especial-e-cartao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6423334076289023100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6423334076289023100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/08/uso-de-cheque-especial-e-cartao-de.html' title='Uso de cheque especial e cartão de crédito pede cautela'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PgsH7dazO5U/TlFRI6pSPsI/AAAAAAAAAPo/FNg5_RtD_Nk/s72-c/credit-card-finance2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7565031584602895531</id><published>2011-07-07T11:02:00.001-03:00</published><updated>2011-08-11T15:21:27.347-03:00</updated><title type='text'>10,5 Milhões de consumidores já trocaram de operadora com a portabilidade</title><content type='html'>&lt;div id="noticias_ler_total" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="titulo_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;Publicada em 07/07/2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Desde setembro de  2008, quando a portabilidade numérica começou a ser  implantada no  Brasil gradativamente até beneficiar usuários dos 67 DDDs  existentes,  10,55 milhões de migrações de telefones fixos e móveis já  foram  realizadas entre operadoras mantendo inalterados os números de   identificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo números da ABR Telecom, entidade  responsável pela gestão da  portabilidade, entre abril e junho mais 1,36  milhão de consumidores  fizeram a opção de trocar de prestadora mantendo o  número telefônico.  De acordo com a ABR Telecom, o segundo trimestre  deste ano foi o de  maior volume de trocas desde o início do sistema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;br /&gt;Dessas,  509,67 mil (37,39%) referem-se às demandas de usuário de  telefonesfixos  e 853,54 mil (62,61%) de aparelhos móveis. Somente em  maio, 306.208  números de telefones móveis foram portados e, na  telefonia fixa, em  junho, 179.533. Até agora, dezembro de 2010 detinha  maior volume de  portabilidades de fixo, com 163.495 transferências, e  299.608 de móvel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Convergência Digital  - 06/07/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; M&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ATERIA SOBRE PORTABILIDADE COM DR. HENRIQUE GUIMARAES - REDE RECORD &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/z5XxiIU-YhM/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z5XxiIU-YhM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/z5XxiIU-YhM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7565031584602895531?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7565031584602895531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/105-milhoes-de-consumidores-ja-trocaram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7565031584602895531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7565031584602895531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/105-milhoes-de-consumidores-ja-trocaram.html' title='10,5 Milhões de consumidores já trocaram de operadora com a portabilidade'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4002463818771442555</id><published>2011-07-07T10:48:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T10:48:00.387-03:00</updated><title type='text'>O que é dano moral e quando acontece nas relações de consumo</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Muito se fala sobre danos morais, mas a grande maioria das pessoas não sabe, de fato, o que é o dano moral. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O dano moral é aquele que traz como conseqüência ofensa à honra, ao  afeto, à liberdade, à profissão, ao respeito, à psique, à saúde, ao  nome, ao crédito, ao bem estar e à vida, sem necessidade de ocorrência  de prejuízo econômico.&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; É toda e qualquer ofensa ou violação que não venha a ferir os bens  patrimoniais, mas aos seus princí­pios de ordem moral,  tais como os que  se referem à  sua liberdade, à sua honra, à sua pessoa ou à sua  família. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Sempre que uma pessoa for colocada em uma situação humilhante, vexatória  ou degradante, afrontando assim à sua moral, poderá exigir, na Justiça,  indenização pelos danos morais causados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Nas relações de consumo atuais há muitas formas de abusos praticados por  fornecedores de produtos e serviços e que geram dano moral. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Algumas situações que podem ser consideradas dano moral nas relações de consumo:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;1. Bloqueio ou desconto total ou parcial de proventos (salário, aposentadoria, pensão, etc)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Os bancos costumam utilizar-se da chamada "justiça de mão própria" para  cobrar seus clientes. E para isto não tem qualquer piedade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; São milhares de casos em que os bancos simplesmente bloqueiam ou  descontam todo ou parte dos proventos (salário, aposentadoria, pensão,  etc) dos seus clientes por causa de dívidas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Todavia, esta prática é ilegal, visto que o banco não tem o direito de privar o cliente da fonte de sua subsistência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Mesmo que haja autorização do cliente, grande parte da justiça tem  limitado os descontos a 30% dos ganhos mensais líquidos do cliente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se não houver autorização, nada poderá ser bloqueado ou descontado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, havendo bloqueio ou desconto integral ou parcial (acima de  30%), o que acaba por causar problemas na subsistência do consumidor e  de sua família (falta de condições de arcar com os gastos básicos  mensais - moradia, alimentação, etc), certamente é caso de pedido de  devolução em dobro dos valores descontados indevidamente e de danos  morais (direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Leia ementa de recente decisão no STJ sobre este caso:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;DANO MORAL. RETENÇÃO. SALÁRIO. BANCO.  &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; É cabível a indenização por danos morais contra instituição bancária  pela retenção integral de salário do correntista para cobrir saldo  devedor da conta-corrente, mormente por ser confiado o salário ao banco  em depósito pelo empregador, já que o pagamento de dívida de empréstimo  obtém-se via ação judicial (CPC, art. 649, IV). Precedentes citados:  REsp 831.774-RS, DJ 29/10/2007; Ag no Ag 353.291-RS, DJ 19/11/2001; REsp  492.777-RS, DJ 1º/9/2003, e REsp 595.006-RS, DJ 18/9/2006. REsp  1.021.578-SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 16/12/2008. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;2. Dívida paga e nome permanece nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o consumidor pagou a dívida e mesmo assim não tiraram seu nome dos  cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) dentro do prazo da lei (5 dias  úteis), é caso de procurar a Justiça para exigir a retirada, bem como  indenização pelos danos morais decorrentes da manutenção indevida dos  cadastros negativos e consequente restrição indevida de crédito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;3. ACORDO – Paga a primeira parcela o nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O acordo parcelado é uma forma de se extinguir uma dívida, normalmente  já em atraso, e se criar uma nova dívida para pagamento em novas  parcelas com novas datas de vencimento, a contar da assinatura do  acordo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, com o acordo e o pagamento da primeira parcela, a dívida  antiga está extinta, ou seja, não existe mais e também não podem existir  mais cadastros negativos de SPC ou SERASA em relação à mesma, sendo que  o credor tem o prazo legal de 5 dias úteis para retirada do nome do  devedor dos cadastros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O que existe agora é uma nova dívida, com novas datas para pagamento e  que não poderá gerar qualquer restrição em SPC ou SERASA enquanto  estiver sendo paga corretamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O credor não pode obrigar o devedor a pagar todas as parcelas para ter seu nome retirado dos cadastros do SPC e SERASA. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o credor se negar a retirar o nome do devedor dos cadastros  restritivos, mesmo após a assinatura do acordo e pagamento da primeira  parcela, então é caso de danos morais pela manutenção indevida do  registro negativo, cabendo ação judicial para exigir seus direitos! