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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Cupom de desconto é isca para atrair freguês na internet; veja os cuidados

Após a febre das compras coletivas, os vouchers com ofertas já geraram vendas de R$ 4 milhões na internet. Consumidor deve ficar atento a cobranças indevidas e datas de validade


Os caçadores de ofertas na internet têm agora um novo instrumento para pechinchar. Após a febre das compras coletivas, os cupons de desconto são a nova sensação no mundo virtual. Desde o ano passado, grandes redes de varejo aderiram ao recurso para incrementar as vendas online, e empresas que fazem a ponte entre a loja e o consumidor passaram a faturar com o negócio.

Este mercado já gerou uma economia de R$ 1 milhão ao consumidor brasileira em apenas um dos sites que divulgam os cupons, a Cuponomia. Isso desde seu lançamento – setembro de 2012 – até junho deste ano. Para o e-commerce, as vendas representaram R$ 4 milhões no Brasil por intermédio do site.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tribunais reconhecem culpa de sites de compra coletiva


Alexandre Atheniense [Jeferson Heroico]
O sucesso explosivo dos sites de compras coletivas teve efeitos colaterais no Judiciário. Sentenças contra empresas que oferecem o serviço de intermediação se multiplicam no país. Menos rápido que a internet, o Judiciário consolida só agora o entendimento de que os portais integram a cadeia de consumo e são responsáveis pelos produtos e serviços oferecidos. Em abril de 2013, por exemplo, duas decisões dos tribunais de Justiça do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul condenaram as empresas virtuais a indenizar clientes frustrados.
A corte do Distrito Federal obrigou o site Peixe Urbano a ressarcir uma mulher que comprou um pacote turístico em Paris. A viagem foi cancelada às vésperas do voo e, para satisfazer a vontade da família, ela custeou o passeio do

terça-feira, 16 de abril de 2013

Site de descontos terá que indenizar consumidor por compra frustrada



Uma consumidora irá receber de volta o valor pago por um pacote turístico, cuja viagem foi cancelada pela operadora uma semana antes do voo. A compra foi intermediada por um site de compras coletivas, condenado pelo 5º Juizado Cível de Brasília a indenizar a autora em danos materiais e morais. A sentença foi confirmada pela 3ª Turma Recursal.

A autora conta que em janeiro de 2012 adquiriu um pacote turístico para Paris-França, pelo preço de R$ 2.499,00. Contudo, sete dias antes do embarque, a agência de viagens informou que não cumpriria o contrato. Para não frustrar o passeio da família, a autora custeou a viagem, no valor de R$ 3.494,00, sendo obrigada a abrir mão de alguns itens do pacote anterior. Alega que o cancelamento da viagem às vésperas do embarque lhe causou

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sites de compras coletivas terão que se responsabilizar por problemas


Os sites de compra coletiva Clickon, Groupon e Peixe Urbano e o clube de descontos Privalia terão que retirar de suas páginas todas as cláusulas contratuais que os isentem de responsabilidade em caso de prejuízo ao cliente.


A juíza da 3ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, Joana Cortes, concedeu liminar em ação civil coletiva impetrada pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio.

Após serem notificados, os sites terão dez dias para se adequarem. Caso não o façam, serão multados em R$ 50 mil.

A liminar impede as lojas de se eximirem da responsabilidade por problemas

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Queixa contra site de compra coletiva sobe 400%

O número de reclamações contra sites de compras coletivas aumentou mais de 400% no primeiro semestre de 2012 em comparação ao mesmo período do ano passado, resultando na aplicação de R$ 250 mil em multas.
A informação foi divulgada ontem pelo Procon-SP, que resolveu chamar algumas das maiores empresas do setor - Caldeirão de Ofertas, ClickOn, Clube do Desconto, Groupon, Peixe Urbano, Pesca Coletiva e Privalia - para assumirem um compromisso de melhoria nos serviços.
De acordo com Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP, a entidade não pretende punir as empresas num