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;4. Inscrição indevida nos cadastros restritivos (SPC, SERASA, etc) por dívida que não foi feita pelo consumidor&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; (fraude, etc)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o consumidor descobre que seu nome está incluído nos cadastros  negativos (SPC, SERASA, etc) por uma dívida que nunca fez, o que é muito  comum de acontecer porque as empresas não tomam as devidas precauções  quando da venda de produtos ou contratação de serviços, permitindo que  falsários possam utilizar-se dos dados de pessoas de boa-fé para levar  vantagem, é caso de danos morais, e o consumidor deve procurar a justiça  para pedir a imediata retirada de seu nome dos órgãos de restrição e  indenização contra a empresa que lhe negativou indevidamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;5. Cadastro no SPC e/ou SERASA por dívida vendida (cessão de crédito)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A "&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;venda de uma dívida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;" de uma empresa para  outra é legal (está prevista na lei). Todavia, deve seguir algumas  formalidades para que tenha validade. O &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;artigo 288 do Código Civil&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;  exige que haja um contrato específico para a venda da dívida, ou seja,  que neste contrato esteja explicado quem é o devedor, qual é a dívida,  valor, data de vencimento, etc. Já o &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;artigo 290 do &lt;strong&gt;Código Civil&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; diz que:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;"A cessão do crédito não tem eficácia em  relação ao devedor,  senão quando a este notificada; mas por notificado  se tem o devedor  que, em escrito público ou particular, se declarou  ciente da cessão  feita."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o devedor não foi notificado da cessão (venda da dívida) ou mesmo que  tenha recebido  notificação não assinou a declaração da ciência da  mesma, ela não tem  validade contra ele e não pode gerar nenhum efeito,  inclusive cadastros  de restrição ao crédito, como SPC e SERASA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Ocorre que &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;bancos, empresas de telefonia, cartões de crédito,  dentre outros, estão vendendo suas dívidas para outras empresas  (principalmente fundos de investimentos)&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; e estas estão cadastrando o nome dos consumidores no &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;SPC e/ou SERASA&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;,  sem fazer um contrato específico daquela dívida ou fazer a notificação e  ciência do consumidor sobre a venda, o que é ilegal conforme os &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;artigos 288 e 290 do Código Civil.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, se o consumidor teve o nome cadastrado no&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; SPC e/ou SERASA&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; por dívidas vendidas (cedidas) para outra empresa ou&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; fundo de investimento&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; pode procurar a Justiça para contestar a restrição bem como para exigir indenização por danos morais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;6. Inscrição ou manutenção do nome do devedor nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) após 5 anos da dívida&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O prazo máximo de manutenção do nome do devedor nos cadastros negativos  (SPC, SERASA, etc) é de 5 anos a contar da data em que a dívida deveria  mas não foi paga. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A inscrição ou manutenção do cadastro após os 5 anos dá direito ao consumidor pedir na justiça indenização por danos morais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;7. Cheque – conta conjunta – Só o nome de quem assinou o cheque pode ir para os registros negativos (SPC, SERASA ,etc)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Em caso de cheques sem fundos emitidos (assinados) por apenas um dos  correntistas da conta conjunta, apenas o nome deste correntista pode ser  incluído no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos) e,  consequentemente na SERASA, conforme Circular 3.334 do Banco Central do  Brasil , de 5 de dezembro de 2006. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o nome do(s) outro(s) correntista(s) também for incluído nos  cadastro, esta inclusão é ilegal porque fere o Código de Defesa do  Consumidor, pois, quando alguém emite um cheque sem fundo, somente esta  pessoa é devedora do credor e não o co-titular. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Neste caso, cabe ação judicial para retirada imediata, assim como  pedindo indenização por danos morais pela inclusão indevida e abalo de  crédito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;8. Furto, assalto e acidentes nas dependências do estabelecimento comercial (Shopping, Banco, empresas, etc)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O estabelecimento comercial é responsável pela segurança de seus  clientes. Portanto, quando o cliente é vítima de furtos, assaltos ou  acidentes nas dependências do estabelecimento comercial (incluindo  estacionamento) tem direito a buscar na justiça indenização pelos danos  morais sofridos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;9. Fazer o devedor passar vergonha – Cobranças abusivas&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O credor tem todo o direito de cobrar a dívida. Todavia, este direito é limitado por regras morais e pela lei. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Assim, quando o credor extrapola as formas de cobrança, fazendo  cobranças abusivas, infernizando a vida do devedor ou fazendo-o passar  vergonha, o consumidor tem todo o direito de buscar seus direitos na  Justiça. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=11343" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;* Clique aqui e leia a matéria completa sobre este assunto.&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;10. Cartão de crédito, débito ou cheque bloqueados sem aviso prévio&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A instituição financeira (banco, cartão, loja, etc) tem a obrigação de  avisar por escrito e com antecedência ao consumidor, que seu cartão ou  cheque será bloqueado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se isto não acontecer e o consumidor passar por uma situação vergonhosa  em não poder fazer uma compra ou pagar uma conta em razão do seu crédito  estar bloqueado, pode exigir na justiça reparação pelos danos morais  causados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;11. Protesto indevido&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Infelizmente, a prática de protestar títulos (faturas, duplicatas e  notas promissórias) “frios” (que não tem origem de mercadoria vendida ou  serviço prestado, ou que não corresponda a mercadoria vendida ou  serviço prestado em quantidade ou qualidade), é uma prática bem comum. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, a empresa, lança um título sem que o consumidor saiba, pois  não fez a compra de um produto ou contratou um serviço (o que é  considerado fraude), apenas para negocia-lo (vende-lo com deságio) e  este título, por não ser pago, é levado a protesto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Com o protesto, normalmente o nome e o CPF do consumidor, que foi  incluído no título, também acaba parando no SPC, causando restrição de  crédito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Neste caso, o consumidor tem direito de entrar na justiça alegando a  fraude por protesto de título “frio” e pedindo indenização contra quem  lançou o título e contra quem lhe protestou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;12. Desconto de cheques pós-datados antes da data &lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O cheque é uma ordem de pagamento à vista. Portanto, não adianta colocar  uma data futura (pós-datados) para desconto, porque o banco aceitará  paga-lo na data em que for apresentado, mesmo que seja bem antes da data  constante do mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Todavia, se o cheque é a forma de pagamento pela compra de um produto ou  contratação de um serviço e há documento informando as datas em que  deverá ser depositado, como acontece nas compras parceladas, o  estabelecimento comercial fica obrigado a deposita-lo nas datas que  foram combinadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o depósito acontecer em data anterior e isto causar algum problema  para o consumidor, como a devolução do cheque e a inclusão de seu nome  no CCF (Cadastro de emitentes de Cheques sem Fundos do Banco Central) e  na SERASA, certamente o consumidor pode buscar a justiça para fins de  exigir a imediata retirada de seu nome dos registros negativos e pedir  indenização por danos morais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A dica, então, para garantir os seus direitos, é sempre for utilizar de  cheques pós-datados,  exija documentos (contrato, nota, etc) assinados  pelo recebedor informando as datas que serão depositados. (isto pode ser  feito, inclusive, no verso do cheque) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;13. Protesto ou inclusão no SPC ou SERASA de dívidas (cheques, etc) após 5 anos&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O prazo para prescrição do direito de cobrança de dívidas é de 5 anos (conforme o Código Civil Brasileiro). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, o credor tem o prazo de 5 anos para exigir a cobrança judicial  de dívidas, a contar da data em que a dívida venceu (data em que  deveria ter sido paga, mas não foi). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se o credor, ou outra empresa (empresa de cobrança ou empresa que  “comprou” os créditos), protestar a dívida ou incluir o nome do devedor  no SPC e/ou SERASA, após este prazo de 5 anos, cabe ação judicial  exigindo a imediata retirada, bem como indenização pelos danos morais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Importante:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A venda ou cessão da dívida para outra empresa &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;não renova o prazo de 5 anos&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; que só conta uma vez da data em que a dívida venceu! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=15322" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;* Clique aqui e leia o artigo sobre o assunto&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;14. Acusação indevida de furto e agressões em estabelecimentos comerciais&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O estabelecimento comercial que acusar o consumidor de furto  indevidamente, certamente estará lhe causando um enorme prejuízo da  ordem moral, porquanto ferindo a sua honra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A empresa é obrigada a provar sua acusação, se não provar e o consumidor  tiver provas do ocorrido (testemunhas, boletim de ocorrência policial,  etc) pode recorrer à justiça para exigir indenização por danos morais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; O mesmo ocorre quando o consumidor sofre agressões verbais ou físicas  dentro do estabelecimento comercial (inclusive estacionamento), seja por  funcionários da empresa ou por outras pessoas, como acontece  seguidamente em casas noturnas, pois o estabelecimento tem a obrigação  de zelar pela segurança e integridade física e moral de seus clientes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;15. Espera em fila de banco por longo período&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Muitos estados e cidades têm leis sobre o tempo de espera nas filas dos bancos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Neste caso, o consumidor que esperar além do tempo estipulado em lei,  pode procurar a justiça para pedir indenização por danos morais, porque  ninguém deve sofrer em esperar em pé por longo tempo para ser atendido,  por única e exclusiva culpa do banco, que para fins de “contenção de  despesas” não tem funcionários suficientes para atender seus clientes.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;16. Extravio de bagagem&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; No caso de bagagem extraviada o passageiro deve fazer um levantamento  (lista) de todos os itens que constavam na bagagem, bem como fazer um  levantamento dos preços destes itens no mercado e exigir a indenização  correspondente aos bens perdidos, além, é claro, da própria mala.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se a bagagem estiver estragada ou aberta, tendo desaparecido pertences, o  passageiro deve fazer um levantamento dos estragos e dos pertences  desaparecidos.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Se dentro de dez dias a bagagem não for encontrada e devolvida ou a  companhia aérea não indenizar seus prejuízos, o passageiro deve procurar  a justiça para exigir indenização pelos prejuízos materiais e morais  sofridos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Você foi vítima de danos morais? Quer orientação de como agir?  Procure um advogado de sua confiança, o Procon de sua cidade ou a  Defensoria Pública (direto no Fórum de Justiça).&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt; &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Site www.sosconsumidor.com.br &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4002463818771442555?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4002463818771442555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/o-que-e-dano-moral-e-quando-acontece.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4002463818771442555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4002463818771442555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/o-que-e-dano-moral-e-quando-acontece.html' title='O que é dano moral e quando acontece nas relações de consumo'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7340727460939309207</id><published>2011-07-07T10:45:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T10:45:05.207-03:00</updated><title type='text'>Cobranças de dívidas por telefone. Dicas do que fazer!</title><content type='html'>&lt;div id="noticias_ler_total"&gt;             &lt;div id="titulo_noticia_ler"&gt;              &lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;                 &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;Publicada em 10/04/2008&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O credor tem todo o direito de cobrar a dívida, &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;dentro dos limites da lei, é claro!&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ele pode cadastrar o nome do devedor no SPC e SERASA, mandar cartas, telefonar e entrar com processo judicial de cobrança.&amp;nbsp; &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;(Estes são os direitos do credor!)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Todavia, as empresas de cobrança costumam utilizar “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;táticas de tortura psicológica&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”  contra os devedores, infernizando suas vidas, ligando para os seus  telefones (fixo e celular) diversas vezes ao dia, não respeitando  horários, fins-de-semana ou feriados e ainda ligando para vizinhos,  parentes e para o trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Vale lembrar que estas pessoas que ligam cobrando, os chamados operadores de “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;callcenter&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”  das empresas de cobrança são pessoas treinadas para falar aquilo que  passaram para elas através de uma cartilha de procedimentos, ou seja,  elas, muitas vezes, “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;não sabem o que estão falando&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; São alheios a qualquer outro fato existente, alheios à lei e aos  direitos dos consumidores para os quais estão ligando, apenas sabendo  repetir aquilo que foram treinados para falar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Não tente argumentar com eles, pois não há como argumentar com a ignorância (&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;ignorância porque ignora os fatos e os direitos&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Outro dia recebi uma ligação de uma empresa de cobrança de um cartão de  crédito de um grande banco. Era sobre uma dívida de um cliente que  estava tentando resolver de forma extrajudicial (sem entrar na justiça).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Tentei argumentar com a atendente, que parecia um ’papagaio’ e queria,  de qualquer maneira, me dar aulas sobre direitos do consumidor (na  verdade ela queria me ensinar os direitos do fornecedor porque, para  ela, o consumidor não tinha qualquer direito, só obrigações). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Era uma verdadeira metralhadora de ignorância. Cito abaixo algumas e  entre parênteses a explicação do porquê chamo de ignorância: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- &lt;i&gt;“agora a dívida pode ser cobrada na justiça mesmo depois de 10 anos”&lt;/i&gt; (Não é verdade! O prazo da lei é de 5 anos para cobrança judicial da dívida - &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;artigo 206, § 5º do Novo Código Civil&lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;); &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; - &lt;i&gt;“o nome do devedor ficará para sempre no SPC e SERASA”&lt;/i&gt; (Não é  verdade! O prazo da lei é de 5 anos para manunteção do cadastro a contar  da data de vencimento da dívida e não da data da inclusão do cadastro -  &lt;a href="http://www.endividado.com.br/faq_det-2,29,11,cadastros-credito-quanto-tempo-nome-fica-cadastrado-no-spc-serasa-e-scpc.html" target="_blank"&gt;clique aqui e leia a matéria completa&lt;/a&gt;); &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; - &lt;i&gt; “o banco irá tirar a sua casa ou apartamento”&lt;/i&gt; (Se a casa ou  apartamenento for o imóvel único da pessoa ou da família não pode ser  penhorado para pagamento deste tipo de dívida, &lt;a href="http://www.endividado.com.br/noticia_ler-19494,saiba-quais-os-bens-nao-podem-ser-penhorados-para-pagar-dividas.html" target="_blank"&gt;conforme determina a lei&lt;/a&gt;); &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; - &lt;i&gt;“o banco pode penhorar o seu salário”&lt;/i&gt; (Não é verdade! O  salário, vencimentos, subsídios, soldos, remunerações, proventos de  aposentadoria, pensões, pecúlios e montepios; as quantias recebidas por  liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua  família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de  profissional liberal não podem ser penhorados para pagamento deste tipo  de dívida, &lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/noticia_ler-19494,saiba-quais-os-bens-nao-podem-ser-penhorados-para-pagar-dividas.html" target="_blank"&gt;conforme determina a lei&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;); &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; - &lt;i&gt;“nós temos o direito de ligar para o devedor quantas vezes quisermos, a qualquer dia, horário, inclusive para o seu trabalho”&lt;/i&gt;.  (Não tem não! Lembre-se de que “o direito de um termina onde começa o  do outro!” A pessoa tem direito a privacidade e ligar para sua casa sem  sua autorização é invadir sua privacidade. Ligar para o trabalho,  conhecidos ou para vizinhos expondo à dívida para outras pessoas é caso  de dano moral - Leia mais em &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=11343"&gt;É crime fazer o devedor passar vergonha&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;) &lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Como eu não podia mais agüentar aquele turbilhão de ignorância, acabei  por desligar o telefone na ’cara’ dela. Sei que foi má educação de minha  parte, mas ...Ah, que alívio para os meus ouvidos! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Ao tentar falar por telefone com meu cliente não consegui, porque a  atendente de telemarketing havia ligado antes de mim para infernizar a  vida do pobre infeliz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Quando finalmente consegui falar com ele acalmeio-o, explicando o que pode e não pode.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Entrei em contato com o Setor Jurídico do banco e fechamos um  acordo por um valor justo e parcelado, ou seja, resolvi o problema do  consumidor que queria pagar e do banco que queria receber!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; É incrível ver como a informação correta, o conhecimento das leis, de  como proceder em cada caso e o interesse em resolver a situação de forma  justa, faz diferença nesta hora. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; De um lado da linha há uma pessoa muito bem treinada para falar coisas  que não são verdades, fazendo um verdadeiro terrorismo psicológico  contra o consumidor que está do outro lado da linha, totalmente  fragilizado, pois desconhece os seus direitos mais básicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Quem leva a melhor? Eles, é claro! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, o conhecimento faz a diferença e o consumidor sem conhecimento vai sempre perder! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Bem, então o que fazer nestes casos? Certamente me perguntarão!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: bold;"&gt;O melhor seria que as pessoas&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; não gastassem além do que podem pagar. Isto evitaria uma série de problemas!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Porém, estamos aqui para tentar ajudar a resolver um problema  que já existe. Então, se a sua situação é parecida com a que citei  acima, primeiro de tudo você deve &lt;/strong&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; conhecer os seus direitos (perca um pouco de seu tempo e leia o conteúdo do site! É de graça!). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Segundo: Procure o seu credor e tente fazer um acordo em um  valor justo e que consiga pagar, sem comprometer totalmente sua renda! &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;(Em  alguns Fóruns de Justiça há setores especializados em tentar a  renegociação das dívidas com os credores. Portanto, procure o Fórum de  Justiça mais próximo de você e verifique se não há este serviço. A  Defensoria Pública também pode ajudar! )&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;E no caso das cobranças abusivas por telefone&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Lembre-se que ’&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;ninguém é obrigado a ficar recebendo e atendendo  cobranças pelo telefone’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;. Se o credor quer cobrar a dívida, utilize o  meio próprio, ou seja, cadastre no SPC ou SERASA e entre na justiça!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, se você for vítima de cobranças abusivas por telefone, &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;use o feitiço contra o feiticeiro!&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Como? Simples: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quando você liga para uma empresa para pedir o cancelamento de  um telefone, cartão de crédito, compra, assinatura de revista ou tv a  cabo etc , o que eles fazem?  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Resposta:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Depois de esperar incontáveis minutos  digitando as opções dadas por uma gravação, quando finalmente consegue  falar com um ser humano, dizem que vão passar você para outro setor e  pedem para aguardar o atendimento. Aí vem aquela ’musiquinha’ e depois  de alguns (ou muitos) minutos você ouve aquela voz da moça do aeroporto  “aguarde que logo um de nossos atendentes irá atender você”. Mas depois  de escutar a ’musiquinha’ e a frase umas dez vezes, você desiste. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, quando as cobranças por telefone se tornarem constantes e incovenientes, diga ao atendente “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;só um minutinho&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”  e deixe o telefone ligado (coloque perto do rádio com uma ’musiquinha’  para distrair a pessoa, porque ela vai gostar de ouvir uma música  enquanto aguarda) e vá fazer outras coisas (ver tv, tomar banho, dar uma  caminhada, qualquer coisa).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Depois de uma dúzia de ligações, ficando pendurados no telefone,  provando um pouco do seu próprio feitiço, eles vão cansar, assim como  você cansou quando tentou ligar para cancelar algo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Outra técnica simples é colocar um identificador de chamadas e não atender quando verificar que são “eles”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; A mais radical das técnicas é simplesmente cancelar a linha telefônica  e, se for o caso, pedir para outra pessoa da família ligar outra linha  em seu próprio nome. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Mas não esqueça que estas dicas são apenas um paliativo em  relação as cobranças abusivas. Portanto, você deve tentar resolver o  problema de uma vez por todas, procurando seu credor ou serviço de  renegociação de dívidas fornecido em alguns Fóruns de Justiça &lt;/strong&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;para tentar fazer um acordo&lt;/strong&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; e quitar a dívida!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Como evitar as cobranças abusivas? Entre na Justiça pedindo uma ordem judicial por ‘obrigação de não fazer’&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; As pessoas costumam falar muito sobre a ‘&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;obrigação de fazer&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;’ a qual consiste no pedido judicial para que a justiça determine a alguém que faça algo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Todavia, muitos desconhecem que a lei também traz a &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;‘obrigação de não fazer’&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Portanto, o consumidor que se sentir perturbado em sua privacidade e sua  moral pelas constantes ligações de cobrança, tem todo o direito de  entrar na justiça com uma ação por ‘&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;obrigação de não faze&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;r’  para exigir contra a empresa de cobrança e contra o credor que parem de  lhe ligar e que o juiz fixe uma multa diária de um salário mínimo (por  exemplo) por cada vez que descumprirem a ordem judicial e ligarem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Como provar as ligações? Exija da companhia telefônica a discriminação das ligações realizadas para o seu número! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; Em caso de ligações para vizinhos, conhecidos e para o trabalho, basta  pegar testemunhas e entrar com uma ação por danos morais pelo fato das  ligações e da exposição terem lhe causado constrangimento! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span id="tx2"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Exija os seus direitos!!!! Procure um advogado de sua confiança, as  pequenas causas ou a defensoria pública (estes dois últimos diretamente  no Fórum de Justiça mais próximo de sua casa). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx2"&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/faq_det-2,29,11,cadastros-credito-quanto-tempo-nome-fica-cadastrado-no-spc-e-serasa.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Site www.SOSConsumidor.com.br  - 00/00/0000&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7340727460939309207?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7340727460939309207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/cobrancas-de-dividas-por-telefone-dicas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7340727460939309207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7340727460939309207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/cobrancas-de-dividas-por-telefone-dicas.html' title='Cobranças de dívidas por telefone. Dicas do que fazer!'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-8776187393404079872</id><published>2011-07-07T10:41:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T10:41:21.599-03:00</updated><title type='text'>Veja a bem humorada realidade dos absurdos juros no Brasil</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="titulo_noticia_ler"&gt;              &lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;                 &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;Publicada em 02/07/2007&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/AId3gV9x-20/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AId3gV9x-20&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/AId3gV9x-20&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx2"&gt; Aguarde alguns instantes até que o vídeo seja carregado. Após, clique no "play" para assisti-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;TV Megafone, com Casé Peçanha&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-8776187393404079872?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/8776187393404079872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/veja-bem-humorada-realidade-dos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8776187393404079872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/8776187393404079872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/veja-bem-humorada-realidade-dos.html' title='Veja a bem humorada realidade dos absurdos juros no Brasil'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4988109063701542957</id><published>2011-07-07T10:37:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T10:37:12.821-03:00</updated><title type='text'>TIM deve indenizar cliente que teve o nome inserido indevidamente em cadastro de inadimplentes</title><content type='html'>&lt;div id="noticias_ler_total" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="titulo_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;              &lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;                 &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;Publicada em 07/07/2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;O juiz Raimundo  Deusdeth Rodrigues Junior, respondendo pela 17ª Vara  Cível de  Fortaleza, condenou a TIM Nordeste S/A a pagar indenização de  R$ 5 mil  para M.S.S.L., que teve o nome negativado indevidamente. A  decisão foi  publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa terça-feira  (05/07).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o processo (nº 55725-17.2009.8.06.0001/0), em  agosto de 2008, a  consumidora contratou serviço de banda larga 3G com  direito ao uso de  aparelho 3G durante 18 meses pelo valor de R$ 47,00.  No primeiro mês, a  empresa cobrou, indevidamente, R$ 568,42 e no  segundo, R$ 438,26, sem  que a cliente tivesse utilizado o serviço.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ela  pagou o débito em 5 parcelas, mas, mesmo assim, teve o produto   bloqueado. A TIM continuou a enviar faturas. Em fevereiro e março de   2009 cobrou R$ 89,90 e, em abril do mesmo ano, R$ 28,90. Além disso,   inseriu o nome da consumidora em órgãos de proteção ao crédito. Alegando   ter passado por constrangimentos, ingressou com ação judicial de   reparação de danos morais. A empresa não se pronunciou e foi julgada à   revelia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz  Raimundo Deusdeth Rodrigues Junior ressaltou  que, "ao inserir o  nome da vítima no cadastro de maus pagadores em razão  de cobranças  indevidas, se impõe a condenação de danos morais, já que a  empresa não  fez qualquer prova de regularidade de sua conduta".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará  - 06/07/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4988109063701542957?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4988109063701542957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/tim-deve-indenizar-cliente-que-teve-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4988109063701542957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4988109063701542957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/tim-deve-indenizar-cliente-que-teve-o.html' title='TIM deve indenizar cliente que teve o nome inserido indevidamente em cadastro de inadimplentes'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-6374426577870442622</id><published>2011-07-07T10:36:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T10:36:11.669-03:00</updated><title type='text'>Direito do consumidor ganha jogo e cartilha em parceria do STJunior com o Ministério Público</title><content type='html'>&lt;div id="noticias_ler_total" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="titulo_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;              &lt;div id="titulo_noticia_data"&gt;                 &lt;strong&gt;&lt;span class="corpo_12_cinza" id="tx1"&gt;Publicada em 07/07/2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticia_ler" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;As férias de  julho chegaram e o público do  STJunior tem novidades no site  infantojuvenil: uma cartilha e um jogo  sobre direitos e deveres do  consumidor. A diversão é garantida! O  material foi produzido pelo  Centro de Apoio Operacional às Promotorias  de Defesa do Consumidor  (CAOP) do Ministério Público de Pernambuco  (MP/PE), que o ofereceu para  ser disponibilizado no STJunior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  cartilha e o jogo estão disponíveis no STJunior, na área “Fique   Ligado!”, no canto inferior esquerdo do site. No “Fique Ligado!”, os   internautas também acessam outras informações interessantes para a   galera antenada com Toguinha e sua turma. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a promotora de  Justiça Liliane Fonseca, que coordena o CAOP, “a  cartilha traz dados  importantes sobre consumo consciente, como troca  de produtos, de roupas.  Ensina também à criança e ao adolescente como  buscarem seus direitos  nos órgãos de defesa do consumidor”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;União de esforços &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A  disponibilização da cartilha e do jogo sobre Direito do Consumidor é a   primeira parceria do STJunior com um órgão público. Após o contato do   MP/PE e a qualidade do material cedido pela promotoria, o STJunior já   busca parcerias com outras instituições para oferecer novos conteúdos   para a formação e conscientização do público infantojuvenil. Para   contactar o STJunior, é muito fácil: basta registrar seus dados e sua   mensagem na área “Conexão STJunior”, no menu principal do site   infantojuvenil (&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.stjunior.stj.jus.br/" target="_blank"&gt;www.stjunior.stj.jus.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  produção da cartilha e do jogo sobre Direito do Consumidor integra  uma  série de ações educativas do Ministério Público de Pernambuco  (MP/PE)  com o objetivo de colaborar para a educação dos futuros  consumidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O  consumo faz parte da vida moderna e está presente no dia a dia de  todos  os cidadãos, inclusive crianças e adolescentes, justamente o  público  mais influenciado pela publicidade. Por isso, discutir o tema  desde cedo  é essencial para a formação de adultos conscientes e  informados sobre  seus direitos e deveres na hora de comprar. Assim, a  instituição  acredita que está contribuindo para a construção de uma  sociedade mais  consciente sobre o papel do consumo e seus efeitos na  economia, no meio  ambiente e na cidadania”, destaca a equipe do MP/PE. A  Turma do STJunior  e o público conectado que navega pelo site agradecem  ao MP/PE!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça  - 06/07/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-6374426577870442622?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/6374426577870442622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/direito-do-consumidor-ganha-jogo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6374426577870442622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/6374426577870442622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/direito-do-consumidor-ganha-jogo-e.html' title='Direito do consumidor ganha jogo e cartilha em parceria do STJunior com o Ministério Público'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-5138325706407303954</id><published>2011-07-03T20:23:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:23:45.053-03:00</updated><title type='text'>CIRURGIA BARIÁTRICA, UMA CONQUISTA DO CONSUMIDOR!</title><content type='html'>&lt;div class="noticias_text" id="divNoticia" name="divNoticia"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Henrique Guimarães&amp;nbsp; &lt;span class="noticias_chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 279px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Foto: DIV&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mw4cjqZPVQc/Td7H_uX4eEI/AAAAAAAAAI4/FYvPJyd2THg/s1600/obesidade.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="183" src="http://2.bp.blogspot.com/-mw4cjqZPVQc/Td7H_uX4eEI/AAAAAAAAAI4/FYvPJyd2THg/s200/obesidade.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="18"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Os planos de saúde se recusam a fazer essas cirurgias, mas estão perdendo nos tribunais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; 15/04/2011&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O  mercado da estética movimenta anualmente bilhões em todo o mundo. Isto  significa que a preocupação com a aparência faz parte da vida de quase  todas as pessoas. A obesidade além de um problema estético e que afeta a  autoestima, representa um grave problema de saúde pública, já que esse  mal oferece variados riscos à saúde humana. Em décadas de estudos  médicos, terapias, remédios, o método mais eficaz e contundente para  combater esse mal foi mesmo a cirurgia de redução de estômago.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A  prova disso é que na última década o número de cirurgias deste tipo  cresceu mais de 500%. O Brasil é hoje o segundo país onde mais se  realiza este tipo de intervenção, perdendo apenas para os Estados  Unidos. A previsão da &amp;nbsp;Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e  Metabólica (SBCBM), é de que somente em 2011, 70 mil brasileiros vão  realizar esta cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema para os consumidores é que  a maioria dos Planos de Saúde têm recusando, sistematicamente, ao longo  dos anos, a realização deste procedimento. As principais alegações são  que a cirurgia bariátrica seria meramente estética, que seria uma doença  pré-existente ou a ausência de previsão contratual. Sem alternativa, os  consumidores têm recorrido ao Poder Judiciário através de milhares de  ações pleiteando a realização obrigatória da gastroplastia (cirurgia  bariátrica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa notícia é que estão chegando aos Tribunais  Superiores os recursos das seguradores contra as liminares que  autorizam as cirurgias, e têm sido confirmadas sistematicamente as  decisões de 1ª instância, reconhecendo o direito dos consumidores  realizarem as cirurgias inteiramente custeadas pelos planos de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  Superior Tribunal de Justiça, em decisão recente, reconheceu que a  redução de estômago não é meramente estética e que se revela essencial à  sobrevida do segurado que sofre de outras enfermidades decorrentes da  obesidade em grau severo. Por essa razão, é ilegal a recusa da  seguradora em cobrir as despesas da cirurgia. Outras decisões têm  admitido as intervenções independente do tempo de carência do plano,  mais um ganho importante na luta dos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo a  cirurgia plástica para a retirada de excesso de peles, após a  bariátrica, têm sido admitida como necessária ao tratamento dos  pacientes obesos, devendo também ser custeada pelo plano. No julgamento  do Resp 1.136.475, o relator do processo, ministro Massami Uyeda decidiu  que: "&lt;i&gt;É ilegítima a recusa da cobertura das cirurgias destinadas à  remoção de tecido epitelial, quando estas se revelarem necessárias ao  pleno restabelecimento do segurado acometido de obesidade mórbida"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retumbante  vitória dos que não aceitaram as imposições dos planos de saúde. É a  prova de que os consumidores entenderam que vale a pena lutar pelos seus  direitos! É isso, consumidor consciente é consumidor bem informado.              &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-5138325706407303954?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/5138325706407303954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/04/cirurgia-bariatrica-uma-conquista-do.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5138325706407303954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/5138325706407303954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/04/cirurgia-bariatrica-uma-conquista-do.html' title='CIRURGIA BARIÁTRICA, UMA CONQUISTA DO CONSUMIDOR!'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mw4cjqZPVQc/Td7H_uX4eEI/AAAAAAAAAI4/FYvPJyd2THg/s72-c/obesidade.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4834421853124625555</id><published>2011-07-03T20:20:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:20:05.210-03:00</updated><title type='text'>Descumprir o plano da banda larga popular pode custar até R$ 25 milhões para as operadoras</title><content type='html'>&lt;div class="materia_cabecalho"&gt;&lt;span class="publicado"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Empresas que participam do projeto terão de cumprir metas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;img alt="Agência Estado" class="logo_agencia" src="http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A3/24C9/B63E/0124/E35C/36BD/0C12/logo_ae.jpg" /&gt;&lt;span class="publicado"&gt;publicado em 01/07/2011 às 16h32:      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se as operadoras de telefonia descumprirem o acordo que firmaram com o governo para o &lt;a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/banda-larga-popular-a-r-35-deve-chegar-em-ate-tres-meses-20110630.html"&gt;&lt;strong&gt;PNBL&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;  (Plano Nacional de Banda Larga), estarão sujeitas a multas de até R$ 25  milhões por ano. Se o cronograma de implantação do serviço tiver  atraso, a concessionária terá que implantar o serviço no dobro de  cidades que deixou de atender na fase anterior, somadas às metas da fase  seguinte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se essa antecipação de metas, contudo, for desrespeitada, a empresa  será punida por meio de multas. O secretário-executivo do Ministério das  Comunicações, Cezar Alvarez , diz que o valor da multa não vai para os  cofres públicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;–Será revertida em universalização [do serviço].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em caso de descumprimento das metas de varejo, a operadora estará  sujeita a uma multa diária de R$ 20 mil, limitada a R$ 25 milhões por  ano. Se as penalidades ultrapassarem o limite, a empresa perde o direito  de converter em investimento e o governo poderá acionar a Justiça para  cobrar da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os planos de internet com velocidade de 1 megabit por segundo a R$ 35  para o PNBL têm metas de aumento da franquia de tráfego de dados e para  baixar arquivos (download) até junho de 2013.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No acordo assinado pela Telefônica, por exemplo, o limite de download  da banda larga fixa, que inicialmente é de 300 megabares (MB), passará  para 600 MB e chegará em junho de 2013 a 1 gigabyte (GB). Na banda larga  móvel, é a metade: 150 MB, 300 MB e 500 MB, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No caso da Oi, o limite de download ofertado para internet fixa  começa com 500 MB e termina com 1 GB, sem patamares intermediários. Para  a banda larga móvel, a franquia inicia com 150 MB,&amp;nbsp;sobe para 200 MB e  alcançará 300 MB em junho de 2013.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Caso o usuário baixe muitos vídeos e filmes, por exemplo, e  ultrapasse a franquia de download, nada poderá ser cobrado além dos R$  35 mensais. Porém, a velocidade de conexão pode cair.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se o consumidor quiser garantir a velocidade contratada mesmo depois  da franquia de download, porém, as empresas poderão cobrar uma taxa  adicional. Não há previsão, contudo, dos valores mínimos a que a  velocidade pode cair, nem um limite de quanto pode ser cobrado por uma  franquia extra para baixar arquivos com a velocidade inicial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Reajuste anual&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="materia_coluna" id="r7SeeAlso" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="materia_mais"&gt;&lt;div class="veja_tambem cross"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;O  PNBL prevê que o pacote de banda larga a R$ 35 pode ser ofertado tanto  por meio de redes fixas quanto por redes de telefonia móvel. As  empresas, no entanto, não são obrigadas a ter disponíveis as duas opções  por esse valor. &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A venda de banda larga nessas condições estará disponível em 90 dias.  A implantação do PNBL ocorrerá de forma gradativa até 2014, quando 100%  dos municípios terão acesso ao serviço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O valor da assinatura de R$ 35 será reajustado a cada 12 meses, a  partir de 30 de junho, pelo Índice de Serviços de Telecomunicações  (IST), que é um índice de reajuste calculado pela Anatel (Agência  Nacional de Telecomunicações).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4834421853124625555?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4834421853124625555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/descumprir-o-plano-da-banda-larga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4834421853124625555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4834421853124625555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/descumprir-o-plano-da-banda-larga.html' title='Descumprir o plano da banda larga popular pode custar até R$ 25 milhões para as operadoras'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-4760852254097487357</id><published>2011-07-03T20:14:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:14:48.715-03:00</updated><title type='text'>Restaurante terá que indenizar cliente que achou barata na comida</title><content type='html'>&lt;div class="materia_cabecalho" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="intro"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Gerente do estabelecimento diz que vai recorrer da decisão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="publicado"&gt;Evelyn Moraes, do R7                | 30/06/2011 às 15h35&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt;A  Justiça do Rio de Janeiro condenou o restaurante Golositá a pagar R$ 5  mil de indenização, por dano moral, a uma cliente que encontrou uma  barata dentro de um salgado. O estabelecimento fica no prédio do Fórum  do Tribunal de Justiça do Rio, no centro da capital fluminense. Segundo a  assessoria do Tribunal do Justiça, as partes podem recorrer. A decisão é  do 27º Juizado Especial Cível da Capital. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; De acordo com nota do TJ, Sumika Rodrigues de Jesus Rendano, autora da  ação, comprou um pastel de forno no dia 3 de novembro de 2010 e, após  começar a ingerir o alimento, verificou a presença de uma barata. Ela  contou que reclamou com o responsável pelo estabelecimento, mas nada foi  resolvido.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; O gerente do restaurante, Luiz Fernando Martins, negou a declaração da  cliente. Segundo ele, no dia seguinte, Sumika esteve no&amp;nbsp;local e foi  atendida pela supervisora e pela nutricionista, que pediram desculpa  pelo ocorrido.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; - No dia seguinte que a cliente comeu o salgado, ela esteve no  restaurante e chamou a supervisora e a nutricionista. Elas disseram que  nós fazemos a manutenção no restaurante mensalmente e que este foi um  caso esporádico, pois estamos aqui há oito anos e meio e isso nunca  havia acontecido. Pedimos desculpa para ela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; Ainda de acordo com Luiz Fernando, o restaurante chegou a oferecer uma cortesia para Sumika. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; - Nós oferecemos uma cortesia para a cliente, mas ela ela mostrou uma  foto do celular e disse que aquela imagem valia mais que uma cortesia.  Pela foto não dava para identificar se era barata ou fio de cabelo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; Sumika registrou a ocorrência na Decon (Delegacia Especializada do  Consumidor), que solicitou o laudo de exame de material que comprovou  que o produto estava impróprio para consumo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span id="texto"&gt; Os peritos do ICCE (nstituto de Criminalística Carlos Éboli) constataram  que, sobre a massa do produto, havia marca de um animal, medindo cerca  de dois centímetros de comprimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-4760852254097487357?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/4760852254097487357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/restaurante-tera-que-indenizar-cliente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4760852254097487357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/4760852254097487357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/restaurante-tera-que-indenizar-cliente.html' title='Restaurante terá que indenizar cliente que achou barata na comida'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7326843055973779403</id><published>2011-07-03T20:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:11:14.318-03:00</updated><title type='text'>Taxa de juros do cheque especial chega a 185,4%, maior valor em 12 anos</title><content type='html'>&lt;span class="publicado"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Mais do que nunca, outras modalidades de crédito devem ser usadas pelos consumidores&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="dados" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span&gt;Mariana Londres, do R7, em Brasília - &lt;/span&gt;&lt;span class="publicado"&gt;publicado em 28/06/2011 às 10h57&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As taxas de juros do cheque especial, modalidade mais cara de  crédito, tiveram a terceira alta seguida no ano e atingiram em maio o  valor de 185,4% ao ano. O valor é o maior desde abril de 1999, quando  chegaram a 193,65%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28)  pelo Banco Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para se ter uma ideia da diferença do custo do dinheiro para  empréstimos, os juros médios em maio ficaram em 46,8% para as pessoas  físicas, valor quatro vezes menor do que os juros cobrados no cheque  especial. Para a aquisição de bens, como veículos, por exemplo, os juros  médios praticados no mercado são ainda menores, de 30,4 % ao ano. Os  juros do crédito pessoal ficaram em 49,7% ao ano em maio.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o&amp;nbsp;chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, o  aumento das taxas do cheque especial era esperado em função das altas da  taxa básica de juros (Selic)&amp;nbsp;desde o início do ano pelo Copom (Comitê  de Política Monetária) do BC.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cheque especial não é um crédito para demanda, mas um auxílio de  liquidez de curto prazo por isso é muito mais alto do que a média dos  juros. O aumento era esperado tanto pelo aumento do ciclo monetário  [aumentos das taxas de juros pelo Copom] que estamos passando quanto  pelo aumento da inadimplência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa do&amp;nbsp;alto custo dos juros dessa modalidade que especialistas em  finanças são unânimes ao aconselhar que o consumidor fuja do cheque  especial e procure outras formas de empréstimo. O mais indicado é o  crédito consignado, com desconto em folha, que tem os menores juros do  mercado, hoje em 28,2% em média, de acordo com o BC.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="materia_coluna" id="r7SeeAlso" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="materia_mais"&gt;&lt;div class="veja_tambem cross"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;A  boa notícia é que a participação do crédito consignado no crédito  pessoal vem crescendo. No mês passado, a participação ficou em 59,4%. De  acordo com o BC, esse é um sinal de que o brasileiro está mais  consciente do custo do empréstimo, e por isso, recorre cada vez mais a  modalida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;des mais baratas de crédito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7326843055973779403?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7326843055973779403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/taxa-de-juros-do-cheque-especial-chega.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7326843055973779403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7326843055973779403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/taxa-de-juros-do-cheque-especial-chega.html' title='Taxa de juros do cheque especial chega a 185,4%, maior valor em 12 anos'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-7100354931391244715</id><published>2011-07-03T20:07:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:07:02.106-03:00</updated><title type='text'>Abastecer com álcool só vale a pena em cinco Estados</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;span class="publicado"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 id="h3_newstitle" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Paraná, São Paulo, Goiás, Tocantins e Mato Grosso são os locais em que preço do etanol compensa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="dados" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;img alt="Agência Estado" class="logo_agencia" src="http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A3/24C9/B63E/0124/E35C/36BD/0C12/logo_ae.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;,&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; com R7 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="publicado"&gt;publicado em 01/07/2011 às 19h02:      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Abastecer com etanol é mais vantajoso para os motoristas de São  Paulo, Paraná, Goiás, Tocantins e Mato Grosso. No resto do país, a  gasolina vale mais a pena para os carros flex, como mostra uma pesquisa  da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)  divulgada nesta sexta-feira (1º).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O preço médio da gasolina em São Paulo está em R$ 2,689 por litro, o  que torna o etanol hidratado competitivo na região até R$ 1,882. Na  média da ANP, o preço do etanol em São Paulo ficou em R$ 1,798 por  litro, 4,5% abaixo do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol, o que  confere maior competitividade ao etanol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na semana, os preços do etanol subiram 3,45% nos postos do Estado de São Paulo, acumulando alta de 7,15% em um mês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico  do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo,  são utilizados valores médios coletados em postos em todos os Estados e  no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70% e 70,5%,  é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no  tanque de combustível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para descobrir qual combustível compensa, o consumidor deve dividir o  preço do álcool pelo da gasolina. Se a conta ficar abaixo de 0,70, vale  a pena escolher o álcool. Vale lembrar que a forma de dirigir e o  modelo de veículo também interferem no consumo de combustível do carro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia_coluna" id="r7SeeAlso" style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="materia_mais"&gt;&lt;div class="veja_tambem cross"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Segundo  o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 66,87% do preço  da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de  63,18% e em Mato Grosso de 58,60%. No Paraná, a relação é de 68,58%. A  gasolina está mais vantajosa principalmente no Piauí (preço do etanol é  90,06% do valor da gasolina) e no Amazonas (87,28%). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Até a semana passada, os preços do etanol caíram com a entrada da  safra. No começo do ano, os preços bateram sucessivos recordes, com o  preço do etanol acima de R$ 2,20 o litro em vários postos. A gasolina,  que recebe uma pequena mistura de álcool para ser vendida nas bombas,  passou de R$ 3 na mesma época.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5085599798758342747-7100354931391244715?l=consumidorbahia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/feeds/7100354931391244715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/abastecer-com-alcool-so-vale-pena-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7100354931391244715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5085599798758342747/posts/default/7100354931391244715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consumidorbahia.blogspot.com/2011/07/abastecer-com-alcool-so-vale-pena-em.html' title='Abastecer com álcool só vale a pena em cinco Estados'/><author><name>HENRIQUE GUIMARÃES</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16445502766136583242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_IC5tIXp37f0/TRUYvF03-XI/AAAAAAAAAG8/whSlGZ83WjQ/S220/foto%2Bhenrique.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5085599798758342747.post-901183378175224860</id><published>2011-07-03T20:01:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T20:01:57.989-03:00</updated><title type='text'>Aumento do custo de vida eleva dívida das famílias</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="publicado"&gt;publicado em 16/06/2011 às 19h23:      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="intro" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Consumidor preferiu fechar as contas no mês em vez de continuar comprando mais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="dados" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span&gt;Da Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O aumento do custo de vida pressionou o orçamento dos brasileiros e  levou as famílias a contraírem mais dívidas. De acordo com a pesquisa  Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada nesta  quinta-feira (16) pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens,  Serviços e Turismo), o nível de endividamento dos brasileiros vem  subindo há alguns meses e atingiu um patamar elevado no início deste  ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A economista da CNC Marianne Hanson disse que o endividamento foi  motivado pela vontade do consumidor de “fechar as contas e, não para  comprar mais bens”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Isto explica a elevação de dez pontos percentuais no número de  famílias endividadas em junho em comparação com o mesmo mês do ano  passado (64,1% do total de famílias, contra 54% em junho de 2010). Já em  relação ao mês anterior (64,2%), a pesquisa registrou estabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As famílias muito endividadas subiram de 12,9% em junho do ano  passado para 16,6% em junho deste ano. Em maio, o percentual era de  17,5%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O percentual de famílias que declararam ter dívidas ou contas em  atraso caiu de 24,4% em maio para 23,3% em junho, aproximando-se do dado  de junho de 2010 (23,5%). Do mesmo modo, apresentou redução o  percentual de famílias que disseram que não terão condições de pagar as  dívidas (de 8,6% em maio para 8,4% em junho).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Considerando as faixas de renda, a pesquisa da CNC mostra que quem  recebe abaixo de dez salários mínimos, ficou mais endividado do que  aqueles que ganham mais. Os percentuais registrados em junho ante maio  atingiram, respectivamente, 65,6% e 55,3% para as duas classes de renda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- A gente acredita que nessa faixa de renda inferior a dez mínimos,  as famílias têm mais dificuldade de se organiz
